Radio Evangélica

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Imunização Cognitiva

Por que mesmo com tantas provas contra o Lula e tantos outros Petistas,
eles não caem na real, como acontece, por exemplo, com os eleitores do
Aécio Neves que nunca mais votarão nele, por que com o líder preso as
pessoas que são eleitores petistas continuam apoiando ladrões
comprovadamente condenados em duas instâncias?
Entenda cientificamente como a neurociência explica isso!

Os estudiosos explicam com a imunização cognitiva.

Cognitiva vem de cognição, que é o processo de aquisição do
conhecimento, incluindo o pensar, a reflexão, a imaginação, a atenção,
raciocínio, memória, juízo, o discurso, a percepção visual e auditiva, a
aprendizagem, a consciência, as emoções. Envolve os processos mentais
que influenciam o comportamento de cada indivíduo.

A imunização cognitiva é um escudo que permite que as pessoas se agarrem
a valores e credos, mesmo que fatos objetivos demonstrem que eles não
correspondem à verdade. A pessoa cognitivamente imunizada está no
terreno da fé, que dispensa o raciocínio lógico. Para ela, argumentos
lógicos não têm relevância.

E então assistimos gente com estudo, inteligente, articulada, que
sabemos que não está tirando nenhum proveito material, defendendo em
público o indefensável. Como é que essas pessoas chegam a esse ponto?

Bem, existem ao menos cinco fases no processo de imunização cognitiva.

Primeira fase: isolamento de quem tem opiniões contrárias, protegendo
suas ideias. A pessoa vai eliminando de seu convívio ou mesmo de sua
atenção, quem pensa diferente.

Segunda fase: redução da exposição às ideias contrárias. Passa a ler e
ouvir apenas as opiniões em linha com seus credos. Nos estados
totalitários, é quando a liberdade de expressão passa a ser ameaçada,
quando a imprensa perde a liberdade, quando vozes dissidentes são
caladas. É quando os processos educacionais adotam opiniões
selecionadas, com autores e textos cuidadosamente escolhidos para seguir
apenas uma visão de mundo.

Terceira fase: conexão dos credos a emoções poderosas. Se você não
seguir aquelas ideias, algo de ruim vai acontecer. Lembra do "se você
pecar, vai para o inferno"? Se você não votar naquele candidato, sua
vida, suas economias, seus benefícios estarão em perigo...

Quarta fase: associação a grupos que trabalham para combater as ideias
dos grupos contrários. Isso acontece não só em política, mas até mesmo
na ciência, quando métodos de investigação científica focam nas
fraquezas das teorias adversárias, ignorando os pontos fortes.

Quinta fase: a repetição. Repetição, repetição, repetição. Cria-se um
tema, um slogan que materializa um determinado credo ou visão, que passa
a ser repetido como um mantra, numa técnica de aprendizado. O grito "não
vai ter golpe", por exemplo, não é uma criação espontânea, obra do
acaso. É pensado, calculado. Sua repetição imuniza cognitivamente as
pessoas contra os argumentos a favor do impeachment.

Os especialistas em psicologia das massas sabem que nossas mentes
evoluíram muito mais para proteger nossos credos que para avaliar o que
é verdade e o que é mentira. E os especialistas em comunicação constroem
retóricas fantásticas, com intenção de desviar o tema principal e,
especialmente, imunizar cognitivamente os soldados da causa.

E aí, meu caro, minha cara, não adianta mostrar o vídeo, o recibo, o
cheque, o testemunho do caseiro, a ordem da transportadora, o grampo
telefônico... O imunizado cognitivo está vacinado contra fatos objetivos.
Naturalmente esse "torpor cognitivo" não se restringe ao campo politico,
social, econômico ou religioso. Ele perpassa todas as áreas da vida
humana e faz, por exemplo, que uma pessoa acredite, mesmo contra a
razão, que o Brasil é o melhor lugar do mundo, que o palmeiras é campeão
mundial, que o capitalismo é o responsável por todos os males do mundo,
que chá de boldo cura o câncer e por aí vai.

Tá explicado então? Se você está se sentindo entorpecido das ideias,
incapaz de descer do muro, provavelmente alguém está lhe ministrando
umas doses de imunizante cognitivo.

E você nem percebeu que está.

(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
do CIEP - Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 070618 - Imunização Cognitiva - (imagens da internet)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos
iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos
contigo.

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#COJAE

Olá minha gente, o café está quentinho

"Ó Deus, dá ao rei os teus juízos, e a tua justiça ao filho do rei.
Ele julgará ao teu povo com justiça, e aos teus pobres com juízo.
Os montes trarão paz ao povo, e os outeiros, justiça.
Julgará os aflitos do povo, salvará os filhos do necessitado, e
quebrantará o opressor.
Temer-te-ão enquanto durarem o sol e a lua, de geração em geração.
Ele descerá como chuva sobre a erva ceifada, como os chuveiros que
umedecem a terra.
Nos seus dias florescerá o justo, e abundância de paz haverá enquanto
durar a lua.
Dominará de mar a mar, e desde o rio até às extremidades da terra.
Aqueles que habitam no deserto se inclinarão ante ele, e os seus
inimigos lamberão o pó.
Os reis de Társis e das ilhas trarão presentes; os reis de Sabá e de
Seba oferecerão dons.
E todos os reis se prostrarão perante ele; todas as nações o servirão.
Porque ele livrará ao necessitado quando clamar, como também ao aflito e
ao que não tem quem o ajude.
Compadecer-se-á do pobre e do aflito, e salvará as almas dos necessitados.
Libertará as suas almas do engano e da violência, e precioso será o seu
sangue aos olhos dele.
E viverá, e se lhe dará do ouro de Sabá; e continuamente se fará por ele
oração; e todos os dias o bendirão.
Haverá um punhado de trigo na terra sobre as cabeças dos montes; o seu
fruto se moverá como o Líbano, e os da cidade florescerão como a erva da
terra.
O seu nome permanecerá eternamente; o seu nome se irá propagando de pais
a filhos enquanto o sol durar, e os homens serão abençoados nele; todas
as nações lhe chamarão bem-aventurado.
Bendito seja o Senhor Deus, o Deus de Israel, que só ele faz maravilhas.
E bendito seja para sempre o seu nome glorioso; e encha-se toda a terra
da sua glória. Amém e Amém.
Aqui acabam as orações de Davi, filho de Jessé. - (Sl 72:1-20)

(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
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#TestemunhadeJesusCristo

O grande embuste e seus simulacros

Exército irá sabatinar candidatos à presidência

Grande movimentação de tropas, veículos, armamentos e munições. Baterias
anti-aéreas, foguetes tele-guiados.
O trabalho preparatório para a guerra que se avizinha.
Nada pode fazer frente ao que está se aproximando.
Serviço de Informações, Serviço de Inteligência e Serviço Secreto

Jair Machado Botelho me fala no PV muitas coisas de altíssimo valor nos
conclamando à guerra, à mudança de nosso País.
Deixo aqui registrado os meus parabéns ao Jair, e a todos os outros
amigos e inscritos do canal, que aproveito para honrar, na pessoa do
nosso querido amigo Dragão

Humberto R - @HumbertoReisJr - O Gilmar é um companheiro... O Gilmar é
um companheiro... Ninguém pode negar...
A defesa de Paulo Preto, indicado como operador de propinas do PSDB,
pediu ao STF que o inquérito no qual ele é investigado permaneça na
Corte, sob relatoria do ministro Gilmar Mendes.


Republica de Curitiba - @republica_ctba - URGENTE: Senador requer que
seja votado o Impeachment de Gilmar Mendes.

A lava-jato e seus números: 132 pessoas condenadas a 1959 anos de prisão
12 bilhões já foram recuperados das garras da corrupção.

O Contragolpe 1964 – A Verdade Sufocada - 14/05/17 - Everthon Garcia
Documentário - Regime Militar - Publicado originalmente em 24 de março
de 2004 – NR

Às Forças Armadas cabe zelar para a manutenção da lei, da ordem, e
evitar o caos. Não tínhamos que defender o governo; tínhamos que
defender a nação.

A deposição de João Goulart e a luta contra o terror comunista no Brasil
envolveram realidades muito diferentes das que hoje são difundidas pela
propaganda esquerdista na mídia e salas de aula.

No dia 31 de março próximo faz quarenta anos que foi deposto o
Presidente da República, João Goulart. Uns chamam esse acontecimento de
golpe militar, outros de tomada do poder, alguns outros de Revolução de
1964. Eu prefiro considerá-lo como a Contra-Revolução de 31 de março de
1964.

Vou lhes explicar o meu ponto de vista ao longo deste artigo. Espero que
ao final vocês tenham dados suficientes para julgar se estou certo.
Vocês foram cansativamente informados por seus professores, jornais,
rádios, TV e partidos políticos de que:

– os militares tomaram o poder dos civis para impedir que reformas
moralizantes fossem feitas;

– para combater os "generais que usurparam o poder" os jovens da época
uniram-se e lutaram contra a ditadura militar e que muitos deles
morreram, foram mutilados, presos e torturados na luta pela
"redemocratização" do país;

– os militares assim agiram a mando dos Estados Unidos, que temiam o
comunismo instalado no Brasil;

– jovens estudantes, idealistas, embrenharam-se nas matas do Araguaia
para lutar contra a ditadura e pela redemocratização do país.

Com quantas inverdades fizeram a cabeça de vocês! E por que essas
mentiras são repetidas até hoje? Foi a maneira que eles encontraram para
tentar justificar a sua luta para implantar um regime do modelo
soviético, cubano ou chinês no Brasil.

Por intermédio da mentira, eles deturparam a História e conseguiram o
seu intento. Vocês, que não viveram essa época, acreditam piamente no
que eles dizem e se revoltam contra os militares.

Vamos aos fatos, pois eu vivi e participei dessa época.

Em março de 1964 eu era capitão e comandava uma bateria de canhões
anti-aéreos do 1º Grupo de Artilharia Anti-Aérea, em Deodoro, no Rio de
Janeiro.

A maioria dos oficiais que serviam no 1º Grupo de Artilharia AAe, entre
eles eu, teve uma atitude firme para que o Grupo aderisse à
Contra-Revolução.

Eu era um jovem com 31 anos. O país vivia no caos. Greves políticas
paralisavam tudo: transportes, escolas, bancos, colégios. Filas eram
feitas para as compras de alimentos. A indisciplina nas Forças Armadas
era incentivada pelo governo. Revolta dos marinheiros no Rio; revolta
dos sargentos em Brasília. Na minha bateria de artilharia havia um
sargento que se ausentava do quartel para fazer propaganda do Partido
Comunista, numa kombi, na Central do Brasil.

Isso tudo ocorria porque o governo João Goulart queria implantar as suas
"reformas de base" à revelia do Congresso Nacional. Pensava, por meio de
um ato de força, fechar o Congresso Nacional com o apoio dos militares
"legalistas".

Vocês devem estar imaginando que estou exagerando para lhes mostrar que
a Contra-Revolução era imperativa naqueles dias. Para não me alongar,
vou citar o que dizem dois conhecidos comunistas:

Depoimento de Pedro Lobo de Oliveira no livro A Esquerda Armada no
Brasil: "Muito antes de 1964 já participava na luta revolucionária no
Brasil na medida de minhas forças. Creio que desde 1957. Ou melhor,
desde 1955… Naquela altura o povo começava a contar com a orientação do
Partido Comunista."

Jacob Gorender, do PCBR, escreveu no seu livro Combate nas Trevas: "Nos
primeiros meses de 1964, esboçou-se uma situação pré-revolucionária e o
golpe direitista se definiu, por isso mesmo, pelo caráter
contra-revolucionário preventivo. A classe dominante e o imperialismo
tinham sobradas razões para agir antes que o caldo entornasse."

Diariamente eu lia os jornais da época: O Dia, O Globo, Jornal do
Brasil, Tribuna da Imprensa, Diário de Notícias, etc… Todos eram
unânimes em condenar o governo João Goulart e pediam a sua saída, em
nome da manutenção da democracia. Apelavam para o bom senso dos
militares e até imploravam a sua intervenção, para que o Brasil não se
tornasse mais uma nação comunista.

Eu assistia a tudo aquilo com apreensão. Seria correto agirmos para a
queda do governo? Comprei uma Constituição do Brasil e a lia
seguidamente. A minha conclusão foi de que os militares estavam certos
ao se antecipar ao golpe de Jango.

Às Forças Armadas cabe zelar para a manutenção da lei, da ordem, e
evitar o caos. Não tínhamos que defender o governo; tínhamos que
defender a nação.

O povo foi às ruas com as Marchas da Família com Deus pela Liberdade, no
Rio, São Paulo e outras cidades do país. Todos pedindo o fim do governo
João Goulart, antes que fosse tarde demais.

E, assim, aconteceu em 31 de março de 1964 a nossa Contra-Revolução.

Os jornais da época (O Estado de S. Paulo, O Globo, Jornal do Brasil;
Tribuna da Imprensa e outros ) publicaram, no dia 31 e nos dias
seguintes, editoriais e mais editoriais exaltando a atitude dos
militares. Os mesmos jornais que hoje combatem a nossa Contra- Revolução.

Os comunistas que pleiteavam a tomada do poder não desanimaram e
passaram a insuflar os jovens, para que entrassem numa luta fratricida,
pensando que lutavam contra a ditadura. E mentiram tão bem que muitos
acreditam nisso até hoje. Na verdade, tudo já estava se organizando. Em
1961, em pleno governo Jânio Quadros, Jover Telles, Francisco Julião e
Clodomir dos Santos Morais estavam em Cuba acertando cursos de guerrilha
e o envio de armas para o Brasil. Logo depois, alguns jovens eram
indicados para cursos na China e em Cuba. Bem antes de 1964 a área do
Araguaia já estava escolhida pelo PC do B para implantar a guerrilha rural.

Em 1961 estávamos em plena democracia. Então para que eles estavam se
organizando? Julião já treinava na época as suas Ligas Camponesas, que
eram muito semelhantes ao MST de hoje, só que sem a organização, o
preparo, os recursos, a formação de quadros.

E foi com essa propaganda mentirosa que eles iludiram muitos jovens e os
cooptaram para as suas organizações terroristas.

Então, começou a luta armada.

Foram vários atos terroristas: o atentado ao aeroporto de Guararapes, em
Recife, em 1966; a bomba no Quartel General do Exército em São Paulo, em
1968; o atentado contra o consulado americano; o assassinato do
industrial Albert Boilesen e do capitão do Exército dos Estados Unidos
Charles Rodney Chandler; seqüestros de embaixadores estrangeiros no Brasil.

A violência revolucionária se instalou. Assassinatos, ataques a quartéis
e a policiais aconteciam com frequência.

Nessa época, eles introduziram no Brasil a tática de obter dinheiro com
assaltos a bancos, a carros fortes e a estabelecimentos comerciais.
Foram eles os mestres que ensinaram tais táticas aos bandidos de
hoje.Tudo treinado nos cursos de guerrilha em Cuba e na China.

As polícias civil e militar sofriam pesadas baixas e não conseguiam ,
sozinhas, impor a lei e a ordem.

Acuado, perdendo o controle da situação, o governo decretou o AI-5, pelo
qual várias liberdades individuais foram suspensas. Foi um ato
arbitrário mas necessário. A tênue democracia que vivíamos não se podia
deixar destruir.

Para combater o terrorismo, o governo criou uma estrutura com a
participação dos Centros de Informações da Marinha (CENIMAR), do
Exército (CIE) e da Aeronáutica (CISA). Todos atuavam em conjunto, tanto
na guerrilha rural quanto na urbana. O Exército, em algumas capitais,
criou o seu braço operacional, os Destacamentos de Operações de
Informações ( DOI). Para trabalharem nos diversos DOI do Brasil, o
Exército selecionou do seu efetivo alguns majores, capitães e sargentos.
Eram, no máximo, 350 militares, entre os 150 mil homens do Exército.

Eu era major, estagiário da Escola de Estado Maior. Tinha na época 37
anos e servia no II Exército, em São Paulo. Num determinado dia do ano
de 1970, fui chamado ao gabinete do comandante do II Exército, general
José Canavarro Pereira, que me deu a seguinte ordem: "Major, o senhor
foi designado para comandar o DOI/CODI/II Ex. Vá, assuma e comande com
dignidade".

A partir desse dia minha vida mudou. O DOI de São Paulo era o maior do
país e era nesse Estado que as organizações terroristas estavam mais
atuantes. O seu efetivo em pessoal era de 400 homens. Destes, 40 eram do
Exército, sendo 10 oficiais, 25 sargentos e 5 cabos. No restante, eram
excelentes policiais civis e militares do Estado de São Paulo. Esses
foram dias terríveis! Nós recebíamos ameaças frequentemente.

Minha mulher foi de uma coragem e de uma abnegação total. Quando minha
filha mais velha completou 3 anos de idade, ela foi para o jardim da
infância, sempre acompanhada de seguranças. Minha mulher não tinha
coragem de permanecer em casa, enquanto nossa filha estudava. Ela ficava
dentro de um carro, na porta da escola, com um revólver na bolsa.

Não somente nós passamos por isso! Essa foi a vida dos militares que
foram designados para combater o terrorismo e para que o restante do
nosso Exército trabalhasse tranquilo e em paz.

Apreendemos em "aparelhos" os estatutos de, praticamente, todas as
organizações terroristas e em todos eles estava escrito, de maneira bem
clara, que o objetivo da luta armada urbana e rural era a implantação de
um regime comunista em nosso país.

Aos poucos o nosso trabalho foi se tornando eficaz e as organizações
terroristas foram praticamente extintas, por volta de 1975.

Todos os terroristas quando eram interrogados na Justiça alegavam que
nada tinham feito e só haviam confessado os seus crimes por terem sido
torturados. Tal alegação lhes valia a absolvição no Superior Tribunal
Militar. Então, nós passamos a ser os "torturadores".

Hoje, como participar de sequestros, de assaltos e de atos de terrorismo
passou a contar pontos positivos para os seus currículos, eles, posando
de heróis, defensores da democracia, admitem ter participado das ações.
Quase todos continuam dizendo que foram torturados e perseguidos
politicamente. Com isso recebem indenizações milionárias e ocupam
elevados cargos públicos. Nós continuamos a ser seus " torturadores" e
somos os verdadeiros perseguidos políticos. As vítimas do terrorismo até
hoje não foram indenizadas.

Houve 120 mortos identificados, que foram assassinados por terroristas
(estima-se que existam mais cerca de 80 que não foram identificados). 43
eram civis que estavam em seus locais de trabalho; 34, policiais
militares; 12, guardas de segurança; 8, militares do Exército; 3 agentes
da Polícia Federal; 3 mateiros do Araguaia; 2 militares da Marinha; 2
militares da Aeronáutica; um major do Exército da Alemanha; um capitão
do Exército dos Estados Unidos; um marinheiro da Marinha Real da Inglaterra.

A mídia fala sempre em "anos de chumbo", luta sangrenta, noticiando
inclusive que , só no cemitério de Perus, em São Paulo, existiriam
milhares de ossadas de desaparecidos políticos. No entanto o Grupo
Tortura Nunca Mais reclama um total de 284 mortos e desaparecidos que
integravam as organizações terroristas. Portanto, o Brasil, com sua
população e com todo o seu tamanho, teve na luta armada, que durou
aproximadamente 10 anos, ao todo 404 mortos, dos dois lados.

Na Argentina as mortes ultrapassaram 30.000 pessoas; no Chile foram mais
de 4.000 e no Uruguai outras 3.000. A Colômbia, que resolveu não
endurecer o seu regime democrático, luta até hoje contra o terrorismo.
Ela já perdeu mais de 45.000 pessoas e tem um terço do seu território
dominado pelas FARC.

Os comunistas brasileiros são tão capazes quanto os seus irmãos latinos.
Por que essa disparidade? Porque no Brasil dotamos o país de leis que
permitiram atuar contra o terrorismo e também porque centralizamos nas
Forças Armadas o combate à luta armada. Fomos eficientes e isso tem que
ser reconhecido. Com a nossa ação impedimos que milhares de pessoas
morressem e que esta luta se prorrogasse como no Peru e na Colômbia.

No entanto, algumas pessoas que jamais viram um terrorista, mesmo de
longe, ou preso, que jamais arriscaram as suas vidas, nem as de suas
famílias, criticam nosso trabalho. O mesmo grupo que só conheceu a luta
armada por documentos lidos em salas atapetadas e climatizadas afirma
que a maneira como trabalhamos foi um erro, pois a vitória poderia ser
alcançada de outras formas.

Já se declarou, inclusive, que: "a ação militar naquele período não foi
institucional. Alguns militares participaram, não as Forças Armadas. Foi
uma ação paralela".

Alguns também nos condenam afirmando que, como os chefes daquela época
não estavam acostumados com esse tipo de guerra irregular, não possuíam
nenhuma experiência. Assim, nossos chefes, no lugar de nos darem ordens,
estavam aprendendo conosco, que estávamos envolvidos no combate. Segundo
eles, nós nos aproveitávamos dessa situação para conduzir as ações do
nosso modo e que, no afã da vitória, exorbitávamos .

Mas as coisas não se passavam assim. Nós, que fomos mandados para a
frente de combate nos DOI, assim como os generais que nos chefiavam,
também não tínhamos experiência nenhuma. Tudo o que os DOI faziam ou
deixavam de fazer era do conhecimento dos seus chefes. Os erros
existiram, devido à nossa inexperiência, mas os nossos chefes eram tão
responsáveis como nós.

Acontece que o nosso Exército fazia muito tempo que não era empregado em
ação. Estava desacostumado com a conduta do combate, onde as pessoas em
operações têm que tomar decisões, e decisões rápidas, porque a vida de
seus subordinados ou a vida de algum cidadão pode estar em perigo.

Sempre procurei comandar liderando os meus subordinados. Comandei com
firmeza e com humanidade, não deixando que excessos fossem cometidos.
Procurei respeitar os direitos humanos, mas sempre respeitando, em
primeiro lugar, os direitos humanos das vítimas e, depois, os dos
bandidos. Como escrevi em meu livro "Rompendo o Silêncio", terrorismo
não se combate com flores. A nossa maneira de agir mostrou que estávamos
certos, porque evitou o sacrifício de milhares de vítimas, que aconteceu
nos países vizinhos. Só quem estava lá, frente a frente com o
terroristas, dia e noite, de arma na mão, pode nos julgar.

Finalmente, quero lhes afirmar que a nossa luta foi para preservar a
democracia. Se o regime implantado pela Contra -Revolução durou mais
tempo do que se esperava, deve-se, principalmente, aos atos insanos dos
terroristas. Creio que, em parte, esse longo período de exceção deveu-se
ao fato de que era preciso manter a ordem no país.

Se não tivéssemos vencido a luta armada, hoje estaríamos vivendo sob o
tacão de um ditador vitalício como Fidel Castro e milhares de
brasileiros teriam sido fuzilados no "paredón" (em Miami em fevereiro,
foi inaugurado, por exilados cubanos, um Memorial para 30.000 vítimas da
ditadura de Fidel Castro).

Hoje temos no poder muitas pessoas que combatemos e que lá chegaram pelo
voto popular. Esperamos que eles esqueçam os seus propósitos de quarenta
anos passados e preservem a democracia pela qual tanto lutamos. -
(Carlos Alberto Brilhante Ustra - FONTE: Brasil Acima de Tudo)

E a Revisão Histórica se faz necessária também para os fatos que
compreendem a História recente do Brasil. Com a esquerdofilia do pós-85,
novamente constatamos que os vencedores tripudiam sobre os vencidos, em
prejuízo da verdade… – NR

(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
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iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos
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#COJAE

Tudo pode acontecer, ainda que nada suceda

Valtair Mariano da Cunha: - Ely bom dia.  O povo brasileiro, em sua
maioria temente a Deus, povo trabalhador, criativo, alegre, povo de paz,
povo familia, hospitaleiro, honesto não  merecemos  passar por tudo
isto  q está  acontecendo em nosso País. Vc consegue vislumbrar alguma
saída antes q algum grupo ache q pode resolver por conta propria?

Não se iludam, o silêncio também é resposta, e às vezes muito mais
eloquente que muita resposta ríspida e dura que se imagina.

No alagoas uma confusão generalizada no Fórum Sarney Costa, onde a Juíza
Andréa Permulter, no 1º Juizado Criminal, dá voz de prisão a um
advogado, que dá voz de prisão em magistrada, mostra o descalabro em que
se encontra a nossa nação e no aprofundamento do servilismo do nosso
poder judiciário ao poder econômico e às quadrilhas criminosas que
tomaram conta de nossa nação.

Conforme relato de advogados: "a juíza haveria dito ao Dr. Tufi para se
calar e ele se revoltou" [SIC].
Por sua vez o advogado Tufi levantou e ordenou em contra-partida a
prisão da juíza também por ter entendido que ela estava agindo com abuso
de autoridade.
Soubemos também, que a OAB/MA dirigiu-se ao Fórum a fim de inteirar-se
com maior profundidade do acontecido.
Através da rádio Difusora AM, o advogado Tufi Maluf que é advogado do
Sindicato dos Advogados do Maranhão "lamentou" o episódio, porém,
manteve a postura de menino briguento, ao dizer que a magistrada, o
teria obrigado a agir da forma que agiu, uma vez que a mesma teria agido
de forma arbitrária impedindo que ele olhasse o processo que seria
julgado na audiência desta terça-feira.

Apenas lembrando a OAB foi descontinuada pelo Fernando Collor de Mello,
por uma canetada, e desde então essa OAB que hoje funciona no Brasil,
age sem a legitimidade de entidade devidamente reconhecida, além de
estar provavelmente ainda agindo sem a devida documentação que lhe
aufira os poderes que ela necessita para agir nos porões por onde age.
Ela não poderia imiscuir-se em tão altos interesses da nação, sem que
com isso estivesse amparada pelos altos interesses financeiros, pois que
outra forma encontraria para ter a ação que hoje representa em qualquer
país do mundo?

Ricardo Morais: - (recebi um texto de Ricardo Morais e tomei a liberdade
de reescrevê-lo, e é o que segue:)

O Tico e o Teco
Pode-se atribuir todo desgoverno a uma única pessoa atualmente instalada
em um dos mais altos cargos que dominam o poder em nossa nação.
Todo mundo sabe que para que se obtenha o êxito, é necessária a Ordem e
a Disciplina, geradas e organizadas pela Hierarquia. Dessa forma,
podemos, conforme dito acima, atribuir esse desmando e desmantelamento
nacional a uma só pessoa.
A disciplina em uma casa, dependem dos pais, que são os responsáveis
pela ordem e pela harmonia que devem gerir essa casa.
A família, depois do indivíduo, é a menor célula perante a sociedade, e
portanto, necessitam da autoridade que só cabe a ela representar no seio
social, para que seus frutos sejam vistos, na casa, na rua, no bairro,
na cidade, no estado, enfim, na nação.
O prefeito é o responsável pelo município, o governo pelo estado, e
assim, observamos que a nação é, em primeiro lugar pelo presidente,
porém, que, esse mesmo presidente sem o poder das armas, não se
sustenta, portanto, acima do presidente, aquele que detém o poder do uso
da arma, ou seja o exército, no nosso caso, nossas Forças Armadas,
respondem pela ordem e disciplina em nosso País.
E quando identificamos que quem fala pelo nosso Exército é o General
Eduardo Villas Boas, podemos então conferir a ele, a responsabilidade
pelo desmando total e pelo desgoverno que ora se abate sobre uma nação
anteriormente tão próspera e pronta a, inclusive, ajudar países vizinhos.
Bater continência é dever de todo cidadão de bem, a qualquer outro
cidadão de bem senhor general. No entanto, quando um general bate
continência a um bandido, ou a alguém envolto em penumbras criminosas,
ou mesmo em suspeitas, então, nem mesmo sua farda senhor general, está
apta a representar a nossa nação e a recolocar o País nos rumos da
"Ordem e Progresso" que são nosso lema pátrio.
Tapar o sol com a peneira general, está fazendo com que nós caminhemos a
passos largos para o abismo, e isso, o senhor nos proporciona, com sua
omissão e vistas grossas a todo descalabro que se abate sobre nossa nação.
O Senhor hoje representa a vergonha para o Exército de Caxias.
E para que nosso País volte a respirar os ares de uma nação continental,
que nos cabe, por nossa própria condição geográfica, necessitamos voltar
a ter a saúde, a educação e a segurança, características de qualquer
nação séria e que tenha homens sérios à frente da mesma.
Títeres general, não são bem vindos em lugar nenhum do mundo.
Hoje, infelizmente tenho que aceitar, a sua figura, não passa da figura
de um títere, resta saber, quem o manipula de fato. E o Senhor é de fato
o único responsável por tudo o que de ruim vem acontecendo sobre toda a
nação brasileira.

A Folha listou os filhos de políticos tradicionais estreantes na eleição
de outubro:

Fernando James, filho de Fernando Collor, pré-candidato a deputado
federal PTC de Alagoas;
Otto Alencar Filho, filho do senador baiano do PSD, deputado federal;
Rodrigo Oliveira (MDB), filho do presidente do Senado, Eunício Oliveira,
pré-candidato a deputado federal no Ceará;
Mosiah Torgan, filho do vice-prefeito de Fortaleza Moroni Torgan (DEM),
pré-candidato a deputado federal;
Marcelo Richa, filho do ex-governador tucano Beto Richa, vai tentar a
vaga de deputado estadual no Paraná;
João Campos (PSB), filho de Eduardo Campos, deve concorrer ao cargo de
deputado federal em Pernambuco;
Antonio Coelho (DEM), filho do senador Fernando Bezerra Coelho, é
pré-candidato a deputado estadual;
Marcelo Crivella Filho (PRB), filho do prefeito do Rio, deve ser
candidato a deputado federal;
Danielle Dytz (MDB), filha de Eduardo Cunha, deve ser candidata a
deputada federal no Rio de Janeiro.

(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
do CIEP - Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 060618 - Tudo pode acontecer, ainda que nada suceda - (imagens
da internet)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos
iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos
contigo.

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#COJAE

O Brasil está em chamas, está na hora de chamar o corpo de bombeiros

Possibilidade de troca de comando do Exército do Gal Villas Bôas, para o
Gal Fernando Azevedo e Silva.

Ricardo Lessa, que comanda o novo Roda Viva, traz para esta entrevista a
seguinte bancada de entrevistadores: José Roberto de Toledo, editor da
versão online da revista Piauí; Bernardo Mello Franco, colunista do
jornal O Globo; Brad Hynes, diretor da agência Reuters no Brasil; Débora
Freitas, apresentadora e repórter da rádio CBN; e André Perfeito,
economista-chefe da corretora de valores Spinelli.
Por essa entrevista, entre outras, que já tivemos oportunidade de
assistir, vemos que este programa que já chegou inclusive a fazer alguma
diferença na TV aberta, está de fato sendo enterrado a cada dia mais,
para apenas ser mais um programinha de quinta categoria, e a serviço do
grande Foro de São Paulo.
Bernardo P. Küster rebate inúmeros pontos dados pelo Ciro Gomes
(PDT-CE), durante sua entrevista no Roda Viva do dia 28/05/2018.
Ciro coloca sua demência a serviço da politicagem nacional que revive o
coronelismo, doentio e pró comunismo.

Elza Sofia Ott 10 horas atrás - Gosto muito de seus vídeos. Muita
lucidez. Gostaria de saber o seu pensamento sobre a DESOBEDIÊNCIA CIVIL
(NÃO VOTAR, NÃO PAGAR IMPOSTOS, ETC.) como suporte, reforço ao movimento
de Intervenção Cívico Militar.

(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
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#TestemunhadeJesusCristo

Quando o inimigo te diz que você está no caminho certo

Nossa revolução foi a primeira na história da humanidade que realmente
mudou o rumo do governo e com três pequenas palavras "We the People"
(Nós, o Povo). Somos nós, o povo que dizemos ao governo o que fazer e
não o contrário. Nós, o Povo, somos o motorista. O governo é o carro e
somos nós que decidimos para onde ele deve ir, por qual rota e em que
velocidade. Quase todas as constituições do mundo são documentos nos
quais o Estado diz aos seus cidadãos quais são seus privilégios. Nossa
Constituição é um documento pelo qual nós, o Povo, dizemos ao governo
aquilo que lhe é permitido fazer. Nós, o Povo, somos livres. Este
princípio tem sido o fundamento de tudo o que procurei fazer nos últimos
8 anos. Mas lá nos anos 60, quando comecei, parecia que começávamos a
inverter a ordem das coisas. Através de mais e mais regras e
regulamentações e tributação predatória o governo confiscava mais do
nosso dinheiro, mais de nossas opções e mais de nossa liberdade. Entrei
na política, em parte, para poder levantar minha mão e dizer: "Pare!" Eu
era um político cidadão e isso parecia ser o correto para um cidadão
fazer. Acho que conseguimos parar muito do que precisava ser detido. E
espero ter, uma vez mais, recordado às pessoas que o homem não é livre a
não ser que o governo seja limitado. Há uma relação de causa e efeito
aqui, tão clara e previsível quanto as leis da física: à medida que o
governo aumenta, a liberdade diminui. (Ronald Reagan)

Coronel Azim - Cabo Correia e Wagner Cunha

Piraí do Sul - tudo parado
Campo Grande - tudo parado

Procuradora da Lava Jato detona Gilmar

Paulo Preto deixou o fórum sorridente, com a plena sensação de triunfo.

A procuradora da força-tarefa da Lava jato de São Paulo Adriana
Scordamaglia, colocou sob suspeita a atuação fulminante do ministro
Gilmar Mendes, no caso envolvendo o ex-diretor do Dersa, Paulo Vieira de
Souza, o Paulo Preto.
Apenas 12 horas após a decretação da prisão de Paulo Preto, de sua filha
Tatiana Arana de Souza e de Geraldo Casas Vilela, ex-diretor de
assentamentos do Dersa, o ministro determinou a soltura do trio.
O Fato é inédito, absurdo e, nos dizeres da procuradora, causa 'estranheza'.
O mais estranho e absurdo no caso é que cabia recurso à segunda
instância em São Paulo, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região
(TRF-1), porém, os advogados de Paulo Preto optaram pela supressão da
instância, recorrendo diretamente ao ministro.
É como se tivessem certeza de qual seria a decisão.
A audiência de custódia foi interrompida. Não deu tempo de ser
realizada. Em pleno andamento, foi 'atropelada' pela liberdade concedida.
"Nós só cumprimos o nosso papel, não vamos esmorecer com decisões como
essa, porque queremos que a justiça seja feita, é só isso. E gostaríamos
de poder trabalhar com nossos direitos assegurados e com a credibilidade
daquilo que escrevemos", disse Adriana Scordamaglia.
Paulo Preto, o abominável operador tucano, até então sério e sisudo,
deixou o local sorridente, com a plena sensação de triunfo.

Gilmar soltou, em média, um preso pela Lava Jato por dia

Gilmar Mendes, como registramos, já soltou 15 presos pela Lava Jato do
Rio de Janeiro nos últimos 15 dias.
Uma média, portanto, de um solto por dia.
Na quarta-feira, quando libertou de novo Paulo Preto, o ministro do STF
escreveu que não havia "fatos concretos a justificar o novo decreto
cautelar".
"A restrição da liberdade de um indivíduo não pode sofrer restrições
amparada em hipóteses ou conjecturas."

(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
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Sempre criticando, eis a característica do homem

Após os acontecimentos desta semana, várias pessoas se manifestaram
através das redes sociais acerca do posicionamento do Exército, não
realizando a Intervenção Militar pedida por uma fração da população
brasileira em frente a alguns quartéis Brasil afora.
Muitos, inclusive ex-militares, acusaram as Forças Armadas de terem "se
vendido", de terem "abandonado a nação a própria sorte", afirmaram que
servem apenas para realizar faxina nos quartéis ou para combater
mosquitos da dengue.
A estes cidadãos pergunto:

Onde estavam quando por aproximadamente 30 anos a mídia difamou as
Forças Armadas no período pós-governos militares?
Onde estavam quando as Forças Armadas foram sucateadas?
Onde estavam quando o ensino nas escolas públicas foi destruído com a
teoria imbecil de Paulo Freire?
Onde estavam quando o atendimento médico à população faliu?
Onde estavam quando viam políticos enriquecendo ilicitamente?
Onde estavam quando uma refinaria sucateada era comprada a preço
exorbitante?
Onde estavam quando outra refinaria era ocupada militarmente por Forças
Armadas de outro país e após isto, "doada" à esse  país?
Onde estavam quando terras riquíssimas em minerais, fauna e flora,
posicionadas em nossas fronteiras eram demarcadas como Terras Indígenas,
afrontando nossa soberania?
Onde estavam quando as obras prometidas para os grandes eventos
realizados em nosso país foram superfaturadas e, mesmo assim, não entregues?
Protestaram? Fizeram passeatas? Deram a cara a tapa?
Nessas ocasiões, as Forças Armadas estavam patrulhando fronteiras;
apoiando populações carentes, levando atendimento médico, alimentos e
água a lugares que a maioria da população nem sequer ouviu falar; estava
apoiando na segurança de eleições; construindo estradas e abrindo poços
artesianos para os mais carentes; realizando obras em trecho da
Transposição do São Francisco; ampliando e readequando aeroportos, com a
devolução de dinheiro público ao final das obras; realizando o trabalho
de vários órgãos de segurança pública que entraram em greve,
reivindicando salários melhores, muitas vezes maiores do que aqueles da
própria tropa que os substituía e, sim, fazendo faxina, pois prezam pelo
patrimônio público que a nação deixou sob sua responsabilidade.
Querer que o Exército realize uma Intervenção Militar, apenas para
realizar o trabalho da Justiça, acelerando o processo e descumprindo a
lei vigente, ou seja, o trabalho "sujo", e "devolvendo" o poder aos
políticos, após a eleição prevista, é pedir um "Atestado de
Incompetência e Ingenuidade" às Forças Armadas, pois após tomar
conhecimento da real situação de todos os problemas existentes, de toda
a podridão da República, as Forças Armadas não poderão esquivar-se de
cumprir sua obrigação, de "colocar ordem na casa".
O momento atual é totalmente diferente daquele vivido em 1964, onde
havia o apoio da mídia, da Igreja Católica, de grande parte dos governos
estaduais e da opinião internacional às atitudes tomadas pela Forças
Armadas, pois, lembrem-se, vivíamos a Guerra Fria, uma luta entre duas
ideologias bem definidas, o que não ocorre em nossos dias.
Se houvesse uma Intervenção Militar, imediatamente seria tachada de
"Golpe Militar", a mídia estaria contra as Forças Armadas e jogaria a
população contra o novo governo; o país sofreria sanções econômicas e
embargos, após algum tempo greves e manifestações, até mesmo daqueles
que apoiaram a Intervenção, eclodiriam em todo o país, o caos e a
insegurança reinariam, a censura seria imposta e o uso da força seria
necessário.
Após alguns anos, com a "casa em ordem", a "Democracia" retornaria e o
povo, a mídia e os oportunistas voltariam a execrar as Forças Armadas e
o ciclo vicioso, mais uma vez, reiniciaria.
Assim, com a finalidade de diminuir o sofrimento para todos, utilizem a
maneira correta e prevista legalmente: O Voto! Votem com consciência,
não troquem este direito por um bujão de gás, um tanque de combustível
ou a promessa de um cargo comissionado.
Façam valer seus direitos a todo o momento, assim que os erros cometidos
pela administração pública forem apontados protestem em frente às
Prefeituras, Câmaras, Senado, Palácios do Governo e etc!
Cobrem de seus representantes e não queiram jogar a responsabilidade de
seus erros nos ombros das Forças Armadas!

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