Não creio sinceramente que Bolsonaro fique com lama nas costas, por
conta do que está acontecendo no caso Queiróz.
Queiróz me parece mais um dos casos a que a esquerda se agarra, quando
pode levar um de seus inimigos ao banco dos réus.
Pois bem, sinto muito, mas não consigo entender, a pressa da esquerdalha
em ter o Queiróz na cadeia, até porque a esquerda não gosta muito de
gente presa.
Bem, quer dizer, eles não gostam de gente deles presa, o restante pode
ser sim preso, inclusive sem trânsito em julgado, e sem maiores
delongas, ou seja, não precisam nem investigar, porque quando a esquerda
investiga, especialmente dos seus inimigos, eles o fazem com abundância
de provas, mesmo que essas provas não existam.
Vejam os casos do:
- Apedeuta por exemplo, mesmo com trânsito em julgado, é inocente,
porque a esquerda não admite que seus pares sejam presos;
- A "Amante", esta não precisa de provas, e mesmo havendo, quem dirá que
de fato surtirão efeitos?
- Os filhos do apedeuta (dois filhos não são contemplados aqui, por
falta de elementos):
Lurian Cordeiro Lula da Silva, por exemplo, até onde consta, era a
responsável por uma entidade que geria distribuição de Bolsa Família,
mas que simplesmente sumiu, e ao que consta, nem mesmo houve a prestação
de contas de alguma importância já vinculada à época;
Fábio Luís, alvo da operação Zelotes;
Luís Cláudio alvo da operação Zelotes.
Bem, se temos que ficar abestalhados com escândalos, vamos fazer uma
pincelada em alguns casos, lembrando apenas que esquerdopatas não têm
medo e menos ainda vergonha de escândalos, afinal, nos círculos
esquerdopatas, bandidagem pouca é bobagem:
- A senhora: Maria Joana, assessora da senadora Ana Júlia de Vasconcelos
Carepa (PT-PA), movimentou cerca de 2 milhões de reais;
- houve o caso da menina de 14 anos, L.S.P., que foi presa em Abaetetuba
por furto e mantida em uma cela com 20 presos, durante 26 dias, servindo
de lanchinho para os presos em questão. Sendo estuprada por diversos
durante todos os dias.
Interessante foi o delegado geral da Polícia Civil, Raimundo Benassuly
Maués Júnior, que era amigo íntimo da Ana Carepa, que ao depor na
Comissão de Direitos Humanos do Senado, tachou a menina como "débil
mental", porque ela não comunicou ser de menor, como se o fato de ser de
maior justificasse que ela estivesse em uma cela com 20 homens.
Nessa ocasião Carepa estava em Brasília, fez duras críticas ao delegado,
exonerou-o, porém, em seguida, reconduziu-o ao cargo;
- Mas Carepa gosta mesmo é de causar, e por esse motivo, tinha uma
performer Élida Braz, que além de DJ, atuava como stripper, onde
exibia-se com uma cobra;
- Um convênio indecente de R$ 3,7 milhões com o Aeroclube do Pará, onde
a figura do presidente era o à época namorado de Ana Carepa;
- Mais de 200 bebês mortos na Santa Casa de Misericórdia;
- Kits Escolares superfaturados;
- Escândalos de corrupção generalizada, foram reveladas nas auditorias
da AGE em secretarias, autarquias e fundações do governo;
- Convênio firmado com dispensa de licitação no valor de R$ 20 milhões,
entre a Construtora Delta e a Polícia Militar do Estado, na locação de
450 carros;
- E o repasse, através do governo do Estado de mais de R$ 40 milhões
para um Hangar, sem licitação;
- Aquisição de cinco mil cestas básicas, o interessante é que foi para
que essas cestas fossem distribuídas durante a campanha eleitoral;
- E apenas para que fique registrado o caráter autocrático da nobre
senhora, a censura da Rádio Tabajara.
A assessora de André Luiz Ceciliano (PT-RJ), Elisângela Barbieri,
movimentou cerca de 26,5 milhões de reais;
Entre outros inúmeros problemas, por exemplo o João de Deus, também tem
movimentações muito intensas de milhões e também não é observado pelo COAF.
(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
do CIEP - Clube de Imprensa Estado do Paraná)
Contato:
(41) 99109-8374 (Vivo)
(41) 99821-2381 (WhatsApp)
Mensagem 261218 - COAF - Queiróz, família Bolsonaro e outros - (imagens
da internet)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos
iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos
contigo.
Se esta mensagem te foi útil, e achas que poderá ser útil a mais alguém,
ajude-nos:
(ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja preservada a fonte)
leia este texto completo e outros em:
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#bandeiradoBrasilnajanela
Radio Evangélica
domingo, 6 de janeiro de 2019
sábado, 5 de janeiro de 2019
Guerra ao novo governo
E isso é somente o começo, não pensem que as coisas vão se acalmar,
porque isso não vai acontecer.
Pelo menos não enquanto não extinguir com o Foro de São Paulo e com seus
tentáculos:
STF = Supremo Tribunal Federal;
MST - Movimento sem Terra;
MTST = Movimento dos Trabalhadores sem Teto;
CUT - Central Única de Trabalhadores;
OAB - Ordem dos Advogados do Brasil;
PT, PSOL, PC, PC do B, REDE, e inúmeros outros mecanismos que funcionam
travestidos de partidos políticos e que não passam de quadrilhas
organizadas, prontas para promover o caos, colaborando assim, com a
destruição da Lei e da Ordem.
Citei apenas algumas entidades, mas o buraco é mais embaixo e ainda não
temos ideia do que verdadeiramente vai acontecer no País, nas próximas
horas.
Dir-se-ia e não sem razão, que estamos no começo do fim. Mas, para que
possamos vislumbrar o fim, por um tempo teremos menos ainda do que
tínhamos de paz, de tranquilidade, de Lei e de Ordem.
Dá para se dizer que só Deus acima de tudo, para conduzir os nossos
bravos para a transformação que se faz necessária neste País.
(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
do CIEP - Clube de Imprensa Estado do Paraná)
Contato:
(41) 99109-8374 (Vivo)
(41) 99821-2381 (WhatsApp)
Mensagem 050119 - Guerra ao novo governo - (imagens da internet)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos
iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos
contigo.
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porque isso não vai acontecer.
Pelo menos não enquanto não extinguir com o Foro de São Paulo e com seus
tentáculos:
STF = Supremo Tribunal Federal;
MST - Movimento sem Terra;
MTST = Movimento dos Trabalhadores sem Teto;
CUT - Central Única de Trabalhadores;
OAB - Ordem dos Advogados do Brasil;
PT, PSOL, PC, PC do B, REDE, e inúmeros outros mecanismos que funcionam
travestidos de partidos políticos e que não passam de quadrilhas
organizadas, prontas para promover o caos, colaborando assim, com a
destruição da Lei e da Ordem.
Citei apenas algumas entidades, mas o buraco é mais embaixo e ainda não
temos ideia do que verdadeiramente vai acontecer no País, nas próximas
horas.
Dir-se-ia e não sem razão, que estamos no começo do fim. Mas, para que
possamos vislumbrar o fim, por um tempo teremos menos ainda do que
tínhamos de paz, de tranquilidade, de Lei e de Ordem.
Dá para se dizer que só Deus acima de tudo, para conduzir os nossos
bravos para a transformação que se faz necessária neste País.
(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
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O ponto de vista do Joabson
Joabson João da Silva Barbosa, contabilista, teólogo e jornalista,
devidamente credenciado pelo CIEP - Clube de Imprensa Estado do Paraná,
e a vista do seu ponto.
Neste áudio ele nos mostra a visão de um paraibano porreta, que luta por
seus ideais, e que quer, e busca por um País melhor, ainda que seja à
custa de muita luta.
(Joabson João da Silva Barbosa - Teólogo, Contabilista, e Jornalista do
CIEP - Clube de Imprensa Estado do Paraná)
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Mensagem 050119 - O ponto de vista do Joabson - (imagens da internet)
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Neste áudio ele nos mostra a visão de um paraibano porreta, que luta por
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(Joabson João da Silva Barbosa - Teólogo, Contabilista, e Jornalista do
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Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos
iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos
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O preço pode ser caro. Quem dá mais?
Pois é minha gente... O novo governo que mal começou, encontra em seu
caminho, inúmeras pedras.
Eis uma outra pedra que promete incomodar.
Como diz aquela cançãozinha: "Um elefante incomoda muita gente..."
E neste caso o elefante, parece ser um tal Marun, ou Carlos Eduardo
Xavier Marun.
Bem, não poderia ser diferente, daqueles que são abraçados em todos os
governos, ou seja, este também é um MDB velho de guerra.
É claro que é um homem que tem uma grande capacidade de articulação, por
que, quantos e quais motivos, fica um pouco difícil de precisar, mas,
não se descarta a opção de mais uma das grandes armadilhas deixadas pelo
Temer, para o novo ocupante do cargo e uma espécie de ponte que o
Bolsonaro possa vir a ter que passar para alguma articulação importante
que surja no meio do caminho.
Já dizia o poeta: "No meio do caminho tinha uma pedra..." e essa pedra é
o Marun.
Esse Marun inclusive, por um motivo que se desconhece, já entra
agressivo com o general Mourão
"Não é ilegal, mas não foi ético!" disse Mourão, ao que o Marun desdenha
de imediato, como se o general Mourão, neste governo, fosse o mesmo
vice, de muitos outros.
É claro que ele subestima o potencial de um grande homem, e se ampara em
uma história de vida política, que não o ampara totalmente, mas na qual
ele se agarra como agarrado está.
"Não me interessa o que pensa Mourão", diz Carlos Marun.
Penso não ser esta uma resposta adequada de um homem que embora, de fato
somente o presidente o possa demitir, pretende circular nos mais altos
salões e com certeza irá deparar-se inúmeras vezes, com esse que agora
ele diz não querer saber o que pensa.
Marun se mostra um homem perigoso, que quer passar qual uma esteira
sobre seus inimigos, ou sobre quem se coloque à sua frente.
Esta será uma grande prova de fogo, uma queda de braço e vejo que de um
lado estará o general Mourão.
Muitos já terão delineado, inclusive as respostas que Mourão deve dar,
ou os caminhos que o governo deverá seguir, mas a experiência me diz: "o
sapateiro não deve ir além das sandálias".
Marun teve sua nomeação para conselheiro de Itaipu no apagar das luzes
do governo Michel Temer, e isso, desgosta a inúmeros brasileiros e não
somente ao Mourão. Toda pessoa de bem deste País, e que conhece
minimamente a história política, tem algo contra a nomeação de Marun
para qualquer cargo público, afinal de contas, Marun neste momento, está
sendo investigado pelo STF.
E o vice-presidente, que inclusive, já nos primeiros dias, deverá ocupar
o cargo de Presidente da República Federativa do Brasil, por força da
operação de Bolsonaro. já pautada, à jornalista Andréia Sadi, afirmou
que essa nomeação não passava de um prêmio e que portanto, não foi
"ética". E não utilizando luvas de pelica, sugere que Jair Bolsonaro
reveja essa situação.
Ao que Marun coloca ver pelo lado bom, que quem nomeia esses
conselheiros são os presidentes, e que ele fora nomeado por um, além de
ter sido mantido por outro. E que, mediante isso, não lhe interessa o
que pensa o general Mourão a esse respeito.
Bem, afora o fato de haver em jogo um salário de R$ 27 mil para
participar de reuniões bimestrais, é minimamente perigosa a manutenção
de um homem que já entra querendo, ou mesmo ocasionando um
enfrentamento, com o braço direito do governo que ora se inicia, ainda
mais levando em conta seu histórico pessoal.
Vamos estar atentos, pois as apostas começaram, e alguns apostarão em
Marun, outros em Bolsonaro, e outros ainda no fato de que, para se
ocupar um cargo nos altos escalões a pessoa terá que estar muito próxima
à máxima de Caio Júlio Cesar:
"Á mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta".
Muitos de nós, querem um bom e novo governo, poucos no entanto, pagariam
por esse bom e novo governo.
(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
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caminho, inúmeras pedras.
Eis uma outra pedra que promete incomodar.
Como diz aquela cançãozinha: "Um elefante incomoda muita gente..."
E neste caso o elefante, parece ser um tal Marun, ou Carlos Eduardo
Xavier Marun.
Bem, não poderia ser diferente, daqueles que são abraçados em todos os
governos, ou seja, este também é um MDB velho de guerra.
É claro que é um homem que tem uma grande capacidade de articulação, por
que, quantos e quais motivos, fica um pouco difícil de precisar, mas,
não se descarta a opção de mais uma das grandes armadilhas deixadas pelo
Temer, para o novo ocupante do cargo e uma espécie de ponte que o
Bolsonaro possa vir a ter que passar para alguma articulação importante
que surja no meio do caminho.
Já dizia o poeta: "No meio do caminho tinha uma pedra..." e essa pedra é
o Marun.
Esse Marun inclusive, por um motivo que se desconhece, já entra
agressivo com o general Mourão
"Não é ilegal, mas não foi ético!" disse Mourão, ao que o Marun desdenha
de imediato, como se o general Mourão, neste governo, fosse o mesmo
vice, de muitos outros.
É claro que ele subestima o potencial de um grande homem, e se ampara em
uma história de vida política, que não o ampara totalmente, mas na qual
ele se agarra como agarrado está.
"Não me interessa o que pensa Mourão", diz Carlos Marun.
Penso não ser esta uma resposta adequada de um homem que embora, de fato
somente o presidente o possa demitir, pretende circular nos mais altos
salões e com certeza irá deparar-se inúmeras vezes, com esse que agora
ele diz não querer saber o que pensa.
Marun se mostra um homem perigoso, que quer passar qual uma esteira
sobre seus inimigos, ou sobre quem se coloque à sua frente.
Esta será uma grande prova de fogo, uma queda de braço e vejo que de um
lado estará o general Mourão.
Muitos já terão delineado, inclusive as respostas que Mourão deve dar,
ou os caminhos que o governo deverá seguir, mas a experiência me diz: "o
sapateiro não deve ir além das sandálias".
Marun teve sua nomeação para conselheiro de Itaipu no apagar das luzes
do governo Michel Temer, e isso, desgosta a inúmeros brasileiros e não
somente ao Mourão. Toda pessoa de bem deste País, e que conhece
minimamente a história política, tem algo contra a nomeação de Marun
para qualquer cargo público, afinal de contas, Marun neste momento, está
sendo investigado pelo STF.
E o vice-presidente, que inclusive, já nos primeiros dias, deverá ocupar
o cargo de Presidente da República Federativa do Brasil, por força da
operação de Bolsonaro. já pautada, à jornalista Andréia Sadi, afirmou
que essa nomeação não passava de um prêmio e que portanto, não foi
"ética". E não utilizando luvas de pelica, sugere que Jair Bolsonaro
reveja essa situação.
Ao que Marun coloca ver pelo lado bom, que quem nomeia esses
conselheiros são os presidentes, e que ele fora nomeado por um, além de
ter sido mantido por outro. E que, mediante isso, não lhe interessa o
que pensa o general Mourão a esse respeito.
Bem, afora o fato de haver em jogo um salário de R$ 27 mil para
participar de reuniões bimestrais, é minimamente perigosa a manutenção
de um homem que já entra querendo, ou mesmo ocasionando um
enfrentamento, com o braço direito do governo que ora se inicia, ainda
mais levando em conta seu histórico pessoal.
Vamos estar atentos, pois as apostas começaram, e alguns apostarão em
Marun, outros em Bolsonaro, e outros ainda no fato de que, para se
ocupar um cargo nos altos escalões a pessoa terá que estar muito próxima
à máxima de Caio Júlio Cesar:
"Á mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta".
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
Em 1993 o jornalismo já estava PTralhando
"Eu não dou a menor importância ao que os jornalistas dizem. Se eu desse
importância ao que os jornalistas dizem, eu já teria me suicidado a uns
5 ou 6 anos.
Os jornalistas passaram anos dizendo que eu era gênio, e eu tive a
genialidade de não levar isso a sério, não é agora que me chamam de
idiota que eu vou cometer a idiotice de acreditar.
O jornalismo está 95% entregue ao PT."
Esta declaração foi dada em 1993, portanto 7 anos antes da chegada do PT
ao poder, bem antes do aparelhamento que promoveram em todas as esferas
da República." (Chico Anysio ao Roda Viva em 21/06/1993)
Se alguém duvida, peço apenas que leve em conta que quem está dando a
declaração, é nada menos que Francisco Anysio de Oliveira de Paula
Filho, conhecido artisticamente como Chico Anysio, nascido a 12 de abril
de 1931 e falecido a 23/03/2012, e que portanto, em 1993 estava com 62
anos de idade e quem o conheceu, sabe que àquela época, ali estava um
homem que gosava da plenitude de suas faculdades mentais; além do fato,
de que, circulando pelos corredores da Globo como sempre circulou e com
a desenvoltura que teve, falava do que sabia e do que entendia.
(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
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importância ao que os jornalistas dizem, eu já teria me suicidado a uns
5 ou 6 anos.
Os jornalistas passaram anos dizendo que eu era gênio, e eu tive a
genialidade de não levar isso a sério, não é agora que me chamam de
idiota que eu vou cometer a idiotice de acreditar.
O jornalismo está 95% entregue ao PT."
Esta declaração foi dada em 1993, portanto 7 anos antes da chegada do PT
ao poder, bem antes do aparelhamento que promoveram em todas as esferas
da República." (Chico Anysio ao Roda Viva em 21/06/1993)
Se alguém duvida, peço apenas que leve em conta que quem está dando a
declaração, é nada menos que Francisco Anysio de Oliveira de Paula
Filho, conhecido artisticamente como Chico Anysio, nascido a 12 de abril
de 1931 e falecido a 23/03/2012, e que portanto, em 1993 estava com 62
anos de idade e quem o conheceu, sabe que àquela época, ali estava um
homem que gosava da plenitude de suas faculdades mentais; além do fato,
de que, circulando pelos corredores da Globo como sempre circulou e com
a desenvoltura que teve, falava do que sabia e do que entendia.
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Aço, Selva e uma junta militar trabalhando
Para a posse do General Fernando Azevedo e Silva, ministro da Defesa do
Brasil, no governo Bolsonaro, foi feito o seguinte pronunciamento, neste
dia 02/01/2019.
Nessa situação percebe-se os olhos marejados do General Eduardo Dias da
Costa Villas Bôas, e a voz embargada do Presidente da República Jair
Messias Bolsonaro.
"E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu
testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte." (Ap 12:11)
Não precisava falar mas, hierarquia, disciplina, e respeito é que fará
do Brasil uma grande nação.
Meu muito obrigado Comandante Villas Bôas, o que nós já conversamos,
morrerá entre nós, mas o senhor é um dos responsáveis por eu estar aqui.
Muito obrigado mais uma vez.
Autoridades que me permitam não nominá-las, para ser o mais breve
possível, muito obrigado pela presença.
Especial ao Dias Tóffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal e Srª
Raquel Dodge, do MP.
Um breve histórico, já que falamos sobre defesa. Fui amigo do Sr
Leônidas Pires Gonçalves, então ministro do Exército a partir de 2002.
Muito conversava com ele, inclusive em sua residência, e ele me
reportava sempre nos contatos que teve com o então Presidente da
República José Sarney. Em um dado momento em uma sessão solene do
Senado, usei da palavra, já que era uma sessão conjunta e me reportei a
esse fato, saudando José Sarney, que sempre quando findava o ano ele
arranjava uma maneira de conseguir recursos extras, para contemplar as
Forças Armadas com o equivalente a um bilhão de dólares. E diga-se de
passagem, não havia contingenciamento naquele momento.
Com o Sarney tivemos também o 13º salário. Depois tivemos o senhor
Fernando Collor de Mello, eu não posso deixar de citar a lei delegada
número 12, onde vossa excelência conseguiu e por intermédio dela
reestruturou a nossa carreira criando a gratificação de atividade
militar. Muito obrigado pelo reconhecimento.
Depois tivemos também o senhor Itamar Franco, onde no meio de seu
mandato, nós tivemos aqui uma dita isonomia salarial. Durou pouco tempo,
mas foi bem-vinda.
Depois tivemos um outro governo, o senhores sabem qual foi, tivemos
alguns problemas, em especial comigo, mas prosseguimos a nossa jornada.
Criou-se em 1999 o Ministério da Defesa, apenas 3 deputados votaram
contra a criação do Ministério da Defesa.
Com o entendimento de um deles que era eu, é que ele não estava vindo
por uma necessidade militar, mas sim, por imposição política, e tudo se
transformaria em uma incerteza a partir daquele momento.
E obviamente em que pesem alguns bons ministros civis que tivemos,
prezado Raul Jungman, como regra, nós fomos um tanto quanto esquecidos.
E esquecidos porque?
Porque as Forças Armadas, senhor ministro Tóffoli, senhora Raquel Dodge,
são na verdade, um obstáculo para aqueles que querem usurpar do poder.
Temos como herança desse governo que citei agora pouco, a medida
provisória 2215, que esperamos prezado ministro Fernando, não deixá-la
completar 19 anos.
O tempo passou, as nossas Forças Armadas sofreram um brutal desgaste,
perante a classe política, mas não junto ao povo brasileiro, que
continuam acreditando em nós.
E as Forças Armadas, sempre refutaram a citação de sociedade civil, que
somos uma sociedade só.
E hoje em dia, a situação que estou aqui, a situação que o Brasil chegou
é uma prova inconteste de que o povo em sua grande maioria, quer
hierarquia, quer respeito, quer ordem e quer progresso.
E todo aquele nosso trabalho ao longo de 4 anos na verdade quando
comecei a andar pelo Brasil sozinho, buscando viabilizar a possibilidade
de uma eleição, eu cumpri, escolhendo ministros técnicos para suas
respectivas áreas e a Defesa não poderia fugir à regra.
Obviamente o presidente Temer se antecipou e escolheu um bom ministro da
Defesa, assim como poderiamos aqui ter dezenas de bons ministros da
defesa, como ter dezenas de bons Presidentes da República.
E a grande verdade que fica em toda essa história, nós queremos o bem
para o Brasil. Mais do que defender a Pátria, o que nós queremos é fazer
esta Pátria grande, e só a faremos se tivermos ao nosso lado uma boa
equipe, onde todos conversam entre si, onde não há a ingerência político
partidário que lamentavelmente como ocorreu nos últimos vinte anos,
levou à ineficácia do Estado e à triste corrupção.
Mas o momento hoje é para saudar a chegada de um sangue novo na defesa,
o general Fernando, meu colega, contemporâneo da Academia Militar das
Agulhas Negras. Que pega obviamente um ministério da defesa mais do que
bem arrumado pelo Silva e Luna, um excelente homem que eu pretendo sim,
se for do interesse dele, aproveitá-lo em nosso governo.
Ele não vai botar o pijama não, tenham certeza disso.
Se estou aqui é por que acredito nos senhores e nas senhoras. E se os
senhores e as senhoras estão aqui é porque acreditam no Brasil.
E uma prova inconteste do valor das Forças Armadas, foi quando escolhi
que a decisão foi pessoal e minha, obviamente ouvi meus colegas, mas a
decisão final, só poderia ser minha. Escolhi honrosamente para ocupar o
cargo de vice-presidente da república, um general do exército
brasileiro. A continência tem que ser simultânea porque eu digo para ele
que eu não sou mais capitão e nem ele é mais general, nós somos soldados
do Brasil.
Prezado general Fernando, se vossa excelência está feliz e honroso com
esse convite, muito mais eu estou, por vossa excelência tê-lo aceitado,
não existe, local deste Brasil, nessa imensidão de 8,5 milhões de
quilômetros quadrados, onde não esteja presente nossas Forças Armadas,
ou, se fizer necessário, ela esteja presente, nesse recanto.
(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
do CIEP - Clube de Imprensa Estado do Paraná)
Contato:
(41) 99109-8374 (Vivo)
(41) 99821-2381 (WhatsApp)
Mensagem 020119 - Aço, Selva e uma junta militar trabalhando - (imagens
da internet)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos
iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos
contigo.
Se esta mensagem te foi útil, e achas que poderá ser útil a mais alguém,
ajude-nos:
(ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja preservada a fonte)
leia este texto completo e outros em:
[youtube=http://youtu.be/_Ex_ZFfus_0]
http://www.portaldaradio.com
#COJAE @elyvidal @radiocrista @pastorelyvidal @conipsip #FalaPortal
#MiottoéÓttimo #conipsi #cojae #dojae #ciepClubedeImprensa
#bandeiradoBrasilnajanela
Brasil, no governo Bolsonaro, foi feito o seguinte pronunciamento, neste
dia 02/01/2019.
Nessa situação percebe-se os olhos marejados do General Eduardo Dias da
Costa Villas Bôas, e a voz embargada do Presidente da República Jair
Messias Bolsonaro.
"E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu
testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte." (Ap 12:11)
Não precisava falar mas, hierarquia, disciplina, e respeito é que fará
do Brasil uma grande nação.
Meu muito obrigado Comandante Villas Bôas, o que nós já conversamos,
morrerá entre nós, mas o senhor é um dos responsáveis por eu estar aqui.
Muito obrigado mais uma vez.
Autoridades que me permitam não nominá-las, para ser o mais breve
possível, muito obrigado pela presença.
Especial ao Dias Tóffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal e Srª
Raquel Dodge, do MP.
Um breve histórico, já que falamos sobre defesa. Fui amigo do Sr
Leônidas Pires Gonçalves, então ministro do Exército a partir de 2002.
Muito conversava com ele, inclusive em sua residência, e ele me
reportava sempre nos contatos que teve com o então Presidente da
República José Sarney. Em um dado momento em uma sessão solene do
Senado, usei da palavra, já que era uma sessão conjunta e me reportei a
esse fato, saudando José Sarney, que sempre quando findava o ano ele
arranjava uma maneira de conseguir recursos extras, para contemplar as
Forças Armadas com o equivalente a um bilhão de dólares. E diga-se de
passagem, não havia contingenciamento naquele momento.
Com o Sarney tivemos também o 13º salário. Depois tivemos o senhor
Fernando Collor de Mello, eu não posso deixar de citar a lei delegada
número 12, onde vossa excelência conseguiu e por intermédio dela
reestruturou a nossa carreira criando a gratificação de atividade
militar. Muito obrigado pelo reconhecimento.
Depois tivemos também o senhor Itamar Franco, onde no meio de seu
mandato, nós tivemos aqui uma dita isonomia salarial. Durou pouco tempo,
mas foi bem-vinda.
Depois tivemos um outro governo, o senhores sabem qual foi, tivemos
alguns problemas, em especial comigo, mas prosseguimos a nossa jornada.
Criou-se em 1999 o Ministério da Defesa, apenas 3 deputados votaram
contra a criação do Ministério da Defesa.
Com o entendimento de um deles que era eu, é que ele não estava vindo
por uma necessidade militar, mas sim, por imposição política, e tudo se
transformaria em uma incerteza a partir daquele momento.
E obviamente em que pesem alguns bons ministros civis que tivemos,
prezado Raul Jungman, como regra, nós fomos um tanto quanto esquecidos.
E esquecidos porque?
Porque as Forças Armadas, senhor ministro Tóffoli, senhora Raquel Dodge,
são na verdade, um obstáculo para aqueles que querem usurpar do poder.
Temos como herança desse governo que citei agora pouco, a medida
provisória 2215, que esperamos prezado ministro Fernando, não deixá-la
completar 19 anos.
O tempo passou, as nossas Forças Armadas sofreram um brutal desgaste,
perante a classe política, mas não junto ao povo brasileiro, que
continuam acreditando em nós.
E as Forças Armadas, sempre refutaram a citação de sociedade civil, que
somos uma sociedade só.
E hoje em dia, a situação que estou aqui, a situação que o Brasil chegou
é uma prova inconteste de que o povo em sua grande maioria, quer
hierarquia, quer respeito, quer ordem e quer progresso.
E todo aquele nosso trabalho ao longo de 4 anos na verdade quando
comecei a andar pelo Brasil sozinho, buscando viabilizar a possibilidade
de uma eleição, eu cumpri, escolhendo ministros técnicos para suas
respectivas áreas e a Defesa não poderia fugir à regra.
Obviamente o presidente Temer se antecipou e escolheu um bom ministro da
Defesa, assim como poderiamos aqui ter dezenas de bons ministros da
defesa, como ter dezenas de bons Presidentes da República.
E a grande verdade que fica em toda essa história, nós queremos o bem
para o Brasil. Mais do que defender a Pátria, o que nós queremos é fazer
esta Pátria grande, e só a faremos se tivermos ao nosso lado uma boa
equipe, onde todos conversam entre si, onde não há a ingerência político
partidário que lamentavelmente como ocorreu nos últimos vinte anos,
levou à ineficácia do Estado e à triste corrupção.
Mas o momento hoje é para saudar a chegada de um sangue novo na defesa,
o general Fernando, meu colega, contemporâneo da Academia Militar das
Agulhas Negras. Que pega obviamente um ministério da defesa mais do que
bem arrumado pelo Silva e Luna, um excelente homem que eu pretendo sim,
se for do interesse dele, aproveitá-lo em nosso governo.
Ele não vai botar o pijama não, tenham certeza disso.
Se estou aqui é por que acredito nos senhores e nas senhoras. E se os
senhores e as senhoras estão aqui é porque acreditam no Brasil.
E uma prova inconteste do valor das Forças Armadas, foi quando escolhi
que a decisão foi pessoal e minha, obviamente ouvi meus colegas, mas a
decisão final, só poderia ser minha. Escolhi honrosamente para ocupar o
cargo de vice-presidente da república, um general do exército
brasileiro. A continência tem que ser simultânea porque eu digo para ele
que eu não sou mais capitão e nem ele é mais general, nós somos soldados
do Brasil.
Prezado general Fernando, se vossa excelência está feliz e honroso com
esse convite, muito mais eu estou, por vossa excelência tê-lo aceitado,
não existe, local deste Brasil, nessa imensidão de 8,5 milhões de
quilômetros quadrados, onde não esteja presente nossas Forças Armadas,
ou, se fizer necessário, ela esteja presente, nesse recanto.
(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
do CIEP - Clube de Imprensa Estado do Paraná)
Contato:
(41) 99109-8374 (Vivo)
(41) 99821-2381 (WhatsApp)
Mensagem 020119 - Aço, Selva e uma junta militar trabalhando - (imagens
da internet)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos
iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos
contigo.
Se esta mensagem te foi útil, e achas que poderá ser útil a mais alguém,
ajude-nos:
(ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja preservada a fonte)
leia este texto completo e outros em:
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#bandeiradoBrasilnajanela
Esquerdismo doentio, Brasil destruído
"As mazelas vão durar muitos anos, infelizmente .
O Brasil foi aparelhado para o socialismo/comunista baseado em pilares
sustentáveis, como seja:
1-doutrinação nas universidades;
2- distribuição ajudas ao mais pobre, em vez de dar emprego/dignidade;
3- imprensa com verbas;
4- dinheiro da corrupção para eles e o Partido.
"Ganhamos, acabamos com o PT!" Não...
Tire esse pensamento da cabeça agora!
O PT está caído, sim, mas está muito longe de deixar de ser uma ameaça.
Já se perguntou porque o pior candidato de um partido envolvido até o
pescoço em corrupção, cujos principais líderes estão todos na cadeia,
recebeu 44 milhões de votos?
A resposta é simples. Conquistamos a presidência, mas o PT e suas
variáveis ainda dominam tudo que leva até lá.
A esquerda ainda detém enorme influência e poder. Jamais subestimem um
grupo que ganhou 4 eleições, passou 13 anos com acesso a reservas quase
infinitas de dinheiro e colocou seu pessoal em absolutamente TODAS as
engrenagens da máquina estatal.
A esquerda ainda domina: meio acadêmico, meio artístico, meio cultural,
movimentos sociais a grande parte do meio político.
A influência deles é tão grande, que me fizeram , praticamente o culpado
da facada que levei.
Fizeram de uma matéria esdrúxula de jornal, sem provas, uma acusação que
foi parar no TSE e ficou uma semana em destaque. Fizeram meus apoiadores
se passarem por bárbaros descontrolados noticiando ataques claramente
forjados.
Acham mesmo que eles perderam esse poder só por que não chegaram à
Presidência?
Se não tivessem esse poder, teríamos ganho com 80% dos votos.
O povo sabia que não queria o PT, mas a destruição da minha imagem foi
colocada em prática por todo o sistema.
Perdeu-se milhões de votos por conta de calúnias divulgadas pela
esquerda com tamanha intensidade que faria Goebbels se sentir um
estagiário na xerox do DCE.
Ganhei a eleição para Presidente, mas a máquina está toda podre e
comprometida. Não irá deixar-me governar e fazer as reformas que o País
precisa, sem apoio de vcs.
Irão sabotar-me desde o primeiro dia.
Todas as mudanças na área econômica serão anunciadas pelo sistema como
uma tentativa de prejudicar os pobres e retirar direitos do trabalhador.
Todas as mudanças na área social serão anunciadas como uma tentativa de
assassinar LGBTs/Mulheres/Negros/Pobres/Nordestinos.
É assim que a esquerda joga.
Estou recebendo o Brasil no pior estado que um Presidente já recebeu,
serei criticado pelos seus acertos e massacrado pelos seus erros.
Tentarei não errar.
O primeiro ano será bem difícil.
É preciso tomar o poder de influência da esquerda e devolvê-lo ao povo.
O povo tem que se informar por fatos e não por narrativas cuidadosamente
construídas por intelectuais em universidades.
Voltarei ao assunto sobre onde estão instalados os inimigos e como
desentocá-los.
Não há como acabar com a divisão no País, se não acabarmos com quem está
nos dividindo.
Comemoremos a vitória, foi gigantesca. Mas não percamos a noção da
realidade. Estamos só no começo." - (Jair Messias Bolsonaro)
(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
do CIEP - Clube de Imprensa Estado do Paraná)
Contato:
(41) 99109-8374 (Vivo)
(41) 99821-2381 (WhatsApp)
Mensagem 271218 - Esquerdismo doentio, Brasil destruído - (imagens da
internet)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos
iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos
contigo.
Se esta mensagem te foi útil, e achas que poderá ser útil a mais alguém,
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#bandeiradoBrasilnajanela
O Brasil foi aparelhado para o socialismo/comunista baseado em pilares
sustentáveis, como seja:
1-doutrinação nas universidades;
2- distribuição ajudas ao mais pobre, em vez de dar emprego/dignidade;
3- imprensa com verbas;
4- dinheiro da corrupção para eles e o Partido.
"Ganhamos, acabamos com o PT!" Não...
Tire esse pensamento da cabeça agora!
O PT está caído, sim, mas está muito longe de deixar de ser uma ameaça.
Já se perguntou porque o pior candidato de um partido envolvido até o
pescoço em corrupção, cujos principais líderes estão todos na cadeia,
recebeu 44 milhões de votos?
A resposta é simples. Conquistamos a presidência, mas o PT e suas
variáveis ainda dominam tudo que leva até lá.
A esquerda ainda detém enorme influência e poder. Jamais subestimem um
grupo que ganhou 4 eleições, passou 13 anos com acesso a reservas quase
infinitas de dinheiro e colocou seu pessoal em absolutamente TODAS as
engrenagens da máquina estatal.
A esquerda ainda domina: meio acadêmico, meio artístico, meio cultural,
movimentos sociais a grande parte do meio político.
A influência deles é tão grande, que me fizeram , praticamente o culpado
da facada que levei.
Fizeram de uma matéria esdrúxula de jornal, sem provas, uma acusação que
foi parar no TSE e ficou uma semana em destaque. Fizeram meus apoiadores
se passarem por bárbaros descontrolados noticiando ataques claramente
forjados.
Acham mesmo que eles perderam esse poder só por que não chegaram à
Presidência?
Se não tivessem esse poder, teríamos ganho com 80% dos votos.
O povo sabia que não queria o PT, mas a destruição da minha imagem foi
colocada em prática por todo o sistema.
Perdeu-se milhões de votos por conta de calúnias divulgadas pela
esquerda com tamanha intensidade que faria Goebbels se sentir um
estagiário na xerox do DCE.
Ganhei a eleição para Presidente, mas a máquina está toda podre e
comprometida. Não irá deixar-me governar e fazer as reformas que o País
precisa, sem apoio de vcs.
Irão sabotar-me desde o primeiro dia.
Todas as mudanças na área econômica serão anunciadas pelo sistema como
uma tentativa de prejudicar os pobres e retirar direitos do trabalhador.
Todas as mudanças na área social serão anunciadas como uma tentativa de
assassinar LGBTs/Mulheres/Negros/Pobres/Nordestinos.
É assim que a esquerda joga.
Estou recebendo o Brasil no pior estado que um Presidente já recebeu,
serei criticado pelos seus acertos e massacrado pelos seus erros.
Tentarei não errar.
O primeiro ano será bem difícil.
É preciso tomar o poder de influência da esquerda e devolvê-lo ao povo.
O povo tem que se informar por fatos e não por narrativas cuidadosamente
construídas por intelectuais em universidades.
Voltarei ao assunto sobre onde estão instalados os inimigos e como
desentocá-los.
Não há como acabar com a divisão no País, se não acabarmos com quem está
nos dividindo.
Comemoremos a vitória, foi gigantesca. Mas não percamos a noção da
realidade. Estamos só no começo." - (Jair Messias Bolsonaro)
(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
do CIEP - Clube de Imprensa Estado do Paraná)
Contato:
(41) 99109-8374 (Vivo)
(41) 99821-2381 (WhatsApp)
Mensagem 271218 - Esquerdismo doentio, Brasil destruído - (imagens da
internet)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos
iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos
contigo.
Se esta mensagem te foi útil, e achas que poderá ser útil a mais alguém,
ajude-nos:
(ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja preservada a fonte)
leia este texto completo e outros em:
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http://www.portaldaradio.com
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