Radio Evangélica

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Caminhada pela fé

Se você tem a impressão de que você vai ser grande por causa de alguma realização que você conquistou, mas que abriga atitudes erradas, você vai ter um choque terrível. A grandeza vem nas atitudes espirituais suaves de humildade e perdão para com os outros. José nos apresenta um exemplo magnânimo. Como ele perdoou admiravelmente, quão generoso foi, na sua misericórdia.
É preciso ser Deus para endireitar o coração. Quando eu tenho uma atitude errada, eu olho a vida humana com um olhar humano. Quando eu tenho uma atitude correta, eu a vida olho do modo divino. Essa é a verdadeira beleza da vida de José. Esse é o núcleo da verdade que sua vida representa. Ele foi grande, principalmente por causa de sua atitude.
E há lições específicas que se originam dessa única verdade. Deixe-me oferecer, pelo menos, três para sua consideração.
Primeiro: Quando eu sou capaz, pela fé, de ver o plano de Deus na minha localização, a minha atitude será correta. Deus me enviou. . . Deus me enviou. . . Deus me enviou. Só depois que você puder relaxar e ver Deus em sua localização atual, você será útil para Ele. Uma atitude teológica positiva vai fazer maravilhas para a sua latitude geográfica.

Segundo: Quando eu sou capaz, pela fé, de sentir a mão de Deus na minha situação, minha atitude será correta. Eu não começo o dia rangendo os dentes, perguntando: "Por que eu tenho que ficar nesta situação?" Em vez disso, eu creio que Ele me fez do jeito que eu sou e me colocou onde estou para fazer o que Ele planejou para eu fazer.

Terceiro: Quando eu sou capaz, pela fé, de aceitar tanto a localização quanto a situação como bons, mesmo quando houve mal no processo, a minha atitude será correta. Quando eu posso dizer com José: "mas Deus o tornou em bem", então eu me tornarei um troféu da graça.

José nos mostra que a única maneira de encontrar a felicidade na labuta da vida é fazendo-o pela fé. Uma vida preenchida pela fé significa toda a diferença na forma como vemos tudo ao nosso redor. Ela afeta nossas atitudes para com as pessoas, para com o local, para com a situação, para com as circunstâncias, para com nós mesmos. Só então os nossos pés tornam-se prontos para fazer o que é certo.
Você diz que quer ser considerado grande algum dia? Aqui está o segredo: caminhe pela fé, confiando que Deus renova a sua atitude. - Charles R. Swindoll

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Primeiro: Quando eu sou capaz, pela fé, de ver o plano de Deus na minha localização, a minha atitude será correta. Deus me enviou. . . Deus me enviou. . . Deus me enviou. Só depois que você puder relaxar e ver Deus em sua localização atual, você será útil para Ele. Uma atitude teológica positiva vai fazer maravilhas para a sua latitude geográfica.

Segundo: Quando eu sou capaz, pela fé, de sentir a mão de Deus na minha situação, minha atitude será correta. Eu não começo o dia rangendo os dentes, perguntando: "Por que eu tenho que ficar nesta situação?" Em vez disso, eu creio que Ele me fez do jeito que eu sou e me colocou onde estou para fazer o que Ele planejou para eu fazer.

Terceiro: Quando eu sou capaz, pela fé, de aceitar tanto a localização quanto a situação como bons, mesmo quando houve mal no processo, a minha atitude será correta. Quando eu posso dizer com José: "mas Deus o tornou em bem", então eu me tornarei um troféu da graça.

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Primeiro: Quando eu sou capaz, pela fé, de ver o plano de Deus na minha localização, a minha atitude será correta. Deus me enviou. . . Deus me enviou. . . Deus me enviou. Só depois que você puder relaxar e ver Deus em sua localização atual, você será útil para Ele. Uma atitude teológica positiva vai fazer maravilhas para a sua latitude geográfica.

Segundo: Quando eu sou capaz, pela fé, de sentir a mão de Deus na minha situação, minha atitude será correta. Eu não começo o dia rangendo os dentes, perguntando: "Por que eu tenho que ficar nesta situação?" Em vez disso, eu creio que Ele me fez do jeito que eu sou e me colocou onde estou para fazer o que Ele planejou para eu fazer.

Terceiro: Quando eu sou capaz, pela fé, de aceitar tanto a localização quanto a situação como bons, mesmo quando houve mal no processo, a minha atitude será correta. Quando eu posso dizer com José: "mas Deus o tornou em bem", então eu me tornarei um troféu da graça.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Lula, você é o cara

Você é o cara que esteve por dois mandatos à frente desta nação e não teve coragem nem competência para implantar reforma alguma neste país, pois as reformas tributárias e trabalhistas nunca saíram do papel, e a educação, a saúde e a segurança estão piores do que nunca.

Você é o cara que mais teve amigos e aliados envolvidos, da cuéca ao pescoço, em corrupção e roubalheira, gastando com cartões corporativos e dentro de todos os tipos de esquemas.

Você é o cara que conseguiu inchar o Estado brasileiro com tantos e tantos funcionários e ainda assim fazê-lo funcionar pior do que antes.

Você é o cara que mais viajou como presidente deste país, tão futilmente e às nossas custas.

Você é o cara que aceitou todas as ações e humilhações contra o Brasil e os brasileiros diante da Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai e outros.

Você é o cara que, por tudo isso e mais um monte de coisas, transformou este país em um lugar libertino e sem futuro para quem não está no grande esquema.

Você é o cara que transformou o Brasil em abrigo de marginais internacionais, negando-se, por exemplo, a extraditar um criminoso para um país democrático que o julgou e condenou democraticamente.

Você é o cara que transformou corruptos e bandidos do passado em aliados de primeira linha.

Você é o cara que está transformando o Brasil num país de parasitas e vagabundos, com o Bolsa-Família, com as indenizações imorais da "bolsa terrorismo", com o repasse sem limite de recursos ao MST, o maior latifúndio improdutivo do mundo e abrigo de bandidos e vagabundos que manipulam alguns verdadeiros colonos.

É, Lula! Você é o cara...

É o cara-de-pau mais descarado que o Brasil já conheceu.

Olavo de Carvalho (pela transcrição) - Diário do Comércio, 03/09/2009 -.olavodecarvalho.org/semana/090903dc.html
Não sei quem é Caio Lucas nem por quais vias este seu escrito admirável veio parar na minha caixa postal. O que não posso é deixar de repassar aos leitores do Diário do Comércio a sua mensagem, na qual os devotos do nosso presidente encontrarão as respostas objetivas aos seus arrebatamentos retóricos de sicofantas compulsivos. Não há neste artigo, o qual aqui transcrevo com duas ou três correçõezinhas de português que em nada afetam o seu conteúdo, uma só linha que não traga uma verdade incontestável. Parabéns, Caio Lucas, seja lá você quem for. – O. de C.

Os escândalos do PT desde o início da era Lula e o terremoto com a Lava-Jato

Vídeo de Waldomiro Diniz cobrando propina para campanha, em 2004, iníciou série de abalos no partido. Assessor da Presidência era ligado ao bicheiro Carlinhos Cachoeira

Um vídeo com Waldomiro Diniz, então assessor da Presidência para assuntos parlamentares, deu início, em fevereiro de 2004, à série de escândalos envolvendo o Partido dos Trabalhadores após Luiz Inácio Lula da Silva assumir a Presidência da República, no ano anterior. Waldomiro foi afastado do cargo depois da divulgação de imagens em que aparece cobrando propina para arrecadar dinheiro para a campanha eleitoral do partido, em 2002, quando era presidente da Loterj - Loteria do Estado do Rio de Janeiro. No decorrer do processo, descobriu-se que ele também era ligado ao bicheiro Carlinhos Cachoeira, empresário preso por acusações de envolvimento no crime organizado e corrupção.
Pouco mais de um ano depois, em 15 de junho de 2005, o deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ), da base aliada do governo, detalhou, no Conselho de Ética da Câmara, em depoimento transmitido ao vivo pela TV, o esquema de corrupção que consistia na compra de votos comandado pelo governo do PT, o mensalão. Ele acusou, entre outros altos dirigentes petistas, o ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu. Deputados eram periodicamente pagos com dinheiro público, desviado com a ajuda do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e do operador, o publicitário Marcos Valério.
Dirceu foi demitido da Casa Civil em 21 de junho, mas continuou sua vida pública como deputado federal (PT-SP). No entanto, em 30 de novembro, a Câmara dos Deputados cassou o seu mandato por quebra de decoro, com 293 votos a favor e 193 contra.
Em meados de setembro de 2006, um novo escândalo iria abalar o PT: a Polícia Federal prendeu dois integrantes do partido (chamados posteriormente, de "aloprados" por Lula) que tentavam negociar um falso dossiê que ligava José Serra e Geraldo Alckmin — candidatos tucanos ao governo de São Paulo e à Presidência, respectivamente — ao Escândalo dos Sanguessugas. Esta operação da Polícia Federal, deflagrada em 4 de maio de 2006, investigava fraude em licitação de compra de ambulâncias para municípios e pôs na cadeia os deputados Bispo Rodrigues (PFL-RJ) e Ronivon Santiago (PP-AC).
Um dos "aloprados" era Hamilton Lacerda, ex-assessor de Aloizio Mercadante, do PT, também candidato ao governo de São Paulo. A PF apreendeu ainda com os petistas R$ 1,7 milhão em notas de real e dólar, cujas imagens foram vazadas em 29 de setembro para a imprensa, a dois dias das eleições.
Em junho de 2011, no primeiro ano do mandato da presidente Dilma Rousseff, houve a primeira turbulência no governo. Pela segunda vez, Antonio Palocci foi demitido do cargo de ministro-chefe da Casa Civil, dessa vez, sob suspeita de enriquecimento ilícito e tráfico de influência como consultor, no período em que era deputado. Em 27 de março de 2006, Palocci havia sido demitido da Casa Civil após ter sido acusado pelo presidente da Caixa Econômica, Jorge Mattoso, de participação na quebra ilegal do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa. Em seguida, Dilma iniciou uma "faxina" nos ministérios que seguiu até 2012. Perderam o cargo sob suspeita de malfeitos os ministros Wagner Rossi (Agricultura), Orlando Silva (Esporte), Pedro Novais (Turismo) e Mário Negromonte (Cidades).
Em 22 de outubro de 2012, oito anos após a explosão do escândalo do mensalão, José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares, todos integrantes da cúpula do PT, foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por corrupção ativa e formação de quadrilha. Em agosto de 2014, Genoino pediu progressão de regime e passou a cumprir a pena em casa, assim como Delúbio e Dirceu.
Mas todos os escândalos até então descobertos seriam ofuscados pela Operação Lava-jato, deflagrada em 17 de março de 2014, tendo à frente o juiz Sérgio Moro, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal. Suas investigações, desdobradas em fases, levaram à descoberta do maior escândalo de corrupção do país, com o foco inicial no desvio de recursos da Petrobras. Cerca de R$ 2,9 bilhões já foram recuperados. Incentivados pela delação premiada, réus disseram que parte da propina do esquema ia para o PT.
Acusado de receber propina de contratos da Petrobras para o PT, em doações oficiais e em espécie, o ex-tesoureiro do partido João Vaccari Neto foi preso, na 10ª fase da operação, em abril de 2015, e condenadoa dez anos de prisão pelo juiz Sérgio Moro, em setembro. Na 23ª fase da Operação Lava-Jato, chamada de Acarajé, o marqueteiro das campanhas de Dilma e Lula, João Santana, foi preso junto com a sua mulher, Mônica Moura, em 22 de março de 2016. Eles são acusados de receber propina no exterior, repassada pela Odebrecht, uma das empreiteiras envolvidas no escândalo.
Poucos dias depois, chegaram à imprensa acusações do ex-líder do governo, senador Delcídio Amaral, contra Dilma e Lula no escândalo da Petrobras. Em sua delação premiada, o senador disse que ambos teriam atuado para atrapalhar as investigações da Lava-Jato. Delcídio havia sido preso em flagrante, em dezembro de 2015, ao tentar comprar o silêncio do delator Nestor Cerveró, executivo da Petrobras entre 1975 e 2014.
Na 24ª fase da operação, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi alvo da Polícia Federal. Em 4 de março de 2016, ele foi levado, coercitivamente, de seu apartamento em São Bernardo do Campo (SP) para prestar depoimento numa sala da PF no aeroporto de Congonhas. Sua relação com empreiteiras é investigada. Filhos de Lula e o braço-direito Paulo Okamoto também são alvos da operação.

Leia mais sobre esse assunto em -./acervo.oglobo.globo.com/em-destaque/os-escandalos-do-pt-desde-inicio-da-era-lula-o-terremoto-com-lava-jato-18824010#ixzz4DAlneXhf - © 2016.

Escrito na porta de um Consultório Médico

A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a "criança interna" tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra.
O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver.
E as dores caladas? Como falam em nosso corpo?
A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção.
O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos.
Existem semáforos chamados Amigos.
Luzes de precaução chamadas Família.
Ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão.
Um potente motor chamado Amor.
Um bom seguro chamado FÉ.
Abundante combustível chamado Paciência.
Mas há um maravilhoso Condutor e solucionador chamado DEUS!

A palavra não sabe o que diz - (Viviane Mosé)

Eu queria dizer uma coisa que eu não posso sair dizendo por aí... É que eu tenho medo que as pessoas desequilibrem de si, que elas caiam delas mesmas quando eu disser. Eu descobri que a palavra não sabe o que diz.. A palavra delíra, a palavra diz qualquer coisa. A verdade é que a palavra nela mesma, em si própria não diz nada. Quem diz é o acordo estabelecido entre quem fala e quem ouve. Quando existe acordo existe comunicação. Quando esse acordo se quebra ninguém diz mais nada, mesmo usando as mesmas palavras...

A palavra é uma roupa que a gente veste. Uns usam palavras curtas, outros usam roupas em excesso...existem os que jogam palavras fora, pior são os que usam em desalinho, uns usam palavras caras, outros ostentam palavras raras, tem quem nunca troca, tem quem usa dos outros. A maioria não sabe o que veste. Alguns sabem mas fingem que não, e tem quem nunca usa a roupa certa para a ocasião, tem os que se ajeitam bem com poucas peças, outros se enrolam em vocabulário de muitas, tem gente que estraga tudo que usa... e você? quais palavras você veste?? E aí eu fiz uma receita... se a palavra é uma roupa ...eu falei: mas a palavra tá suja demais... a gente usa as mesmas palavras o tempo inteiro... as palavras estão engurduradas... então eu falei: - receita pra lavar palavras sujas:
Mergulhar a palavra suja em água sanitária.
depois de dois dias de molho, quarar ao sol do meio dia.
Algumas palavras quando alvejadas ao sol
adquirem consistência de certeza. Por exemplo, a palavra vida.
Existem outras, e a palavra amor é uma delas,
que são muito encardidas pelo uso, o que recomenda esfregar e bater insistentemente na pedra, depois enxaguar em água corrente.
São poucas as que resistem a esses cuidados, mas existem aquelas.
Dizem que limão e sal tira sujeira difícil, mas nada.
Toda tentativa de lavar a piedade foi sempre em vão.
Agora nunca vi palavra tão suja como perda.
Perda e morte na medida em que são alvejadas
soltam um líquido corrosivo, que atende pelo nome de amargura,que é capaz de esvaziar o vigor da língua.
O aconselhado nesse caso é mantê-las sempre de molho
em um amaciante de boa qualidade. Agora, se o que você quer é somente aliviar as palavras do uso diário, pode usar simplesmente sabão em pó e máquina de lavar.
O perigo neste caso é misturar palavras que mancham
no contato umas com as outras.
Culpa, por exemplo, a culpa mancha tudo que encontra e deve ser sempre alvejada sozinha.
Outra mistura pouco aconselhada é amizade e desejo, já que desejo, sendo uma palavra intensa, quase agressiva, pode, o que não é inevitável, esgarçar a força delicada da palavra amizade.
Já a palavra força cai bem em qualquer mistura.
Outro cuidado importante é não lavar demais as palavras
sob o risco de perderem o sentido.
A sujeirinha cotidiana, quando não é excessiva,
produz uma oleosidade que dá vigor aos sons.
Muito importante na arte de lavar palavras
é saber reconhecer uma palavra limpa.
Conviva com a palavra durante alguns dias.
Deixe que se misture em seus gestos, que passeie
pela expressão dos seus sentidos. À noite, permita que se deite, não a seu lado mas sobre seu corpo.
Enquanto você dorme, a palavra, plantada em sua carne,
prolifera em toda sua possibilidade.
Se puder suportar essa convivência até não mais
perceber a presença dela, então você tem uma palavra limpa.
Uma palavra LIMPA é uma palavra possível.

O banquete da Sabedoria

Quer participar do banquete da sabedoria? Então te mecha, estude, pesquise, consulte, em especial, aos que podem saber mais que você, porque, se assim não proceder, recairás, exatamente no que diz:

"O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos." (Os 4:6)

E caso isto suceda, entenderá, quanto mal tem feito à tua vida, justamente por ignorar, ou menosprezar o conhecimento, que conduz à sabedoria.

"A sabedoria já edificou a sua casa, já lavrou as suas sete colunas.
Já sacrificou as suas vítimas, misturou o seu vinho e já preparou a sua mesa.
Já deu ordens às suas criadas, já anda convidando desde as alturas da cidade, dizendo:
Quem é simples volte-se para aqui. Aos faltos de entendimento diz:
Vinde, comei do meu pão e bebei do vinho que tenho misturado.
Deixai os insensatos, e vivei, e andai pelo caminho do entendimento.
O que repreende o escarnecedor afronta toma para si; e o que censura o ímpio recebe a sua mancha.
Não repreendas o escarnecedor, para que te não aborreça; repreende o sábio, e amar-te-á.
Dá instrução ao sábio, e ele se fará mais sábio; ensina ao justo, e ele crescerá em entendimento.
O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria, e a ciência do Santo, a prudência.
Porque, por mim, se multiplicam os teus dias, e anos de vida se te acrescentarão.
Se fores sábio, para ti sábio serás; e, se fores escarnecedor, tu só o suportarás.
A mulher louca é alvoroçadora; é néscia e não sabe coisa alguma.
E assenta-se à porta da sua casa ou numa cadeira, nas alturas da cidade,
para chamar os que passam e seguem direito o seu caminho.
Quem é simples, volte-se para aqui. E aos faltos de entendimento diz:
As águas roubadas são doces, e o pão comido às ocultas é suave.
Mas não sabem que ali estão os mortos, que os seus convidados estão nas profundezas do inferno." (Pv 9:1-18)

Mas, tendo ouvido aos anciãos, tendo lido os livros que te podem orientar, tendo dado ouvidos às coisas boas, às palavras certas, então, finalmente, te sentarás à mesa e usufruirás das delícias de ser um dos convidados da grande mesa do banquete da sabedoria.
E o principal da sabedoria é temer a Deus.

"Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansidão de sabedoria.
Mas, se tendes amarga inveja e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade.
Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica.
Porque, onde há inveja e espírito faccioso, aí há perturbação e toda obra perversa.
Mas a sabedoria que vem do alto é, primeiramente, pura, depois, pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia.
Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz." (Tg 3:13-18)

Que Deus abençoe a ti, tua casa, bem como à obra de tuas mãos, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, amém e amém!

(ely silmar vidal - skype: siscompar - fones: DDD (041) (TIM) 9820-9599 - (CLARO e Whatsapp) 9821-2381 - (VIVO) 9109-8374 - (OI) 8514-8333 - mensagem 070816 - O banquete da Sabedoria - imagens da internet)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.

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(ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja preservada a fonte)

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ps: - Caso queira conhecer um pouco acerca do trabalho sobre o qual o Senhor me pôs por despenseiro, visite:
www.elyvidal.com.br - (meu site pessoal)
www.cojae.com.br - (site da convenção COJAE da qual sou presidente)

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Psicanálise e religião, um casamento possível?

SÃO PAULO, terça-feira, 20 de maio de 2008 (ZENIT org).- De que forma a abordagem psicanalítica pode contribuir para aprimorar o relacionamento do homem com Deus? A esta questão responde o professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Dr. William César Castilho Pereira, que há mais de 25 anos trabalha como docente e palestrante em institutos religiosos em todo o Brasil.

Doutor William acaba de ministrar um encontro promovido pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) para formadores e psicólogos de diversos Seminários e Institutos de Vida Consagrada de todo o país. Além de seu trabalho de docente, atende em sua clínica a muitos seminaristas, sacerdotes, religiosos e religiosas.

–Psicanálise e Religião. É possível este casamento?

–Dr. William: Sim. E como todo bom casamento, é preciso preservar a singularidade de cada uma das partes. Porque todo casamento não significa fusão, e um casamento que se constitui como fusão, uma unicidade total, é terrível. É muito interessante demarcar os lugares e as posições destas partes. A religião é um campo em que o sujeito livremente tem uma relação com Deus, então o estudo da religião é exatamente entorno desta figura de Deus, desta figura do crente e desta relação que é muito ligada à questão da fé.

A psicanálise não tem nenhuma obrigação de entrar no campo da fé, não é seu objeto de estudo. Ela pode e até deve contribuir para analisar qual é a qualidade da relação deste sujeito com Deus. Esta relação pode ser saudável de forma a contribuir para que esta pessoa se estruture melhor psiquicamente, socialmente. Essa relação pode ser uma relação marcada muito mais pela história do sujeito, que poderá transferir elementos para esta relação com Deus. Por exemplo, se você tem aspectos na sua estrutura que não estão bem resolvidos com relação a seu pai, você pode transferir esta imagem de pai para Deus, então este pai pode ser um pai muito despótico, autoritário, perseguidor e altamente controlador, desta forma você poderá viver essa relação com esse Deus achando que tem uma relação profunda, religiosa. Mas na verdade o que está dominando aí é uma relação neurótica de competir, de estar duvidando, estar rivalizando com esse pai e sentindo muita culpa por causa disso, recalcando a sua agressividade.

É neste momento que a psicanálise ajudará a limpar, digamos assim, estas estruturas neuróticas que nós temos e que dificultam muito esse contato com Deus.

É possível percebermos este exemplo na vida dos místicos, eles fizeram uma caminhada muito parecida com a de quem procura a psicanálise ou algumas psicoterapias. As metáforas usadas por Santa Teresa, «As Sete Moradas», os passos que São João da Cruz dava naquele grande período de sofrimento quando passou nove meses em uma cela, a experiência de Santo Inácio nos exercícios espirituais. Se pensarmos bem, são dispositivos que acharam para se encontrar humanamente primeiro, para depois, subsequentemente, com Deus. Conheceram-se muito fortemente.

Deus é silêncio. É inefável, os místicos falam isso muito bem depois de uma certa etapa. O que você tem a dizer sobre Deus? Nada. É o nada. Essa experiência é muito interessante, pois mostra que esse processo deve ser feito por todas as pessoas. E geralmente é o contrário. Nos relacionamentos com Deus pedindo casa própria, pedindo outro corpo, pedindo curas, milagres, é uma coisa muito paternal e muito filial e que tem pouco silêncio, pouca interioridade, pouco vazio. É tudo muito cheio, pleno demais, nossas orações são muito carregadas de um preenchimento irrisório que não leva a nada.

–Poderíamos dizer que a psicanálise neste sentido poderia ser funcionar como um instrumento a mais para a purificação de nossa fé?

–Dr. William: Sem dúvida. A psicanálise pode ajudar muito uma pessoa a se encontrar mais fortemente com Deus. Recordo-me do livro do jesuíta Carlos Morano, «Crer depois de Freud». Quer dizer, logo Freud que foi considerado um grande ateu, um grande perseguidor da religião, uma pessoa que desprezou todo este componente, é a partir de Freud que você pode chegar inclusive mais próximo de Deus. Por ironia do destino.

–Você carrega em seu currículo uma longa experiência de trabalho como psicólogo em institutos religiosos, seja como docente, palestrante ou como clínico. Fale-nos sobre esta experiência?

–Dr. William: Devo marcar que sou um docente. Enquanto professor em institutos de filosofia e teologia, dediquei mais de 25 anos ministrando matérias relacionadas à psicanálise e à religião, estive próximo de formandos e formadores discutindo textos da psicanálise que poderiam contribuir com a formação religiosa. Isso envolveu pesquisas, escritas, elaboração de textos e reflexões de autores ligados à psicanálise e à religião.

Outra área é a área clínica, uma parte boa da minha clientela são religiosos, religiosas e presbíteros. Desta forma, a clínica em meu consultório tem contribuído muito para que eu estude mais, compreenda mais, a subjetividade de quem está lidando mais diretamente com Deus, o profissional do sagrado, padres e freiras. E ao mesmo tempo, entendendo as dificuldades pessoais que estas pessoas têm no exercício do próprio magistério.

A terceira área que eu trabalho é com a análise institucional. Esta é um procedimento metodológico conceitual e prático que leva grupos de religiosos ou mesmo padres presbíteros a fazerem uma análise do local onde vivem: a província, a casa de formação.

–É possível fazer um diagnóstico geral sobre as maiores dificuldades enfrentadas por estas instituições?

–Dr. William: Eu diria que o drama do religioso é o drama humano, você encontra isso perfeitamente igual na sociedade civil, laica, nas famílias, em outras instituições, coincidentemente tem algumas coisas metafóricas muito interessantes. Quando a Igreja instituiu os votos de pobreza, obediência e castidade, estes três votos representam um tripé fundamental na vida de um sujeito, as relações de poder e de saber, a questão do dinheiro e a questão da sexualidade, afetividade.

Em síntese, esse tripé quase que resume toda nossa problemática enquanto humanos. É possível ver esses três elementos como grande perfil dessa problemática em qualquer lugar. O importante é como lidar com isso e está cada vez mais claro que é preciso reprimir e recalcar o menos possível, dar lugar à fala, viver de forma transparente, aberta. Isso facilita muito. Não resolve, mas facilita. Basicamente a análise institucional é abrir a possibilidade para que estes analisadores: poder, dinheiro, sexualidade, espiritualidade, carisma, o corpo, possam ter espaço para ser falado, analisado, e reestruturado melhor no momento histórico que se está vivendo.

-:/pt.zenit.org/articles/psicanalise-e-religiao-um-casamento-possivel/
20/05/2008 - por Élison Santos - Entrevista do Dr William Castilho Pereira, psicólogo e professor pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.