Radio Evangélica

terça-feira, 23 de maio de 2017

Cicatrizes da alma



No amontoado de palavras em que se transformou a vida do sujeito, vemos uma rachadura, “cicatrizes” em formação, e por essa rachadura o que eu chamaria de as “lágrimas das cicatrizes” começam a gotejar insistentemente; exatamente esse é o ponto onde o analista colhe com seu baldinho, gota a gota, aquilo que ele realmente utilizará para saber o que verdadeiramente acontece na vida do outro… (ap. Ely Silmar Vidal)

Estou atendendo, caso haja interesse de tua parte em um atendimento psicanalítico, por favor, faça contato comigo e agendaremos um horário.
Sejam todos sempre muito bem vindos, creio que juntos poderemos fazer algo que há de colaborar para que dias melhores venham e marquem nossas vidas.

Fone: 041-99820-9599 – (TIM) e 041-99821-2381 (WhatsApp)
(Ely Silmar Vidal – psicanalista – CIP: 0001-12-PF-BR)
Visite, conheça nosso trabalho, participe e divulgue http://www.conipsi.com.br

domingo, 21 de maio de 2017

A Luz que elimina a escuridão

Nossa mente colabora conosco no dia a dia trazendo-nos a imagem da palavra dita, portanto ao falarmos cadeira, imediatamente nos vem à mente de nossos arcabouços interiores, uma ou variadas imagens do referido objeto, portanto teremos à vista de nossa mente algumas coisas que conhecemos por cadeira. E assim sucederá à palavra garfo, meia, chuveiro, etc…
Deus não fica distante disso, quando ouvimos essa palavra, imediatamente nos vem à mente figuras estereotipadas que nos remetem ao que nos foi inculcado como sendo a imagem do espelho mental que se iguala a Deus. Dessa forma, a grande maioria vê Deus como um velhinho de barbas brancas.
Apague então tudo o que te representa essa palavra e vamos verificar o que a palavra Deus quer dizer. Assim, teremos a Justiça, Amor, Paz, Cura, Esperança, Misericórdia, Verdade, Luz, enfim, chegaremos ao âmago de tudo que é a Vida!
Dito isso passamos a ver Deus de outra forma. O velhinho de barbas brancas passa agora a não representar mais o Deus de que falamos. O Deus de que falamos passa agora a ter para nós outras faces, que até então conhecemos, mas não associamos corretamente, às vezes até mesmo por puro preconceito.
Verificamos que são equivocados todos os conceitos, através dos quais lutamos para manter, como sendo então a personificação do que verdadeiramente nos parece querer significar a palavra Deus. Entendemos aqui, porque Deus, em conversa com Abraão, se auto denomina “Eu Sou”.
O objetivo desse intróito é apenas nos remeter ao debate do que representa verdadeiramente Deus.
Aos ateus, Deus e nada é a mesma coisa, no entanto ele crê na Ética, e nos valores adjacentes. Embora isso não seja o alvo desta conversa, vemos que o ateu comunga da necessidade dos mesmos princípios e valores.
E justamente a falta desses princípios e valores, e o conhecimento disso que trago como sendo Deus, é que está levando o nosso País à bancarrota, prova disso, que todos que estamos aqui, estamos com os mesmos objetivos, que acima nominei, como sendo Deus (Justiça, Amor, etc…)
Posso dizer claramente, tudo isso foi aviltado por cada um de nós, e cada um de nós temos nossa parcela de culpa em tudo isso que está acontecendo, e por isso agora é que estamos sendo usados como os propulsores para a volta da normalidade em nosso País.
Quando um dia furamos uma fila, ou enganamos a alguém, enfim, das mais diversas formas, fraudamos o princípio do que é puro, santo e sagrado e por isso somos penalizados. Trata-se exatamente da lei da ação e reação.
Por esse motivo ressalto aqui a necessidade de lutarmos para que todos nós respeitemos e cumpramos com nossos deveres, para reafirmar como diz o nosso amado dr. Hamilton “cumprindo nossos deveres, estaremos garantindo os direitos do outro”, e assim sucessivamente. Cada um de nós torna-se a garantia do direito do outro ao cumprir com seus deveres. Sem o dever cumprido não há direito a ser requisitado.
E encerrando, então, vemos a necessidade de nos voltarmos àquilo que nos é caro, para que então nossa terra seja sarada e curada e lavada e remida pelo Sangue do Cordeiro, e para que assim possamos vir a usufruir das benesses de viver bem e em harmonia com o todo.
Desejo a todos a Paz que excede a todo entendimento e que assim possamos seguir em frente, nos rumos da verdadeira harmonia que é o Eterno “YHVH”, ou o autodenominado “Eu Sou”.
Que Ele abençoe a cada um de nós, no nome Santo de Jesus, que é o Cristo de Nazaré, que confirmou na carne e no sangue, tudo o que está escrito, a fim de que tivessemos a revelação de que, Ele, Cristo, no princípio era o Verbo, a Palavra, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus e continua desde sempre e para sempre, amém e amém!
(ap. Ely Silmar Vidal – skype: siscompar – fones: 041-41-99820-9599 (TIM) – 021-41-99821-2381 (CLARO e WhatsApp) – 015-41-99109-8374 (VIVO) – 014-41-98514-8333 (OI) – mensagem 180513 – A Luz que elimina a escuridão – imagens da internet)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.
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quinta-feira, 18 de maio de 2017

O Brasil, com esse Tribunal, não tem nenhuma chance de sair do buraco



O general Augusto Heleno atacou os ministros do STF que soltaram os presos da Lava Jato.
Sua nota foi publicada por Eliane Cantanhêde, do Estadão.
Leia aqui:
“Será que os doutos Ministros do STF avaliam o mal que têm causado ao país?
Ou o Olimpo em que vivem os afasta totalmente da consciência nacional?
Façam uma pesquisa para avaliar o que a população honesta pensa, hoje, da instituição em que militam.
Vossas Exas votam calcados em saber jurídico?
Não parece.
Para a imensa maioria, fingem fazê-lo. Em votos prolixos e tardios, dão vazão a imensuráveis vaidades, a desavenças pessoais e a discutíveis convicções ideológicas.
Hoje, transmitem à Nação, alarmada pela criminalidade e corrupção que se alastram, uma lamentável insegurança jurídica e uma frustrante certeza da impunidade.
Passam a sensação de que o Brasil, com esse Tribunal, não tem nenhuma chance de sair do buraco; e colocam em sério risco nossa combalida e vilipendiada “democracia”.
Sabemos que são professores de Deus e lhes pedimos,apenas, que desçam do pedestal e coloquem o Brasil acima de tudo”.
(“O Brasil, com esse Tribunal, não tem nenhuma chance de sair do buraco” – 03/05/17 – O Antagonista)
(ap. Ely Silmar Vidal – skype: siscompar – fones: 041-41-99820-9599 (TIM) – 021-41-99821-2381 (CLARO e WhatsApp) – 015-41-99109-8374 (VIVO) – 014-41-98514-8333 (OI) – mensagem 030517 – O Antagonista – O Brasil, com esse Tribunal, não tem nenhuma chance de sair do buraco – imagens da internet)
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domingo, 2 de abril de 2017

Professora acredita ser uma TransRacial

Vivemos num mundo onde tudo parece transitório, como bem observou Fernando Pessoa, um mundo “trans”. Nada parece ter forma fixa. Tudo parece fluído, em constante transformação. “Trans” virou sufixo constantemente usado para criar novas palavras. Temos não apenas os transexuais, mas também os transespecistas, estes são os que teoricamente transitam entre diferentes espécies. Temos o exemplo de uma jovem que acredita ser uma gata, ou o do brasileiro que alega ser um “sereio”. Há até os “transplanetários”, cujo exemplo recente é o do americano que gastou mais de R$ 150 mil para se parecer um ET. Além destes, temos agora mais uma palavra “trans” no vocabulário, os transraciais, que são os indivíduos que optam por pertencer a uma raça diferente de sua ancestralidade genética.
A questão dos transraciais foi levantada por Rachel Dolezal. Professora universitária de estudos africanos nos EUA, ela se apresentava como negra e liderava movimentos pela causa dos afrodescendentes. Com cabelos bem encaracolados e pele bronzeada, apesar dos olhos verdes, ela passava facilmente como tendo ancestralidade negra. Rachel inclusive chegou a apresentar um homem negro como sendo seu pai. Contudo, em 2015 seus verdadeiros pais vieram à mídia dizer que era tudo mentira. Rachel não tinha sangue negro. Era descendente de europeus alemães e tchecos. Fotos de sua juventude foram a público, e o que vemos é uma jovem de pele clara e lisos cabelos loiros. Revelada a verdade, a polêmica teve repercussões globais. Rachel perdeu seu emprego e seu cargo na liderança de um movimento negro. Agora ela afirma que está tendo dificuldades para voltar ao mercado de trabalho. Não é por menos, um caso assim mancha a biografia de qualquer um.
Esta semana Raquel Dolezal voltou a aparecer nos jornais. Ela diz ser uma transracial, ou seja, alguém que nasceu numa raça – no caso, a branca – mas optou ser de outra raça – a negra – porque não se identifica psicológica e socialmente como uma branca. Para Rachel o conceito de raça não é biológico, mas social. Portanto, uma pessoa pode mudar de raça ao longo da vida. O paralelo aqui com o argumento dos transexuais fica óbvio, como bem destaca a própria Rachel: “Eu acredito que a palavra transracial se tornou socialmente útil para se descrever a fluidez e a identidade racial. Eu acho a comparação útil – o gênero é compreendido, a discussão progrediu, evoluiu, as pessoas entenderam que gênero não é binário, não é nem mesmo biológico. A raça também não é um fator biológico – na verdade, a raça é ainda menos biológica do que o próprio gênero, se você pensar na história e nos nossos corpos.”
É evidente que o argumento é falho em sua origem pelo mesmo motivo que a Ideologia de Gênero é fundamentada numa mentira, ou seja, que o sexo é social, não biológico. E para sustentar uma mentira inventaram o conceito de gênero em oposição ao conceito de sexo. Mas a biologia não mente. Em cada célula do corpo o DNA prova que a diferença entre homem e mulher é fundamentada na biologia. O sujeito que nasceu homem pode depois achar que é mulher, mas isso não muda seu DNA. Alguém pode achar igualmente que é um gato, um cachorro ou até espécies imaginárias, como sereia e ET. A crença individual não muda os fatos objetivos da vida: a genética não muda por vontade do indivíduo. A realidade se impõe. A pós-modernidade, contudo, vive a brigar contra a realidade, inventando nessa batalha realidades paralelas, fictícias. Parecem odiar a realidade. Alguém pode se sentir um urso, mas isso não o fará hibernar. Alguém pode querer voar, mas isso não transformará seus braços em asas. Uma mulher pode querer ser homem, mas a pura vontade não fará seu corpo produzir esperma.
Pessoas devem ser reconhecidas por seus atos, não por sua raça ou sexo. A militância, contudo, faz com que o centro de gravidade da vida se volte para o sexo e para a raça. Isto é que faz a militância feminista, a militância gay, o movimento negro e até a militância da supremacia branca. Todas essas militâncias reduzem o ser humano. Uma pessoa nasce negra ou branca, mulher ou homem. Estes não são fatores de orgulho, nem devem orientar a vida. Os negros conquistaram sua liberdade, as mulheres seus direitos. O movimento negro e o feminista, portanto, se esvaziaram. Cumpriram seu papel histórico e não são mais necessários.
O conceito de transracialismo, pensando bem, é bem menos fascista do que as políticas de cotas raciais que herdamos da era PT. Com as cotas em vestibulares e concursos, muitos brancos passaram a se declarar negros para ter acesso ao privilégio da cota. Para evitar isso, comitês foram criados para avaliar se o sujeito é mesmo negro. Temos aqui um sistema nazista. Num país tão miscigenado como definir quem é negro ou não? E um mulato, concorre à cota apenas pela sua metade negra? E sua metade branca não ganha a cota? E alguém que aparenta ser branco, mas possui um bom percentual de ancestralidade negra, ganha a cota? Muito mais simples e menos fascista é o conceito de Raquel Dolezal de transracialidade. Se o individuo se considera negro, que assim seja para questões de cota racial. Engano meu, cotas raciais, transracialidade, ideologia de gênero, feminismo e tantas outras invenções pós-modernas são baseadas em erros e mentiras, em radicalismos políticos; são frutos de um tempo que perdeu a conexão com a realidade concreta.
(Professora acredita ser uma TransRacial – Sobre o autor: Antonio Pinho é mestre, bacharel e licenciado em Letras pela UFSC, e atua como professor e escritor – 31/03/2017 – publicado pelo Instituto Liberal)
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Manual de como Dialogar com um PeTista

Manter diálogo com um petista é uma tarefa desafiadora que requer preparo, jogo de cintura e sobretudo bastante controle emocional. O primeiro passo é conhecer bem o perfil do interlocutor. O biotipo ‘homo petistus’ deve ser compreendido dentro da totalidade de seu universo particular.
Inicialmente, devemos saber se a pessoa em questão é de fato um autêntico exemplar da espécie. Há maneiras empiricamente comprovadas de identificá-lo em poucos segundos. Faça um teste simples. Fale com ele sobre “os benefícios da Operação Lava Jato para o país”, “a falta de liberdade em Cuba” ou “a morte de Celso Daniel”. Se ele mudar de assunto, pode apostar: é petista! Um método menos constrangedor é perguntar-lhe casualmente qual o último presidente eleito: se responder que foi a “PRESIDENTA” Dilma, entregou o jogo: petista!
Obviamente, ninguém nasce petista. As pessoas nascem ‘normais’, sem rótulos, crescem, fazem escolhas durante a vida, desenvolvem-se. Ao petista, esses passos são sempre mais difíceis pois são acompanhados de julgamentos críticos e sentimentos de culpa. Ao contrário dos demais mortais, o petista é desprovido do dom do livre arbítrio que lhe é retirado durante a fase escolar. Desde cedo, o noviço que só queria brincar, namorar e ser feliz é aterrorizado e subjugado por questões dramáticas como a “influência nefasta da globalização nos mercados emergentes” ou “os efeitos negativos do neoliberalismo sobre a distribuição de renda”.
Os conceitos embutidos pelos educadores (petistas) em seu cérebro cristalizam-se e transformam-se em verdades absolutas. Para ele, a diversidade, celebrada em questões raciais ou sexuais, é inadmissível do ponto de vista político, onde questionamentos são inconcebíveis.
O pensamento binário do petista pode ser sintetizado em dois princípios básicos: 1) todo tucano é inimigo, 2) todo inimigo é tucano. Nem tente argumentar que a realidade é mais complexa. Ele não vai processar essa informação.
A intolerância aos tucanos se contrapõe à condescendência a políticos de estirpe diversa como Sarney, Maluf ou Collor, poupados por terem sido aliados de ocasião. No universo petista não existe motivação lógica, ideológica ou epistemológica. A questão se resume ao preceito: mais vale um aliado corrupto do que um desafeto íntegro. Ou, em outras palavras, “quem não está por nós, está contra nós”.
E dá-lhe votar contra tudo que não é obra do PT: Constituição de 88? Foram contra. Plano Real? Contra. Lei de Responsabilidade Fiscal? Contra. E já podemos antever: Reforma na previdência? Serão contra. Reforma política? Contra. Reforma tributária? Contra. Reforma do judiciário? Contra. Reforma trabalhista? Contra. Reforma penal? Contra. Contra, contra, contra. São apenas a favor deles mesmos.
Para combater o purismo petista, seja tolerante e agregador. Não seja “contra” eles. É uma forma de mostrar-lhes que o mundo pode ser mais interessante quando incorporamos alternativos pontos de vistas.
De nada adiantará deixá-los irritados, lembrando maldosamente que, em 2014, os petistas votaram em Temer para vice. Dizer que o Lula está sendo investigado por corrupção, então, é motivo de rompimento definitivo de relações. Jamais mencione isso. Seria o mesmo que pedir a um muçulmano para admitir que Maomé é imperfeito. Há dogmas que não devem ser profanados.
Também não incorra no erro comum de tentar entender o PT como partido político, o que só provoca estéreis discussões ideológicas. Entenda o PT como uma seita ou um time de futebol. E seus correligionários como sua torcida organizada. O petista empunha bandeira, veste orgulhoso sua camiseta vermelha e encara seus integrantes como ídolos a serem venerados. Pouco importa sua idoneidade moral ou seu pensamento político. O que interessa é que ele joga no seu time. Você já tentou convencer um membro da Gaviões da Fiel que o Palmeiras pode ser melhor opção do que o Corinthians? É o mesmo. Não lhe peça uma reflexão ou uma autocrítica. Seria exigir demais da criatura.
Compreenda-o como uma criança birrenta e trate-o com amor para abrandar seu ódio perene. Ele tem qualidades. É aguerrido, perseverante e tem sensibilidade artística latente (embora nunca abra mão de exercer o patrulhamento ideológico dos ídolos). Aprecia bons filmes (com conteúdo social) e bons livros (de autores de esquerda). Um diálogo construtivo com esse ente pode ser gratificante para ambas as partes.
Não se furte a reconfortá-lo nesse momento difícil para ele. Não é só por causa da queda da Dilma. Seus ídolos também se tornaram escassos e medíocres. Antes louvava Guevara e Mao Tse Tung, hoje só tem Maduro e Kim Jong-un. Admirava Celso Furtado e Darcy Ribeiro, hoje cultua Jean Wyllys e Ciro Gomes. Antes recitava Adorno e Marcuse, hoje cita a Mídia Ninja e o blog do Sakamoto. Sua leitura de cabeceira era O Capital, hoje é a Carta Capital. Preconizava a revolução do proletariado, hoje defende o bolsa-família.
Um último recado: embora a maioria deles se declare ateu, não leve a sério. Eles acreditam sim em Deus. Para eles, deus vive entre nós e tem barba. E só quatro dedos na mão esquerda.
(Manual de como Dialogar com um PeTista – Sergio Sayeg)
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