Radio Evangélica

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Novos líderes podem tumultuar impeachment

A troca de cadeiras nas lideranças de partidos na Câmara dos Deputados pode levar a novos desdobramentos no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, que acabou ficando para 2016. Em alguns partidos, a tendência é que os novos líderes sigam a mesma linha de seus antecessores. É o caso, por exemplo, do DEM, que tem como nome mais cotado para assumir a bancada o de Pauderney Avelino (AM) que deve seguir as indicações feitas pelo atual líder Mendonça Filho (PE).
O mesmo deve ocorrer no PSDB, que já oficializou a substituição do atual líder Carlos Sampaio (SP) por Antônio Imbassahy (BA) a partir de fevereiro. Já os partidos da base governista não devem alterar as composições, exceto o PMDB, onde um racha entre integrantes aliados e de oposição ao governo ficou publicamente oficializado desde que Leonardo Picciani (RJ) indicou os nomes para a comissão especial que vai analisar o processo de impeachment.
O retorno do parlamentar fluminense à liderança foi conseguido depois que três deputados manifestaram mudança de opinião – Jéssica Sales (AC), Vitor Valim (CE) e Lindomar Garçon (RO) – e pelo retorno à bancada de alguns filiados que ocupavam cargos executivos no estado do Rio de Janeiro, entre eles, Marco Antonio Cabral, que era secretário de Estado de Esporte, Lazer e Juventude, e Pedro Paulo Carvalho, que era secretário municipal da Casa Civil do Rio de Janeiro.
Insatisfeitos com os nomes apresentados pelo líder, uma ala do partido reuniu assinaturas de 35 parlamentares para tirar o parlamentar do cargo e conseguiu manter na liderança, durante oito dias, o deputado Leonardo Quintão (MG). O grupo acusava Picciani de formular uma lista com base em orientação do Palácio do Planalto. Em uma reviravolta nas últimas semanas de trabalho legislativo, Picciani conseguiu o apoio dos 36 deputados do PMDB e foi reconduzido ao cargo.
Mas alguns acreditam que Picciani pode não resistir à uma nova votação. Ele teria que conseguir o apoio de dois terços da bancada, com 69 deputados. Em entrevista Picciani confirmou que vai disputar a recondução e se mostrou otimista em relação ao apoio da legenda. “Estando na liderança, vou levar em consideração os diversos pensamentos. Isto demonstra que tem posições divergentes no partido e que devem ser consideradas”, afirmou.
Entre os peemedebistas que apoiam sua reeleição, Picciani não deve ter concorrentes. O grupo alinhado a ele deve considerá-lo o único candidato, mas, na ala que se afastou de Picciani, outros nomes pretendem ocupar o posto. Um deles, seria o próprio Quintão, segundo o deputado federal Lúcio Vieira Lima (BA), um dos peemedebistas que defendeu a substituição de Picciani. “Se for um líder que converse com a bancada, que não decida por ele, mas que tenha um comportamento ideal ao que todo líder é eleito, com certeza a lista deve ser modificada. Mas se for com o perfil do atual, não. Você não tem hoje o líder do PMDB, você tem um segundo líder de governo”, disse.

Comissão especial
Enquanto os partidos negociam essas mudanças, tramita na Casa um projeto de resolução, protocolado pelo DEM, que propõe a alteração do Regimento Interno da Câmara dos Deputados para incluir a possibilidade de apresentação de chapa avulsa para comissão especial que analisa o impeachment. O texto não foi submetido à votação, mas é alvo de críticas da base aliada, que já antecipou que pretende recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) se houver qualquer tentativa de “driblar” a decisão da Corte sobre o andamento do processo de impeachment de Dilma Rousseff.
A proposta do DEM foi protocolada horas depois de o STF decidir que a comissão especial tem de ser composta por representantes indicados pelos líderes dos partidos, escolhidos por meio de chapa única, e que, mesmo se tratando de eleição sobre assunto interno da Câmara, a votação deve ser aberta.

Cunha e Lewandowski
Este foi um dos questionamentos que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), levou à reunião com o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, na última quarta-feira, dia 23, quando o recesso parlamentar e do Judiciário já tinham começado. O peemedebista quis formalizar pontos, que para a oposição ficaram obscuros. Eduardo Cunha afirmou que enquanto as questões não forem esclarecidas o processo de impeachment não pode ser reiniciado sob risco de judicializar qualquer passo dado pela Câmara. A expectativa é que a tramitação seja retomada em março. Lewandowski sinalizou que não deve haver mudanças. Segundo o magistrado, o rito não deixa “margem” para dúvidas.
Em relação à composição da comissão, a dúvida de Cunha era sobre quantas vezes serão elencados nomes e submetidos ao plenário até que sejam aprovados. Os esclarecimentos, segundo o presidente da Câmara, foram feitos inclusive para “evitar descumprimento de decisão”.
Cunha também foi pedir ao STF que acelere a publicação do acórdão, documento que ratifica a decisão coletiva do tribunal sobre o rito do impeachment. Ainda assim, ele sinalizou, nos últimos dias de trabalho da Câmara, que vai entrar com embargo sobre a decisão em 1º de fevereiro, primeiro dia de atividades do Congresso no próximo ano, independentemente da publicação do acórdão pela Corte.
Além de terem invalidado quase todo o rito adotado pela Câmara, ao anular a eleição da chapa avulsa formada por deputados de oposição ao governo para compor a comissão, os ministros do Supremo ampliaram o papel do Senado no processo, afirmando que os senadores não são obrigados a prosseguir com o processo de impeachment acatado pelos deputados. Na prática, mesmo que o plenário da Câmara aprove, por dois terços dos parlamentares – 342 votos, a denúncia, os senadores podem arquivar o caso e evitar que Dilma seja afastada do cargo.
O pedido de impeachment protocolado pelos advogados Hélio Bicudo, Miguel Reale Junior e Janaína Paschoal foi aceito por Cunha no dia 2 de dezembro, depois de o deputado federal rejeitar 31 outros pedidos com mesmo objetivo. No texto, os juristas usam como argumento decretos considerados em “desacordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal” e a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) que rejeitou as contas do governo de Dilma Rousseff de 2014. A avaliação do TCU está sendo analisada por deputados e senadores da Comissão Mista de Orçamento (CMO).

Relator
No último dia de trabalho, antes do recesso parlamentar, o relator das contas, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), apresentou o relatório preliminar na CMO, em que defende a aprovação das contas com ressalvas. Os parlamentares ainda podem apresentar emendas ao texto e Gurgacz tem até o dia 28 de fevereiro para concluir o parecer. O relatório final deverá ser votado na comissão até o dia 6 de março.

Fonte: IG / Mais PB


quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Crise Por Ingerência: Governo Dilma Tira R$ 855,9 Milhões Do Fundo Soberano

Com grande dificuldade de caixa, o Tesouro Nacional teve de resgatar R$ 855,99 milhões do Fundo Soberano do Brasil (FSB) para garantir o cumprimento da meta fiscal de 2015.
O Tesouro informou que o dinheiro foi necessário e já estava na contabilidade da equipe econômica para ajudar no resultado das contas públicas deste ano. Segundo o órgão, a previsão de saque constava no relatório de avaliação de despesas e receitas do Orçamento deste ano encaminhado ao Congresso Nacional.
O uso do dinheiro constava nas estimativas de receitas com venda de ativos. Mas o resgate do dinheiro do FSB não estava explicitado no relatório para não prejudicar a estratégia do governo para esse grupo de receitas.
A meta do Governo Central, que reúne as contas do Tesouro, INSS e Banco Central, é de déficit de R$ 51,8 bilhões – 0,90% do Produto Interno Bruto (PIB). A regra fiscal para 2015, que foi alterada este mês, permite ainda um abatimento de R$ 11 bilhões com a frustração de receitas com o leilão das hidrelétricas e R$ 57 bilhões com o pagamento das chamadas “pedaladas” fiscais – atrasos nos repasses de recursos para os bancos públicos e o FGTS.
À reportagem, o Tesouro negou que o dinheiro do FSB será usado para o pagamento das pedaladas. Depois do resgate de R$ 855,99 milhões, o FSB tem ainda R$ 1,6 bilhão em ações do Banco do Brasil. Mas o Tesouro informou que não há estratégia em relação ao fundo para 2016.
Os recursos do FSB estavam depositados num fundo privado administrado pelo Banco do Brasil, o Fundo Fiscal de Investimentos e Estabilização (FFIE). O Fundo Soberano é cotista único do FIEE.
O FSB é uma poupança que o governo fez em 2008 para ser usada quando necessária. Na época da criação do FSB, o governo tinha também a intenção de usar o fundo para alavancar investimentos.
Em 2012, o FSB foi utilizado nas manobras contábeis promovidas pela equipe do ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, para melhorar as contas do governo no final do ano. Com essas operações, o fundo acabou ficando recheado de ações, o que acabou prejudicando a sua gestão. 

Fonte: (AE) / Click Monteiro


quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Fala dura de Gilmar Mendes tem um único significado:

Houve um golpe no STF. Não há outra leitura possível.
Já mencionamos por aqui as palavras duríssimas do Ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, acerca do julgamento do rito do impeachment pela Corte. Não há qualquer outra leitura que não seja essa: ele apontou um golpe contra a democracia brasileira em favor de um governo.
Os demais julgadores do STS, ainda segundo Mendes, teriam sido "cooptados" pelo governo Dilma e estariam promovendo uma "bolivarização" do Supremo; ou seja, não apenas estaríamos a caminho, mas sim já seríamos um país como a Venezuela nesse pormenor. E é verdadeiramente INACREDITÁVEL que isso não tenha repercutido tanto. Quase todos os grandes veículos ignoraram ou trataram como algo de somenos importância a gravíssima acusação.
A COOPTAÇÃO DA CORTE MÁXIMA de um país, denunciada por um de seus integrantes, não é algo corriqueiro. Não é algo que deva ser deixado para lá. Não é algo sobre o que se possa fazer esse retumbante silêncio obsequioso de boa parte dos formadores de opinião "oficializados".
Este país vai mal. Muito mal.



implicante.org/blog/fala-dura-de-gilmar-mendes-tem-um-unico-significado-houve-um-golpe-no-stf/

Nasceu a "pátria grande" e com ela o Brasil desaparece

Fatos ocorridos em 2014 e a grande maioria de nossa intelectualidade e das pessoas que podem fazer algo, dormindo em berço esplêndido, como se nada estivesse acontecendo. - (ely silmar vidal)
Enquanto milhares de brasileiros acreditavam que iriam salvar o Brasil com passeatas e um microfone, a Sra.Dilma Rousseff tratava de acabar com a soberania nacional do nosso país!
O GOLPE FOI DADO ONTEM PELA UNASUL EM UMA REUNIÃO NA NOVA SEDE DO ÓRGÃO BOLIVARIANO EM QUITO, EQUADOR. RESOLUÇÕES JÁ FORAM TOMADAS PELOS COMUNISTAS PARA CONCRETIZAREM O ANTIGO SONHO DAS ESQUERDAS MARXISTAS. TORNAR A AMÉRICA DO SUL EM UMA GRANDE PÁTRIA COMUNISTA.
A Integração da América Latina cria a URSAL, a nova república socialista das Américas. Cria também um novo Estado Comunista, uma Nova Pátria Grande. Enquanto o povo brasileiro está preocupado com Natal e suas tradições cristãs, "que serão abolidas pelo Estado Comunista", os traidores da Pátria tomam as rédeas do poder golpista e decidem a vida e o destino de 400 milhões de Sul Americanos.
Após a Reunião de Cúpula da Unasul, a presidente Dilma elencou as principais propostas em estudo e a aprovação de duas delas:
1) Fim das fronteiras entre os países da América do Sul (criação da cidadania sul americana); inclusive as novas placas para os automóveis dos países que hoje formam a Unasul já foram mostradas para todo o Brasil. Todas as pessoas de qualquer nacionalidade estão livres para entrar e sair do Brasil;
2) Fim dos limites dos espaços aéreos (qualquer avião de guerra estrangeiro poderá sobrevoar nosso País);
3) A criação da Escola Sul-Americana de Defesa (unindo nossas forças Armadas às Forças dos demais Países que agora fazem parte da Unasul );
4) Criação da unidade técnica de coordenação (legalização das fraudes nas urnas eletrônicas em todos os Países da Unasul);
5) Criação de um Fundo para bolsas de estudo (unindo nossos jovens a todos os demais países, padronização do ensino Leninista Marxista);
A criação da Escola Sul-Americana de Defesa e uma unidade técnica de coordenação eleitoral foram duas das propostas aprovadas pela Cúpula da UNASUL que ocorreu esta sexta (5) no Equador. Ao fim do evento, a presidente Dilma Rousseff elencou os projetos apresentados e que ainda serão avaliados. Entre eles, um banco de medicamentos, um fundo para bolsas de estudos e a abertura do espaço aéreo:
Lembrando que há um decreto aprovado pelo Congresso Comunista que permite o "LIVRE TRÂNSITO" de embarque e desembarque de tropas estrangeiras em solo brasileiro. A medida põe em risco a soberania do país e a vida de milhões de brasileiros. As medidas da UNASUL BOLIVARIANA, também incentivam e legalizam o "entra e sai de estrangeiros" no Brasil. Nosso país certamente será invadido todos os dias por bolivianos, chilenos, colombianos, peruanos e venezuelanos que virão para cá em busca de empregos, bolsas assistenciais, moradia do "minha casa minha vida", drogas, comida e etc...As favelas e comunidades já abarrotadas de gente, serão inchadas ao extremo e a vida nestes lugares se tornará insuportável. Haitianos já recebem o "bolsa família", já terão em breve, título de eleitor e cidadania. A putada latina com certeza, virá toda para cá para arrancarem até a última gota de sangue do trabalhador brasileiro. Quem paga impostos e trabalha, vai ter que suar a camisa para sustentar estrangeiros e vagabundos do Estado Comunista.
Em Fortaleza já há favelas abarrotadas de colombianos, especialmente de milícias e de traficantes que já dominam comunidades e pequenas cidades do interior cearense. Com a medida bolivariana de eliminar as fronteiras, a violência nas grandes cidades do Brasil com certeza aumentarão. Agora seremos assaltados por cubanos, haitianos, venezuelanos, bolivianos e chilenos. A concorrência com os bandidos locais irá inflacionar os índices de criminalidade, drogas e violência e certamente tornará os grandes centros do Brasil em um imenso caldeirão de mortes, crimes, assaltos, estupros, assassinatos e etc.
Estrangeiros poderão votar, morar, estudar e usarem os excelentes serviços prestados pelo nosso sistema de saúde cubano. Terão remédios, bolsas, assistência médica, moradia, ensino, comida e emprego de graça, tudo dado pelo nosso bondoso e prestativo governo socialista, e tudo sustentado pelos otários da ex-nação brasileira. Enquanto o governo investe nos estrangeiros e na 'Torre de Babel comunista', o povo do sertão e grande parte do povo do Norte, irão continuar na grande merda e na grande miséria de suas vidas.
A verdade é que Brasil não é mais um país, se tornou um aglomerado latino americano uma república socialista, uma grande pocilga infestada de "idiotas úteis, corruptos, parasitas, covardes e omissos. Com este perfil de nação e de povo, conclui-se que o Brasil merece o chiqueiro comunista como consolo. Houve tempo para uma reação, houveram milhões de avisos e simplesmente o povo brasileiro preferiu se entreter nas novelas, nos jogos de futebol, nas putarias e nas sacanagens na internet. A omissão e a paralisia terão um preço muito caro e que todos nós, teremos que pagar. O sistema venceu e derrubou a democracia com a conivência daqueles que alimentaram e que ainda alimentam o sistema. A SALVAÇÃO está por trás de um grande muro de concreto e para derruba-lo, só chamando as Forças Armadas.
05/12/2014 - Por Roberto Medeiros –



Veja também: blog.planalto.gov.br/unasul-cria-unidade-de-cooperacao-eleitoral-e-escola-sul-americana-de-defesa/
"ELE REPASSA BILHÕES ATRAVÉS DE LARANJAS!" CONFIRA: O pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Lula, afirmou à Polícia Federal que o PT tomou empréstimos do Banco Schahin, "através de laranjas" para financiar campanhas eleitorais do partido. A declaração foi feita em depoimento prestado nesta segunda-feira à Polícia Federal e evidencia, segundo o empresário, relações nebulosas entre o empresário Salim Schahin e os petistas. Amigo do ex-presidente Lula, Bumlai foi preso no dia 24 de novembro na Operação Lava Jato por suspeitas de ter atuado na simulação de um empréstimo de cerca de 12 milhões de reais que serviria, na verdade, para esconder pagamentos de propina.
"Os negócios com o banco e Lula não se limitaram ao empréstimo. Os empréstimos são usados para ocultar outras operações envolvendo o Lula e o PT, muitas das operações destinavam-se à formação de caixa dois para as campanhas do PT", afirmou.
Pela primeira vez Bumlai admitiu que tomou o empréstimo para repassar os valores ao PT e detalhou que o dinheiro foi pedido pelo Delúbio Soares e o ex-presidente Lula, que alegou que "se tratava de uma questão emergencial e que o dinheiro seria devolvido, porém nunca mais vi a cor do dinheiro, Lula repassa Bilhões através de laranjas, e o dinheiro todo vai para contas em paraísos fiscais"
No início de dezembro se espalhou boatos em Brasília de que Lula estaria pronto para fugir do país, menos de uma semana depois, os assessores do ex-presidente informaram que a data da volta de Lula ao Brasil era indeterminada, fazendo com que os boatos ficassem cada vez mais concretos. - (15/12/2015)


folhabrasil.org/bumlai-conta-tudo-a-pf-e-entrega-lula-ele-repassa-bilhoes-atraves-de-laranjas-confira/

Petrobrás não é uma empresa, é antro de iniquidade

Lawrence Pih, conselheiro da FIESP, fala em alto e bom tom o que pensa acerca do grupo que está por trás do governo hoje... "A Petrobras não é uma empresa. É um antro de iniquidade". Uma análise muito sóbria de Lawrence Pih, conselheiro da FIESP, sobre como o PT transformou nossa maior estatal em um braço do governo. Ele afirma algo que venho 
ressaltando durante todo o ano: Dilma, enquanto presidente do Conselho, tem que ser responsabilizada por tudo que aconteceu na empresa. (José Carlos Aleluia) 



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Esta frase tem 2067 anos

"O orçamento deve ser equilibrado, o Tesouro Público deve ser reposto, a dívida púbica deve ser reduzida, a arrogância dos funcionários públicos deve ser moderada e controlada, e a ajuda a outros países deve ser eliminada, para que Roma não vá à falência.
As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de  viver às custas do Estado!". (Marco Túlio Cícero - Senador Romano - Ano 55 A.C.)