Radio Evangélica

sexta-feira, 25 de março de 2016

Dilma na cerimônia do adeus

A irresponsabilidade de Dilma Rousseff e de Lula nessa reta final do governo é assombrosa. Tanto a dupla como o establishment petista sabem que nada mais pode ser feito. Acabou mesmo! Eles se dedicam agora é a criar uma narrativa da partida que possa manter reunido ao menos um pedaço da militância.
Quando a presidente, seu antecessor e a cúpula petista gritam "golpe!", já não falam mais para o conjunto dos brasileiros. É um discurso voltado para os fiéis, para a militância. Criar uma mitologia da derrota, para os tempos de deserto, é tão importante como criar uma da vitória para os tempos de bonança.
O PT está deixando o poder, mas pretende voltar. Para que possa se reorganizar, terá de encolher; de buscar as suas origens; de resgatar a mística do confronto de classes; de excitar, como nos tempos primitivos, não o desejo de consumo das massas, mas o ressentimento dos oprimidos. Lula não quer deixar o poder como um ladrão, mas como um excluído.
Será o patriarca banido da Terra Prometida depois de tê-la conquistado. Viverá de contar histórias e de excitar a imaginação dos mais moços. O PT, como o conhecemos, está morto, mas não a mística intelectualmente vigarista da redenção dos oprimidos que o embala. Esta é um dado permanente na história.
Até um novo barbudo já veio à luz para divulgar "a palavra". O Lula renascido é Guilherme Boulos. Consoante com os tempos da nova esquerda, ele não vem do chão de fábrica, mas dessas milícias supostamente benignas a que chamam "movimentos sociais".
Achando que um é pouco, o rapaz comanda dois movimentos: o MTST e a Frente Povo Sem Medo. Deveria logo abrir uma incubadora de produtos ideológicos do gênero. Se houver impeachment, o novo profeta promete "incendiar o país". Dito de outro modo: se o Congresso não vota como quer Boulos, ele não reconhece o resultado.
Lula nasceu para a política quando a esquerda foi levada a aderir à "democracia como um valor universal", para citar um texto de 1979, de Carlos Nelson Coutinho. Boulos será o líder de um período partidário em que a tolerância perderá até seu valor instrumental. Sem violência, ele está convicto, não haverá redenção. Sai Coutinho do altar, entra um delinquente intelectual como Slavoj Zizek.
Não se descarte, anotem aí, a criação de uma nova sigla que funda o que restar de PT, PSOL, PSTU e outras excrescências mais à esquerda. Como no começo.
A certeza de que o impeachment virá e a necessidade de organizar a resistência com os apaniguados expulsos do paraíso levam Dilma e Lula a anunciar país e mundo afora que um golpe está em curso no Brasil.
Fora do ministério, ele apenas exercita a retórica irresponsável de sempre, cada vez mais típica de um Lula que se mostra uma farsa de si mesmo. Ela, no entanto, se o que está na Constituição é para valer, está incorrendo em novo crime de responsabilidade ao acusar, na prática, o Supremo Tribunal Federal, que votou o rito do impeachment, de fazer parte de uma arquitetura golpista.
Não se descarte, ainda, que alguns cadáveres possam integrar essa narrativa da partida. Eles sempre estão no imaginário delirante e essencialmente criminoso das esquerdas. Ora, o que são alguns mortos quando o que está em jogo é a salvação da humanidade –e algumas contas secretas na Suíça?


Por Reinaldo Azevedo para a Folha de São Paulo

Meu caro Chico,

me perdoe, por favor, se a minha admiração não é mais irrestrita. Hoje você apoia quem manda roubar, roubou e tem roubado, não tem discussão. Não se importa em ver a Pátria Mãe, tão distraída ser subtraída em tenebrosas transações.
O que será que lhe dá, pra defender quem não tem decência, nem nunca terá, quem não tem vergonha, nem nunca terá, quem não tem limite?
Cantei cada uma das suas canções como se fosse a última. Li cada livro seu como se fosse o único. E, olhos nos olhos, dói ver o que você faz ao defender quem corrompe, engana e mente demais.
Não é por estar na sua presença, mas você vai mal. Vai mal demais. Eu te vejo sumir por aí, arruinando a biografia - que se arrasta no chão, cúmplice de malandro com aparato de malandro oficial, malandro investigado na Polícia Federal.
É, Chico, você tá diferente, já não te conheço mais. Quem te viu, quem te vê.
Trocando em miúdos, pode guardar as sobras de tudo que não conseguirem roubar. Apesar de você - e do PT - amanhã há de ser outro dia. - (Eduardo Affonso - Foto do ano de 1961, referente à prisão de Chico por roubar um carro. Sua primeira aparição na imprensa, não foi na seção cultural, como imaginava, mas nas páginas policiais do jornal Última Hora de São Paulo. Chico e um amigo "puxaram", roubaram, um carro.)

O Amor é um bem maior

Linda canção do álbum "Divino Companheiro" de Tony. Apenas violão e voz.
A unção transcende e percebe-se na letra, no toque harmônico do violão
em consonância com a voz, num dueto perfeito, inspirado sem dúvida, pelo
Divino Espírito. (ely silmar vidal)

O amor é um bem maior
Riquezas de valor para o coração
O amor é eficaz e alegria traz
Grande emoção
O amor é um bem maior
É algo a encontrar
É jóia de valor que a vida faz mudar
O amor é inspiração
Na vida é uma canção

O amor inspira a fé
Seu poder faz até o sol brilhar
E em noites sem luar
Se o amor eu cultivar luz haverá
Num mundo de amor só há inspiração
De ter essa certeza, esse bem maior
O amor é inspiração,
Na vida é uma canção, o amor

É DEUS o amor sem par
Que a todos pode dar feliz viver
Foi DEUS quem fez JESUS
Levar a minha cruz até morrer
Foi esse amor quem fez
A sepultura abrir e o meu Salvador
Em glórias ressurgir
O amor é inspiração
Na vida é uma canção, o amor 


Essa mulher assim como todo PTralha só sabe o que lhe interessa


Marta Suplicy tem amnésia e esquece que João Santana foi marqueteiro de sua campanha
A ex de Eduardo Suplicy teve um acesso de amnésia seletiva nas redes sociais. "Acompanhamos a nova operação da Lava Jato, que acaba de prender João Santana, marqueteiro de Dilma e Lula. Que tudo seja apurado", escreveu.
"Na verdade João Santana teve sua prisão decretada, mas se encontra no exterior. PF faz busca e apreensão. Que a verdade surja."
Marta continua tratando os eleitores como idiotas. Santana esteve à frente de sua campanha à prefeitura em 2008, quando houve o golpe baixo em Kassab com a peça que perguntava: "É casado? Tem filhos?"

-diariodocentrodomundo.com.br/essencial/marta-suplicy-tem-amnesia-e-esquece-que-joao-santana-foi-marqueteiro-de-sua-campanha

O aPedeuTa em rota de fuga?

LULA pode ter deixado o Brasil nesta madrugada ao saber da 23º fase da Operação Lava-Jato
O mesmo seguiu orientações de pessoas ligadas a Policia Federal.
Lula pode ter deixado o Brasil na madrugada desta segunda feira em um jato particular para lugar incerto e não sabido. A informação veio de dentro do Instituto Lula nesta manhã. O fato teria acontecido ao saber que a 23ª fase da Operação Lava-Jato poderia explodir durante a madrugada. Até o momento em que essa informação, ainda não confirmada, chegou até nós, o ex-presidente não tinha sido localizado.
O que pode ocorrer é que, após checar se existe possibilidades de prisão ou não ao ex-presidente LULA ele tomaria a decisão de voltar ao Brasil.
A fonte é do Jornalista Caio Matriz de São Paulo -pensabrasil.com/lula-pode-ter-deixando-brasil-nesta-madrugada-ao-saber-da-23o-operacao-lava-jato/

O que é golpe

Em tom incisivo a Senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS) declara a que veio e deixando clara sua posição em questões cruciais para o momento político do Brasil: que o Rito de processo de Impeachment definido pela suprema corte já o coloca sinalizado como legítimo;e na defesa ao Dr Sérgio Moro e à Força Tarefa da Polícia Federal que operam a Lava Jato; entre outras questões.
E assim, percebemos o Rio Grande do Sul atuante e com voz firme na
defesa dos preceitos constitucionais. (ely silmar vidal)



quinta-feira, 24 de março de 2016

A indústria quer o impeachment

A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) aderiu ao impeachment de Dilma Rousseff.
Em nota, o presidente Carlos Pastoriza diz que os atos ilícitos praticados pelo PT resultaram "em uma das maiores crises políticas e econômicas da história do Brasil".
Pastoriza sabe que é "imprescindível restabelecer a governabilidade" e que as instituições brasileiras estão em pleno funcionamento - ao contrário do que sugere o discurso golpista de Dilma.
"O Brasil tem pressa."
A Abimaq representa 7,5 mil fabricantes de máquinas e equipamentos e registrou no ano passado queda de 14,4% na produção, fechando 45 mil postos de trabalho.
"O setor produtivo cobra celeridade, serenidade e espírito público daqueles que compõem os três poderes da República, para que o país possa retomar o caminho da confiança e crença no futuro."


O Antagonista