Radio Evangélica

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Tadinho do Chico Buarque, uma vítima! Ou: A cusparada do guru da esquerda caviar

Eis o que ninguém da esquerda lembrou ao sair em defesa de Chico Buarque, "vítima" de uma "agressão" no Leblon por antipetistas: foi o lado dele o primeiro a xingar, a falar "seu merda". O tal "fascista" apenas retrucou, reagiu, constatando um fato científico: merda é petista, defensor dessa quadrilha incrustada no poder que vem destruindo o Brasil. 
Mas isso não impediu a gentalha de escrever notas de solidariedade ao compositor, ou de falar da "intolerância" no país, da "agressividade" da oposição ao governo. Um deles, um tal de Vidraça ou algo do tipo, comentador de filmes, quase "chorou" no texto, revoltado com o 
tratamento ao guru, um "patrimônio nacional". Sei, é tudo muito patético. Mas é isso a esquerda. 
Muito já se falou sobre a cara de pau dessa gente, "horrorizada" com a "intolerância" dos antipetistas, ao mesmo tempo que nada fala sobre agressões verdadeiras sofridas pelos antipetistas por gente do "exército paralelo" do PT. Mas eis o que quero falar aqui: Chico, a "doce criatura" que adora ditadores assassinos, quando não gosta de alguém mete logo cuspe na cara! 
Duvida? Veja o relato feito por Jaguar, acima de suspeitas ideológicas e testemunha presencial na cena do crime: 
Como é fofo esse Chico Buarque, não é mesmo? Tadinho! Um senhor, um idoso que nada faz além de campanha para bandidos, ser hostilizado assim por "fascistas" que não toleram as divergências. Se fossem como o próprio Chico, sai de baixo! O compositor sairia do chique e caro restaurante do Leblon todo escarrado… 
Sobre o assunto, que já cansou e serviu apenas para expor ainda mais a canalhice da nossa esquerda hipócrita, eis o vídeo que gravei: 
E fim de papo! 


E tenho dito! - Respeitem o Chico Buarque

De fato Marcelo Madureira, Chico Buarque não é um merda, ele é um BOSTA... 
O grande compositor meu caro, fica perdido no vácuo, quando se chega à conclusão de que o "teu" grande compositor, roubava carros, e cuspiu duas vezes na cara de Millôr Fernandes, por divergências, e quando se percebe o viés ignorante do "seu grande", até, pelo fato de esse "enorme", ter sido o primeiro a agredir aos rapazes que o inquiriam... 
Além do exposto, se Chico merece respeito, talvez fosse conveniente primeiro, pedir uma auditoria nos projetos aprovados em seu nome e no nome de seus familiares pela Lei Rouanet; diga-se de passagem, esses projetos não são para beneplácito de artistas com mansões em Paris, etc..., senão para artistas com necessidades óbvias para execução de 
seus projetos. Olha Marcelo, muito menos, ocasionou ao Chávez, um "porque no te callas?", e eu o tenho por uma pessoa deveras inteligente... (ely silmar vidal) 


http://youtu.be/Tl6wJGotOx0

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Chico Buarque se irrita com o sucesso da paródia O Bando. Assista agora!

O Músico, cantor, compositor e escritor Chico Buarque de Holanda, que andava sumido da mídia em termos artísticos reapareceu meteoricamente 
depois de se envolver num bate boca de bêbados numa madrugada carioca à porta de um dos restaurantes mais chiques da cidade maravilhosa. O show dos mamados no bairro Leblon, na cidade do Rio, girou em torno de política, ou seria melhor dizer politicalha? Chico tem se prestado ao 
ridículo papel de ferrenho defensor dos governos do PT, independentemente dos recordes de corrupção e descaso com o dinheiro público que estes governos petistas carregam nas costas. 

O antigo herói da MPB foi questionado na madrugada por um outro músico, o rapper Túlio Rek, que chegou a chamar Chico de um "grande merda". O episódio trouxe Chico Buarque de volta à mídia. Principalmente a mídia alienada e compromissada com os desmandos do petismo, que não demorou em tentar construir do episódio dos mamados do Leblon, uma vítima de crueldade, injustiça, fascismo puro. Quem seria a vítima? Ele mesmo! 
Chico Buarque de Holanda, cuja família tem se beneficiado de milhões e milhões de dinheiro público para projetos "culturais" cheios de dúvidas. 

Mais do que a petulância de questionar alguém como Chico Buarque durante a madrugada, a esquerdalha (esquerda canalha) se viu diante de outro fato que da mesma forma, para eles, não passa de uma afronta ao "todo poderoso" da arte e da cultura nacional. A peça em questão é uma paródia da música A Banda, de Chico Buarque, que é de autoria de Filipi Trielli e argumento de Danilo Gentili, e que já está na internet há alguns anos, mas que só agora ganhou força. A paródia tem como título O Bando, e começou por aí a revolta do próprio Chico Buarque. 

O Artista ficou mais que irritado ao tomar conhecimento do sucesso nas 
redes sociais que a paródia O Bando faz nas mídias sociais."Constrangedor", assim o cantor Chico Buarque sintetizou depois de ter ouvido a paródia em um evento que seria em sua homenagem em São Paulo. Chico, visivelmente constrangido, ao saber que a paródia O Bando é um grande sucesso na internet, mandou todo mundo tomar no cu e se retirou do local. Só no perfil do You Tube, Chinchila, a paródia tem quase 300.000 acessos. O Bando é uma crítica inteligente ao petismo, ao petralhismo e neste momento especial de vitimização de Chico Buarque, passa a ser também uma sacada para criticar o que poderíamos chamar de "chiquismo" ( a ação de vitimizar Chico Buarque de Holanda). 

Assista a paródia O Bando, de autoria de Filipi Trielli! 
Confira a letra completa de O Bando! 

O BANDO 

Estava à toa na classe o professor me chamou 
Pra me lobotomizar, me transformar num robô 
Me encheu de frase de efeito destilando rancor 
Pra me lobotomizar, me transformar num robô 

O mensaleiro que contava dinheiro parou 
E o blogueiro que levava vantagens pirou 
A Namorada que gostava de Beagle 
Parou para retocar a maquiagem 

O Sakamoto que odiava o sistema curtiu 
A Marilena que andava sumida Chauiu 
A esquerdalha toda se assanhou 
Pra me lobotomizar, me transformar num robô 

Estava à toa na classe o professor me chamou 
Pra me lobotomizar, me transformar num robô 
Me encheu de frase de efeito destilando rancor 
Pra me lobotomizar, me transformar num robô 

Não tive saco pra encarar Bakunin nem Foucault 
Gosto do Chico e acho que ele é um grande cantor 
O Professor falou que a coisa mais bela 
Era explodir bomba feito o Marighella 

A Marcha rubra se espalhou e a direita não viu 
O Paulo Freire virou santo e fudeu com o Brasil 
A Faculdade toda se enfeitou 
Pra me lobotomizar, me transformar num robô 

Eu vi que o capitalismo era feio e cruel 
Eu vi que em Cuba era bom e que eu amava o Fidel 
Anotei tudo no iPad e pus no computador 
Depois eu vou te ensinar porque eu virei professor 




”UMA SESSÃO PRA LÁ DE SUSPEITA”

Uns dizem que o Supremo comportou-se como um autêntico tribunal bolivariano. Outros, que o STF exorbitou da sua competência constitucional e invadiu os poderes inerentes ao Legislativo. Terceiros acrescentam, ainda, que ao dar pleno poder de decisão ao Senado, a mais alta instância do poder judiciário desmereceu o regimento da Câmara quando por várias vezes fez valer o seu próprio.
Percebo muito de factível nas críticas dos analistas. Acrescento que essa sessão, jogando por terra a autorização da Câmara para abertura de um processo de impeachment contra a presidente da República, certamente ficará tristemente marcada na história daquela casa pela desilusão que causou a cerca de 93% de brasileiros, segundo pesquisa, que anseiam ver questionado o comportamento do governo petista. Irá para os anais da casa também como a mais suspeita de todas quantas já assistimos.
E bota suspeição nisso. Ficou no ar a clara impressão de que as cartas estavam marcadas. Isso é muito preocupante, pois no Supremo, mesmo que com um pé atrás, estavam depositadas nossas expectativas de mudanças atendendo com rigor aos preceitos legais. Difícil crer, agora, que o Senado aprove o prosseguimento da ação.
Recordemos que no primeiro dia da sessão plena, o ministro relator da matéria, Luiz Edson Fachin, em alentado relatório de quase duas horas, para surpresa geral, aprovou ponto por ponto a proposta do Congresso. Ora, Fachin é aquele mesmo que só teve seu nome aprovado para o STF em face do empenho total da máquina do Executivo, o que foi visto até como a caracterização de interferência indevida de um Poder em outros.
A partir dali, a certeza da aprovação do que o Congresso deliberara foi tanta que o comentarista político Merval Pereira chegou a afirmar num jornal da noite tudo indicar que a tese seria acatada por unanimidade pelos magistrados. Que nada, o primeiro a votar no dia seguinte, o ministro Luís Roberto Barroso, famoso por sua atuação no processo do Mensalão, sempre favorável aos réus petistas, rebateu ponto por ponto as teses de Fachin. Ninguém entendeu.
A partir daí, na realidade, passou a relator da matéria, pois os votos seguintes, nos aspectos essenciais, seguiram os seus. E todos, antes de rechaçar o trabalho de Fachin, parece que combinado, teciam misteriosos elogios ao seu relatório qualificando-a como excepcional, "verdadeira obra de arte". Houve um que até elogiou sua "perfeita dicção", qualidade que ele não possui mesmo! Ora, como um trabalho tão perfeito pode ser rejeitado de ponta a ponta! Falsidade ou acerto prévio?
Outro disse que concordava com o relator em tudo, "menos em quatro pontos apenas". Rematado cinismo, pois eram exatamente os pontos que, uma vez rejeitados, tornavam nulo o trabalho do Congresso e jogavam para o espaço a autorização para a abertura do processo de impeachment.
O mais estranho, porém, aumentando a perplexidade que tomou conta de todos, foi o voto de Dias Toffoli, este, indubitavelmente, o mais ligado ao petismo seguindo quase que na íntegra o voto de Fachin, sobretudo no essencial. Mas percebam que quando Toffoli votou o destino do pleito da Câmara já estava sacramentado.
Coerentes com o que era lógico só os votos de Gilmar Mendes e de um ou outro ministro mais próximo ao petismo. No mais, ficou uma sensação de prévio acerto, se isso é possível, condenável sob todos os aspectos, mais ainda quando se trata do judiciário. - O



PENSAMENTO DO CLUBE MILITAR - Gen Gilberto Pimentel - Presidente do Clube Militar - 21/12/2015
clubemilitar.com.br/o-pensamento-do-clube-militar-23/

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Israel não deve enviar outro embaixador a Brasília depois de incidente diplomático



Vice-chanceler israelense disse que nunca um país rejeitou um diplomata por razões ideológicas.
A vice-ministra das Relações Exteriores de Israel, Tzipi Hotovely, voltou a pedir neste domingo que o governo brasileiro aceite a indicação de Dani Dayan como embaixador no país.
Em entrevista à rede de TV “Canal 10”, a chanceler disse que Israel não tem a intenção de enviar outro diplomata a Brasília depois da recusa ao nome de Dayan. “Nunca houve na história de Israel uma situação na qual um embaixador não foi aceito por suas posturas ideológicas”, declarou.
A diplomacia brasileira é contra a posição do ex-dirigente colono que defende os assentamentos judaicos na Cisjordânia.

Fonte: Portal Vox

sábado, 26 de dezembro de 2015

Lei de solução de conflitos entra em vigor

Uma nova forma de mediar conflitos, sem a necessidade de ir à Justiça, começa a valer. Agora é possível resolver situações como brigas de trânsito, cobrança de dívidas, questões relacionadas a direitos do consumidor, trabalhista e familiar, com o auxílio de um cartório, de uma empresa especializada em solução de conflitos ou de um mediador escolhido entre as partes.
A Lei de Mediação (13.140/2015), sancionada pela presidenta Dilma Rousseff no final de junho deste ano, tinha prazo de 180 dias para entrar em vigor.
A oficial substituta do Cartório Colorado, em Sobradinho, no Distrito Federal, Mariana Lima, disse que o serviço será gratuito porque não está previsto na tabela de emolumentos (preços dos serviços definidos pela Justiça). “Para os cartórios cobrarem alguma coisa, o valor precisa estar previsto na tabela de emolumentos. O cartório pode cobrar por outros serviços que estão na tabela, por exemplo, uma notificação extrajudical, um registro do acordo”, disse. Mariana acrescentou que o cartório decidiu oferecer o serviço gratuitamente por demanda da comunidade, que tem muitos conflitos relacionados a condomínio, por exemplo.
A tabeliã do 15º Ofício de Notas do Rio de Janeiro Fernanda de Freitas Leitão, especialista em mediação de conflitos, defende que a lei seja aplicada aos mais diversos tipos de litígios, fortalecendo e aperfeiçoando a pacificação social e contribuindo para desafogar o Poder Judiciário.
“A mediação caminha para apaziguar os ânimos e incentivar a tolerância. É imprescindível que haja uma mudança comportamental, de sairmos de uma atitude adversária para uma atitude colaborativa. Acredito que nós, tabeliães, poderemos contribuir para que esse objetivo seja alcançado”, disse Fernanda.
De acordo com a lei, pode atuar como mediador extrajudicial qualquer pessoa maior de idade que tenha a confiança das partes e seja capacitada para fazer mediação, independentemente de integrar qualquer tipo de conselho, entidade de classe ou associação. As partes poderão ser assistidas por advogados ou defensores públicos.
As partes envolvidas em conflitos podem recorrer à mediação, mesmo que já tenham entrado com processo na Justiça. Nesse caso, devem pedir ao juiz a suspensão do processo por prazo suficiente para a solução consensual do litígio.
A lei também prevê a mediação judicial, com a criação de centros de solução consensual de conflitos.
A União, os estados, o Distrito Federal e os municípios poderão criar câmaras de prevenção e resolução administrativa de conflitos.


Fonte: Agência Brasil

Lula, o ogro pilantrópico

Ogro é uma figura mitológica voraz e insaciável, cuja particularidade é devorar tudo e a todos. A palavra ogro vem do latim, orcus, que significa inferno. Filantrópico vem de filantropia, o ato de se fazer caridade, ajudar o próximo sem desejar nada em troca. O vosso Dr. Lula, devoto da luta de classes, não é propriamente um filantropo, mas, sim, como sabido, um pilantra ambulante, tipo refinado na arte de passar a perna na patuleia ignara (o que vem fazendo, sem pudor, há mais de três décadas). Por oportuno, vamos tratar de algumas facetas deste assombroso personagem.
Antes de mais nada convém anotar que o ogro do ABC não seria mais que fenômeno passageiro caso não fosse incensado pela mídia amestrada, dia e noite, desde que pintou no pedaço. Diga-se, de passagem, que a imprensa cabocla, totalmente dominada pelo ativismo esquerdista, encampa, por tradição, todo tipo de fanático ou picareta capaz de entoar a cantilena comunista (seja leninista ou gramsciana).
No histórico, essa gente nunca vacilou em alardear a "liderança carismática" do ogro do pilantrópico, logo reconhecido como um "quadro genuíno" a ser cooptado a todo custo. Além de astuto, ambicioso e ignorante, o operário relâmpago seria capaz, segundo o comparsa Leonel Brizola, de "pisar o pescoço da própria mãe para chegar ao poder".
A figura foi um achado para as hordas comunistas, aparentemente esfaceladas pelos milicos. Cevado nos antros da teologia da libertação e da "intelectuária orgânica" da USP. o títere de pronto foi enviado para a Alemanha Oriental, onde recebeu tratamento de choque em cursilhos ministrados pela ortodoxia da STASI. No regresso, mostrou-se afiado no vociferar da decoreba vermelha. Daí a fundar um partido "hegemônico" e chegar ao poder, "pisando o pescoço da própria mãe", foi um passo. Em seguida, para mantê-lo, o ogro "fez o diabo" e armou com mão de ferro o Estado Socialista do PT, hoje considerado o mais corrupto do mundo, embora atravesse fase agônica.
O exemplo de como a imprensa amestrada venera ídolos de pés de lama verificou-se quando o puxa-saco Roberto D'Ávila, outro membro da patota, entrevistou o companheiro Lula na Globo News, uma emissora a serviço da desinformação. Nela, o ogro pilantrópico, no momento às voltas com inúmeras denúncias da operação Lava-jato, mentiu adoidado, distorcendo os fatos mais notórios ao sabor da sua completa amoralidade. Diante das câmeras, com irrefreável lógica de botequim, o ogro atropelou como quis o falso entrevistador que, de resto, manteve-se fiel ao hábito de "levantar a bola" para o arremate dos companheiros de viagem.
Lula vociferou tal qual a figura do fingidor histérico, tipificado na patologia como o doente que diz uma coisa que sabe que é mentira e a sustenta, publicamente, na maior cara de pau. (Escondido no bunker do Instituto Lula, onde armou a entrevista-farsa, o ogro mentiu desvairado, o quanto pôde, para eventuais telespectadores, sempre rodeado pelos cupinchas da CUT, UNE e MST, claque cativa e bem remunerada. Em determinado instante, Lula, um sujeito rico com milhões de reais investidos em especulações financeiras, chefe de família dona de 17 empresas capitalistas, garantiu que ninguém apareceu quando era presidente para lhe oferecer sequer "uma pêra". Em ato falho, porém, sofismou em defesa própria: no Brasil, "… aquele cara que parece um santo, na verdade é um bandido. O que parece bandido é um santo". É preciso mais?
Na dura realidade, no País conflagrado pelo socialismo petista, as chamadas instituições oficiais afundam na desídia e na dissolução, o desemprego ultrapassa a casa dos 10%, a inflação galopa em dois dígitos, o PIB desaba, o descrédito externo avança e a dengue, a zika e a chikungunya massacram a população carente. Numa reação previsível, a maioria indignada, mesmo descrente, manifesta nas ruas sua repulsa contra o governo corrupto ostentando o boneco ladravaz de Lula, símbolo da miséria física e moral que estigmatiza a nação.
Enquanto isso, nos palácios de Brasília, a caricata Dilma Rousseff, factotum de Lula, se aferra ao poder contra a vontade de 84% da população. Com o governo falido pelo roubo público, ela informa que o País atravessa crise passageira e promete mundos e fundos, inaugurando obras inexistentes em viagens dispendiosas nas quais se vende como vítima de golpes tramados pelos adversários políticos.
Quer dizer: estamos ferrados. - (*) Ipojuca Pontes - 23/12/2015 - (*) Ipojuca Pontes, ex-secretário nacional da Cultura, é cineasta, destacado documentarista do cinema nacional, jornalista, escritor, cronista e um dos grandes pensadores brasileiros de todos os tempos.



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