Radio Evangélica

quinta-feira, 30 de março de 2017

Carta de ex-funcionária da VARIG ao aPedeuTa



No ano de 2015, temos uma carta aberta escrita por Angel Nunes, uma ex-comissária da Varig, que não escreveu somente esta, mas também outras cartas.
Nesta, ela demonstra sua decepção na atuação do canalha mor, LULA estrela PTralha, por ter beneficiado um concorrente da VARIG, a GOL, ao negligenciar o fato, de que a falência da VARIG levaria inúmeros funcionários e ex-funcionários a problemas nunca antes sonhados.
Lembrando que a GOL era de propriedade de um “amigo”, cupincha, comparsa, sei lá, do aPedeuTa.
A seguir, o rico texto:
“Lula… a sua prisão, nunca trará de volta os sonhos que perdi.
Os anos que envelheci.
As lagrimas que chorei.
As noites que não dormi.
A casa que não comprei.
O conforto que não usufrui.
A paz que me deixou.
A preocupação, a ansiedade, a depressão, por medo do mês seguinte.
As doenças somáticas que adquiri.
A suspensão de todo e qualquer lazer.
E tudo que não pude dar aos meus filhos.
Quando você não pagou à Varig, a quantia bilionária que devia.
Quando você bateu a porta do BNDES na nossa cara, nos negando crédito, enquanto financiava o metrô de Caracas.
Quando você não nos recebeu ou nos ouviu.
Quando você não se importou ou se interessou pelo destinos das milhares de famílias dos funcionários.
Quando todos os setores do governo e da imprensa caçoavam de nós, dizendo que éramos maus gestores e estávamos pagando o preço, sem que dessem a saber que havia uma dívida ganha na justiça que até hoje não foi paga.
Você quis nos quebrar para se locupletar.
Tinha poder e conseguiu!
A sociedade nunca saberá a realidade dos fatos nem a desgraça que foi para as nossas vidas tê-lo como presidente.
Foi e é, pois sua pupila reza na mesma cartilha.
Você passará vergonha, mas não passará necessidade como nós passamos.
Você terá seu orgulho quebrado, mas não se atirará do décimo andar ou dará um tiro na cabeça como alguns de nós que se suicidaram.
Você será desprezado, mas nunca sentirá o desespero de ter um poder monumental, o poder de um governo, te massacrando, te tirando o pão da boca e da boca de seus filhos.
Em memória a todos que partiram em aflição e em honra daqueles que continuam cambaleantes, batendo com o braço fraco mas persistente, nas portas do intrincado judiciário brasileiro, onde teus seguidores recorrem protelatoriamente sem nos pagar, para que morramos um por um sem receber nossos direitos trabalhistas e previdenciários.
Pois bem, de 2006 pra cá, 1.200 de nós já morreram, mas 8.800 continuam lutando.
Somos teimosos e orgulhosos da nossa história, de nossas honradas profissões, e do patrimônio histórico que representaremos sempre na aviação brasileira.
Não seremos ressarcidos nunca.
Somos pessoas de bem, não nos dá prazer o seu mal.
Tudo que queríamos era um homem bom e justo como presidente.
Tudo poderia ter sido diferente para nós.
Tudo poderia ser diferente para você.
Mas, a escolha foi sua.
Que a justiça seja feita!
Ainda que parcial.” – (Angel Nunes)
(ap. Ely Silmar Vidal – skype: siscompar – fones: 041-41-99820-9599 (TIM) – 021-41-99821-2381 (CLARO e WhatsApp) – 015-41-99109-8374 (VIVO) – 014-41-98514-8333 (OI) – mensagem 250317 – Carta de ex-funcionária da VARIG ao aPedeuTa – imagens da internet)
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terça-feira, 28 de março de 2017

“Daria para fazer umas três Lava Jato”, diz procuradora sobre novas provas obtidas

Na semana que passou, a força-tarefa da Operação Lava Jato completou três anos. De lá para cá, foram 38 fases, 198 prisões, sendo que 23 seguem na cadeia, R$ 10,3 bilhões recuperados aos cofres públicos, 127 acordos de delação premiada, 260 inquéritos policiais instaurados, quatro mil policiais federais envolvidos e 30 procuradores da República dedicados exclusivamente aos casos. Gaúcha de Ijuí, a procuradora Jerusa Burmann Viecili está entre os integrantes da força-tarefa. Ressalta que diante dos últimos acordos fechados com executivos e ex-executivos da construtora Odebrecht, não há estimativa de prazo para conclusão dos trabalhos.
“A quantidade de provas que se têm, daria para fazer umas três Lava Jato”, destaca.
A procuradora lembra que de nada adianta o esforço dos procuradores e policiais, se os resultados não aparecerem de forma prática.
“Precisamos passar para a sociedade que a corrupção não vale a pena. Combate à combate tem que valer para todos. A corrupção tem raízes profundas e grandes galhos que abraçam grande número de órgãos públicos”, afirma.
Jerusa destaca que a Operação Lava Jato está no auge, mas diz que pouca coisa mudou.
“A Lava Jato fez um retrato da corrupção profunda no país. Mas é muito pouco diante de tudo que tem que ser feito”.
Diante dos números impressionantes e da repercussão mundial dos trabalhos do Ministério Público Federal e da Polícia Federal, admite que “ninguém imaginava que tomaria essa proporção”.
Sobre a rotina de trabalho, Jerusa conta que os procuradores trabalham em dupla ou trio. Mas que muitos dos fatos se entrelaçam e precisam ser divididos com mais gente. A divisão também é por empresas envolvidas no esquema e/ou fatos. Sobre o movimento político para anistiar o caixa 2, sustenta que trata-se de uma discussão falsa.
“Na verdade, o que se pretende é uma anistia ampla aos delitos de corrupção e de lavagem de dinheiro que foram praticados”, reforça.
(GAÚCHA – Eduardo Matos – eduardo.matos – Foto: Arquivo pessoal, gaúcha de Ijuí, a procuradora da República Jerusa Burmann Viecili integra a força-tarefa – 19/03/2017)
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Odebrecht faz de Dilma uma pobre sem-verdade

As revelações feitas por Marcelo Odebrecht à força-tarefa da Lava Jato, repetidas em depoimento à Justiça Eleitoral, retiraram de Dilma Rousseff o último patrimônio político que ela imaginava ostentar: a presunção de superioridade moral. Ela já havia perdido a pureza ideológica ao encabeçar coligações eleitorais que incluíam do arcaico ao medieval. Perdera a aura de gerentona e a poltrona de presidente da República após reduzir a economia nacional a escombros. Agora, é submetida a um ritual de emporcalhamento que aniquila o que lhe restava de individualidade, integrando-a à baixeza geral. Foi para o beleléu a diferença heroica.
Em síntese, o príncipe das empreiteiras contou: 1) Dilma sabia que João Santana, seu marqueteiro, era remunerado pela Odebrecht no caixa dois. 2) Madame sabia também que Antonio ‘Italiano’ Palocci e Guido ‘Pós-Italiano’ Mantega faziam dupla jornada como ministros e coletores de fundos para suas campanhas presidenciais. 3) Reeleita, a soberana foi informada pelo próprio empreiteiro de que as contas abertas no estrangeiro para pagar o marketing do seu comitê estavam ao alcance dos investigadores da Lava Jato.
Em nota de sua assessoria, Dilma tachou os segredos de Marcelo Odebrecht de “novas mentiras”. Ainda não se deu conta de que suas verdades é que estão se transformando numa espécie de latifúndio improdutivo que os delatores da Odebrecht invadem. A nota sustenta que Dilma “jamais pediu recursos para campanha” a Marcelo Odebrecht. Tampouco “solicitou dinheiro para o Partido dos Trabalhadores”. Ora, mas o delator disse exatamente a mesma coisa.
Dilma não precisou pedir nada. Tinha quem solicitasse em seu nome. “[…] Quem pediu os valores específicos era o Guido, eu me assegurava que ela [Dilma] sabia mais ou menos da dimensão do nosso apoio”, contou Odebrecht ao TSE, falando num idioma parecido com o português. “Ela dizia que o Guido ia me procurar, mas eu nunca falei de valor. A liturgia, a questão de educação, você não fala com o presidente ou o vice-presidente a questão do valor.”
Em 2010, contou Odebrecht, Dilma não teve que se preocupar com as arcas da campanha. Lula, o “amigo” da Odebrecht, se encarregou de tudo, com o luxuoso auxílio do grão-petista Antonio Palocci. Dilma “praticamente nem olhou as finanças, acho que todos os pedidos de doação foram feitos por Lula, Palocci. Ela nem se envolvia em 2010”, esmiuçou o empreiteiro.
Dilma soube do que se passava na bilheteria porque Lula se encarregou de informar, contou Marcelo Odebrecht. As verdades de Dilma sobre questões relacionadas à tesouraria foram, por assim dizer, herdadas de Lula. O tamanho dessas verdades vem sendo questionado desde o mensalão. Sempre que a conjuntura exigiu garantias, verificou-se que, além de improdutivas, as verdades do petismo estavam assentadas sobre um gigantesco brejo.
De repente, Dilma descobre que não é a dona da verdade. Bem ao contrário. A colaboração judicial da Odebrecht transformou-a numa sem-verdade. Parte das informações do empreiteiro já haviam sido descobertas pelos investigadores. A Lava Jato apalpou os extratos da conta de João Santana na Suíça antes que o herdeiro da construtora cogitasse suar o dedo. Não é razoável supor que Dilma, centralizadora a mais não poder, estivesse alheia ao melado que escorria nos porões do seu comitê.
Considerando-se que uma ex-guerrilheira jamais cogitaria a hipótese de se tornar uma delatora, restam a Dilma duas escassas alternativas: ou aceita sua parcela de culpa ou funda o MSV (Movimento dos Sem-Verdade), assumindo a liderança da cruzada nacional por uma reforma semântica que devolva algum sentido a quem já não tem nenhum.
(Odebrecht faz de Dilma uma pobre sem-verdade – Josias de Souza)
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domingo, 26 de março de 2017

Ditadura Comunista Venezuelana Começa a Sentir Pressão do Governo Trump

A Venezuela sofre a maior crise econômica e social de toda sua história, causada por anos de políticas socialistas que destruíram a economia do país e resultaram em uma completa desagregação de seu tecido social. No entanto, na esfera política tem-se de um lado um regime de ditadura socialista ligado ao narcotráfico, e de outro uma suposta oposição de viés social-democrata ocupada unicamente com cálculos eleitorais, e cujo horizonte limita-se a promover reformas e melhorias no regime socialista.
Mas a despeito desses impasse políticos interno, o regime começou a sentir pressão com a chegada de Donald Trump à Casa Branca. As mudanças na orientação política e diplomática do governo americano em relação à Venezuela começaram a ser percebidas logo nos primeiros dias da nova administração da Casa Branca, quando a ditadura narco-comunista venezuelana solicitou ao novo governo americano que revogasse a medida que classifica a Venezuela como uma ameaça aos Estados Unidos.
Em resposta a esse pedido, o governo americano aumentou as pressões contra o vice-presidente venezuelano Tarek El Aissami, pois os serviços norte-americanos de inteligência e de combate ao narcotráfico têm evidências o bastante das ligações do vice-presidente venezuelano com o tráfico internacional de drogas. As evidências apontam que o tráfico internacional de drogas e a lavagem de dinheiro estão diretamente relacionadas à violência política do regime de ditadura socialista venezuelana.
O chavismo, versão latino-americana do movimento comunista internacional engendrado no Foro de São Paulo e estritamente ligado ao narcotráfico, transformou a Venezuela em um narco-estado, fato seguramente sabido pelos serviços de inteligência dos Estados Unidos. Um narco-estado socialista que reduziu o país à pobreza e à miséria, transformando a Venezuela no país mais pobre e violento do continente latino-americano.
O governo de Donald Trump já definiu o regime chavista venezuelano como sendo um regime autoritário, devido à falta de liberdade política, a repressão e prisão de opositores, e a falta de independência dos poderes legislativo e judiciário.
Se o governo americano mantiver essa orientação política e diplomática em relação à ditadura narco-socialista venezuelana, cumprindo assim uma das promessas de campanha de Donald Trump, o regime chavista poderá no médio prazo não resistir à pressão. E dessa forma possivelmente os venezuelanos poderão conseguir aquilo que até agora não conseguiram em mais de dez anos de mobilizações de rua: pôr um fim a uma ditadura narco-socialista que arruinou o país.
(por Paulo Eneas – editor do -:/.criticanacional.com.br/2017/03/24/ditadura-comunista-venezuelana-comeca-a-sentir-pressao-do-governo-trump/ – e – Emma Sarpentier correspondente do Crítica Nacional em Caracas)
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Orações são como cartas para Deus que nunca erram o endereço

“Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero e não sacrifício, não condenaríeis os inocentes.” (Mt 12:7)
Os teus pecados estão encobertos, porque eles foram apagados e perdoados por Deus.
Deus não te atribui mais culpa alguma, mas isso, tão somente por Seu Santo e Sagrado nome e não porque você não tenha alguma culpa, ou porque de fato não sejas transgressor.
Ele, Deus, é quem te instrui e te guia pelos caminhos através dos quais terás que andar ou trilhar. E isso, acontece após a confissão de tuas culpas e tuas orações, que tocam o coração de Deus a teu favor.
Porque motivo te ufanas agora?
Agora te encontras reto e é chamado justo., pois tuas culpas e tuas hipocrisias foram apagadas. Mas isso acontece apenas, porque Deus é fiel e não porque você seja justo, puro e santo.
Lembre que as águas se levantaram e não te atingiram, andaste pelo vale da sombra da morte, e hoje, ao relembrar, é como se por ali você tenha estado a passeio. Você se esquece que isso se deve ao fato de que tinhas sobre você, a vara e o cajado de Deus sobre tua vida a te proteger.
Por onde andava sempre encontrava um banquete, à frente dos teus inimigos.
Bem vês que o Senhor te honra! Que Ele te unge a cabeça com os santos óleos de Seu Divino Espírito e faz com que teu cálice transborde, tal é a abundância do amor de Deus por ti e por tua vida; porque a bondade e a fidelidade DEle, acompanham todos os teus passos.
E agora o que você faz?
Vira as costas a teus irmãos, quando poderia conduzir a todos eles aos mesmos pastos verdejantes aos quais Deus te conduziu. Dessa forma, eles também não teriam falta de nada e nas águas tranquilas encontrariam a restauração de seus vigores, e quem sabe assim também voltem a ter a Shekinah sobre suas vidas enquanto viverem.
(ap. Ely Silmar Vidal – skype: siscompar – fones: 041-41-99820-9599 (TIM) – 021-41-99821-2381 (CLARO e WhatsApp) – 015-41-99109-8374 (VIVO) – 014-41-98514-8333 (OI) – mensagem 240317 – Orações são como cartas para Deus que nunca erram o endereço – tendo por base os salmos 23 e 32 – imagens da internet)
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