Radio Evangélica

domingo, 14 de janeiro de 2018

Ser PM no Brasil

Ser policial no Brasil é difícil
e isso é fácil de perceber
Os bandidos estão fazendo o que quer
e no final das contas o lesado é você
Ser pego fumando maconha
não dá nada pois já é normal
Depois de tomarmos o cigarro,
eles ficam rindo e ainda dão tchau
Se prendemos um cara hoje
com garra e primazia
o bandido sai primeiro do que nós, lá de dentro da delegacia.
Se trabalharmos correto fazendo a nossa missão
a justiça vai lá e solta, meu amigo que esculhambação.
Se o meliante for menor, vixe, não pode nem encostar a mão
mas eles podem escolher o presidente da Nação.
Resumindo guerreiros, faço aqui este apelo
pois o nosso trabalho aqui no Brasil, está sendo só enxugar gelo.

(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
do CIEP - Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 050118 - Ser PM no Brasil - (recebido por WhatsApp -
@jacksonfigueiredo)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos
iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos
contigo.

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#COJAE

sábado, 13 de janeiro de 2018

Gilmar: a Batalha do Itararé, e a mídia aplaude maluco que dança

Gilmar Mendes e uma quantidade enorme de chavões e repetições dos
mesmos, sem as devidas respostas à altura das perguntas pertinentes.
Muito interessante e oportuna esta entrevista que o Gilmar Mendes dá ao
Datena, ao que tudo indica é uma entrevista dada à distância no dia
29/12/17. Gilmar Mendes estaria em Portugal e Datena em alguma praia.
Creio ser muito bom observar que Gilmar Mendes, tergiversa e não
responde, além de fazer uma colocação que deixa o Datena com a pulga
atrás da orelha:

"Eu sei que hoje vocês acham isso normal, até que a crise bata às portas
de vocês, que vai bater. Se essa onda autoritária continuar, vai bater."
(Gilmar Mendes)
"Ministro isso é uma ameaça ou uma análise histórica." (Datena)

Embora o Datena se utilize de uma linguagem suave, percebe-se que Datena
é bastante crítico ao assunto e busca uma resposta mais ampla, da qual o
Gilmar escapa como bagre ensaboado.
Segundo diz o Gilmar Mendes, estaria sendo criada uma "onda do Direito
Penal de Curitiba".
"Prisão provisória para que a pessoa delate, Em linguagem vulgar isso
significa utilizar a prisão provisória como método de tortura"
Isso é pejorativo, e está colocando em suspeição todo o trabalho da Lava
Jato.
Esse homem não chega a falar mais abertamente, porque creio, ele não tem
a coragem ainda suficiente para tal ato, mas que sua vontade e o que
deixa derramar de sua boca é exatamente isso, como se pode observar na
entrevista completa.

A mídia bate palma para maluco dançar. Quem é o maluco, Gilmar?
Pois você também está muito em evidência e faz muito tempo.

"Não entenda minha palavra nunca como ameaça." (Gilmar Mendes)

(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
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Mensagem 080118 - Gilmar: a Batalha do Itararé, e a mídia aplaude maluco
que dança - (imagens da internet)

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A “luta de classes” é real - só que os lados opostos são diferentes do que imagina a esquerda



A teoria liberal-clássica é a única que explica a situação corretamente

"A história da humanidade é a história da luta de classe", escreveram Karl Marx e Friedrich Engels logo no início do primeiro capítulo de O Manifesto Comunista.
Segundo o núcleo básico do sistema de crenças marxista, a história da humanidade é a história das lutas entre uma classe dominante relativamente pequena e uma classe de explorados bastante numerosa. A principal forma de exploração é econômica: a classe dominante expropria parte da produção gerada pelos explorados — ou, como dizem os marxistas, a classe dominante "se apropria da mais-valia social e a utiliza para seus próprios propósitos de consumo."
Essa teoria, em si mesma, é absolutamente correta. No entanto, Marx cometeu um erro crasso ao apontar quais seriam os lados antagônicos desta batalha.
De acordo com Marx, os sistemas sociais pré-capitalistas, como a escravidão e o feudalismo, eram caracterizados pela exploração. Não há nenhuma controvérsia quanto a isso. Afinal, o escravo não é um trabalhador livre e não se pode dizer que ele ganha por estar escravizado. Ao contrário, ao ser escravizado, sua utilidade é reduzida em prol de um aumento na riqueza apropriada pelo escravizador. O interesse do escravo e o interesse do dono do escravo são de fato antagônicos.
O mesmo é válido quanto aos interesses do senhor feudal que extrai impostos sobre a terra de um agricultor que se apropriou originalmente dela. Os ganhos do senhor são as perdas do agricultor.
E também não há controvérsia quanto ao fato de que tanto a escravidão quanto o feudalismo de fato obstruem o desenvolvimento das forças produtivas. Nem o escravo nem o servo serão tão produtivos quanto seriam sem a escravidão ou a servidão.
No entanto, a idéia genuinamente nova do marxismo — e que deturpou em definitivo toda a ideia, até então correta, da luta de classes — foi afirmar que, essencialmente, nada muda quando se sai do sistema escravagista para o sistema capitalista; nada muda se o escravo se torna um trabalhador livre, ou se o agricultor decide cultivar uma terra originalmente apropriada por outra pessoa e paga um aluguel para fazer isso.
Não só não há luta de classes entre assalariados e patrões sob um arranjo genuinamente capitalista, como também os interesses de ambos não são rivais, mas sim complementares. (Sobre isso, você pode encontrar explicações completas aqui e aqui.)
A luta de classes existente no mundo atual não antagoniza trabalhadores e empreendedores, mas sim os coloca lado a lado. E contra o mesmo inimigo.
No mundo atual, a luta de classes é outra
Vale ressaltar que a teoria do conflito de classes não foi criada por Marx, mas sim pelos liberais franceses do século XIX. Com efeito, foram os intelectuais liberais-clássicos da França, da Inglaterra e dos EUA que lideraram o desenvolvimento inicial desta teoria.
Marx, Engels e mesmo Lênin estavam bem cientes das origens da doutrina de classes, e reconheciam abertamente suas influências burguesas. Entretanto, os marxistas criaram uma versão própria da teoria, a qual, além de ser inferior àquela desenvolvida pelos liberais franceses, era também completamente destituída de sentido lógico (ver os dois links do penúltimo parágrafo da seção acima).
Tanto Marx quanto os liberais franceses concordavam que a sociedade era formada por uma classe de exploradores e por uma classe de explorados. Entretanto, para os liberais, a sociedade não era dividida entre a burguesia e o proletariado, mas sim entre a classe produtiva e a classe política.
Os liberais mostraram que havia duas maneiras de se organizar o esforço humano produtivo: por meio da cooperação pacífica e do comércio, ou por meio da violência.
Cada método — paz ou poder — cria grupos de pessoas com interesses distintos e conflitantes. O primeiro organiza os indivíduos dentro de um sistema de divisão do trabalho, no qual cada pessoa contribui voluntariamente para o bem-estar de terceiros (pois é do interesse próprio delas fazer isso). Já o último organiza os indivíduos em grupos políticos que usufruem o monopólio da coerção e do esbulho.
A filiação de um indivíduo a uma classe não depende de suas funções econômicas — ser assalariado ou empreendedor —, mas sim de sua fonte de renda. O poder político e seus privilégios são as principais fontes de distinção de classes.
Assim, a sociedade pode ser dividida entre a classe produtiva e a classe política: a classe produtiva é formada por aqueles indivíduos que criam riqueza por meio do trabalho, do empreendedorismo, da cooperação pacífica e voluntária, e do comércio; já a classe política é formada por aqueles indivíduos que vivem da exploração desta classe produtiva — no caso, do confisco da renda criada pelos produtivos.
No final, a sociedade é formada, de um lado, por indivíduos que são beneficiários líquidos desta exploração, e, de outro, por indivíduos que são as vítimas desta exploração.
É extremamente importante ressaltar que a classe política não se limita apenas a políticos detentores de cargos públicos. Estes, com efeito, são seus mais ínfimos representantes. A classe política é majoritariamente composta por todos aqueles que se beneficiam da redistribuição da renda confiscada da classe produtora: além dos próprios políticos, a classe política inclui:
a) funcionários públicos (que são recebedores líquidos de impostos);
b) grandes empresários cujas receitas advêm majoritariamente de contratos com o governo (como empreiteiras que fazem obras públicas);
c) empresários que recebem subsídios do governo;
d) empresários protegidos por tarifas de importação;
e) empresários que usufruem uma reserva de mercado protegida pelo governo;
f) pessoas que recebem benefícios assistencialistas (em volume maior do que pagam em impostos).
Todos estes são, em última instância, sustentados por empreendedores e trabalhadores assalariados, que pagam impostos e recebem pouco (ou nada) em troca. A riqueza produzida por estes é parcialmente confiscada pela classe política e redistribuída para seus integrantes. Não fossem os empreendedores e trabalhadores (a classe produtiva) não haveria como existir a classe política, pois não haveria riqueza a ser espoliada.
Assim, o estado — que é a instituição que efetua o ato da tributação e da redistribuição — é quem estabelece e institucionaliza a divisão de classes e, inevitavelmente, a luta de classes. O estado não apenas institucionaliza a redistribuição como também cria uma rede de privilégios acessível apenas aos indivíduos e grupos que ele privilegia.
Embora seja difícil definir de maneira perfeita os membros de cada classe, uma boa maneira de começar é distinguindo aqueles que auferem sua renda por meio da produção daqueles que auferem sua renda por meio do esbulho. Há ocasiões em que o mesmo indivíduo pertence aos dois grupos: por exemplo, um funcionário público que também possui um empreendimento produtivo, ou um empreendedor que consegue um subsídio ocasional do estado.
Em geral, no entanto, os membros produtivos da sociedade são pagadores líquidos de impostos, ao passo que os membros da classe política sobrevivem parasiticamente como consumidores líquidos de impostos. A tributação é quem institucionaliza a divisão entre, de um lado, o estado e seus grupos privilegiados, e, de outro, as classes produtivas.
Conclusão
A luta de classes existe e é real. Só que os antagonistas não são aqueles imaginados pela esquerda. Ao contrário, empreendedores e assalariados quase sempre estão do mesmo lado da batalha. O inimigo em comum de ambos é o estado, que é a instituição que divide a sociedade em dois grupos: a classe privilegiada politicamente (que necessariamente é a minoria da população) e aqueles que a sustentam (empreendedores e trabalhadores).
Neste quesito, vale repetir um dos mais brilhantes ensaios já escritos sobre filosofia política: Disquisition on Government, de John C. Calhoun. Segundo Calhoun:
[O] inevitável resultado desta iníqua ação fiscal do governo será a divisão da sociedade em duas grandes classes: uma formada por aqueles que, na realidade, pagam os impostos — e, obviamente, arcam exclusivamente com o fardo de sustentar o governo —, e a outra formada por aqueles que recebem sua renda por meio do confisco da renda alheia, e que são, com efeito, sustentados pelo governo.
Em poucas palavras, o resultado será a divisão da sociedade em pagadores de impostos e consumidores de impostos.
Porém, o efeito disso será que ambas as classes terão relações antagonistas no que diz respeito à ação fiscal do governo e a todas as políticas por ele criadas. Pois quanto maiores forem os impostos e os gastos governamentais, maiores serão os ganhos de um e maiores serão as perdas de outro, e vice versa. E, por conseguinte, quanto mais o governo se empenhar em uma política de aumentar impostos e gastos, mais ele será apoiado por um grupo e resistido pelo outro.
O efeito, portanto, de qualquer aumento de impostos será o de enriquecer e fortalecer um grupo [os consumidores líquidos de impostos] e empobrecer e enfraquecer o outro [os pagadores líquidos de impostos].
Consequentemente, quanto mais inchado se torna o governo, maior e mais intenso passa a ser o conflito entre essas duas classes sociais.
Por tudo isso, a análise da luta de classes é tão relevante hoje quanto era há dois séculos, se não mais. Com efeito, difundi-la pode ser tão importante para o avanço da liberdade quanto a difusão da teoria marxista foi para o progresso do socialismo.
Tragicamente, a mensagem libertária é simples, porém difícil de ser comunicada efetivamente: a exploração violenta por meio da política cria um conflito de classes destrutivo; já a cooperação pacífica por meio do mercado cria a prosperidade.

(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP - Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 120118 - A "luta de classes" é real - só que os lados opostos são diferentes do que imagina a esquerda - (imagens da internet - Mises org BR - rticle.aspx?id=2825)

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Trem-Bala

"Não é sobre ter todas as pessoas do mundo pra si
É sobre saber que em algum lugar alguém zela por ti
É sobre cantar e poder escutar mais do que a própria voz
É sobre dançar na chuva de vida que cai sobre nós

É saber se sentir infinito num universo tão vasto e bonito
É saber sonhar
E, então, fazer valer a pena cada verso daquele poema sobre acreditar

Não é sobre chegar no topo do mundo e saber que venceu
É sobre escalar e sentir que o caminho te fortaleceu
É sobre ser abrigo e também ter morada em outros corações
E assim ter amigos contigo em todas as situações

A gente não pode ter tudo
Qual seria a graça do mundo se fosse assim?
Por isso, eu prefiro sorrisos e os presentes que a vida trouxe
Pra perto de mim

Não é sobre tudo que o seu dinheiro é capaz de comprar
E sim sobre cada momento sorriso a se compartilhar
Também não é sobre correr contra o tempo pra ter sempre mais
Porque quando menos se espera a vida já ficou pra trás

Segura teu filho no colo sorria e abrace teus pais
Enquanto estão aqui que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir

Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá

Segura teu filho no colo sorria e abrace teus pais
Enquanto estão aqui que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir" - (Ana Vilela)

Que isto nos dê um novo alento, porque não somente a letra, mas o vídeo
trazem a informação do quanto nossa vida é passageira.
Que o Senhor te oriente no rumo correto a seguir, para que um dia possa
enfim dizer: "Cumpri a carreira..." - (ap. Ely Silmar Vidal - WhatsApp
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O mundo melhor está dentro de você

"Sendo Jesus interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de
Deus, respondeu-lhes: O reino de Deus não vem com aparência exterior;
nem dirão: Ei-lo aqui! ou: Ei-lo ali! pois o reino de Deus está dentro
de vós." (Lc 17:20-21)

Isto é exatamente o que penso, exatamente como sou.
Não tenho anseios, sonhos ou desejos que não possam ser realizados
naturalmente pela própria natureza da vida.
Mas tudo o mais, não passa de sonho. De sonho de poder, de sonho de
destruir a liberdade do outro.
Eu não quero esse poder, eu não quero exercer poder sobre qualquer
outro, quero apenas que você e qualquer outro viva bem, que viva como um
ser humano, que foi sonhado por Deus, um homem livre, o homem que é
homem e que ama o seu semelhante como a si mesmo.
O mundo novo, é o mundo onde todos podem, às suas próprias custas
alcançar os melhores lugares na sociedade. Onde todos podem às suas
próprias custas, ser felizes ou infelizes.
Os teus sonhos estão ali, logo adiante, levanta e conquista-os, antes
que alguém os conquiste, e queira te dominar à custa dos teus próprios
sonhos.
Que Deus abençoe a ti, tua casa, bem como à obra de tuas mãos hoje e
sempre, amém e amém! - (ap. Ely Silmar Vidal - WhatsApp 41-99821-2381 -
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A Lista - (Oswaldo Montenegro)

Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais

Faça uma lista dos sonhos que tinha
Quantos você desistiu de sonhar!
Quantos amores jurados pra sempre
Quantos você conseguiu preservar...

Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria
Quantos amigos você jogou fora?

Quantos mistérios que você sondava
Quantos você conseguiu entender?
Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber?

Quantas mentiras você condenava?
Quantas você teve que cometer?
Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você?

Quantas canções que você não cantava
Hoje assovia pra sobreviver?
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você?

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Comunista é isso mesmo, revolucionário de gogó

Peço que prestem muita atenção a este vídeo.
Esse cidadão, Urias Rocha, comunista, bravateiro, falou um monte de
coisa e agora sem fôlego para assumir sua fala vem pedir desculpas.
É necessário ouvir com atenção os dois áudios, no primeiro ele fala em
assassinar juízes, tocar fogo no TRF4, etc...

"Conforme compilado pelo colega Vitor Vieira, segue alguma transcrição
da gritaria do "Comunista Revolucionário": "Não podemos aceitar que essa
condenação tenha sucesso. Se o Lula for condenado temos que lutar até as
últimas consequências, ir pra rua, ir pro pau. Talvez quem sabe até
guerrilha, e começar a estourar a cabeça de coxinha, de juiz, mandar
esses golpistas para o inferno. (…) Essa elite não perdoa e querem
acabar com o presidente Lula. Nós estamos em guerra, estamos em combate
e temos que ir a Porto Alegre, cercar o TRF-4, se precisar derrubar o
prédio, tem que derrubar, se precisar lutar, tem que lutar, se precisar
pegar cada juiz depois da condenação, tem que pegar. Temos que dar uma
resposta, está na hora da gente reagir", falou o militante comunista, em
um recado que deu para um grupo do seu Whatsapp, há quatro semanas. O
áudio vazou, foi parar em mais grupos e agora diariamente o comunista
Urias tem que se explicar pela escorregada no artigo 286 do Código Penal
Brasileiro, entre outras infrações como o enquadramento dele na Lei de
Crimes Contra o Estado e a Ordem Política e Social, Lei 1802/53.
"Foi uma expressão minha, para um público fechado, e que saiu daquela
esfera de 250 pessoas, envolvidas naquela discussão sobre política. Dei
uma opinião que pode ter sido mal interpretada, pois não sou a favor de
luta armada e todos sabem que o pensamento do PCdoB hoje, partido que
estou filiado desde 1983, é o de defender a democracia e a igualdade
entre as pessoas de maneira institucionalizada. Nada de guerra, ou
agressão a ninguém. Vontade até posso ter, porém, concretizar isso ou
incentivar pessoas a cometer esse tipo de falha é outra história. Assim
como muitos fico indignado com a perseguição implicada ao Lula, até
gostaria de ir à Porto Alegre, mas fui aconselhado a não estar lá na
data do julgamento. Minha vida mudou depois que esse áudio ganhou grande
repercussão, e todo dia alguém me ameaça. Lamentável. Por todo o Brasil
essa declaração minha foi veiculada. Atualmente a Abin também está na
minha cola", destaca Urias sobre a polêmica. O PCdoB, partido em que
milita esse falastrão, revolucionário de gogó, papudo inútil, foi o
mesmo que armou a Guerrilha do Araguaia, aquela em que foi preso o
comuno-petista e bandido petista mensaleiro José Genoíno, o qual
"cantou" que foi uma maravilha, conforme Jair Bolsonaro.
Militante do PCdoB de Mato Grosso do Sul, Urias Rocha diz ser apenas um
filiado do partido, mas mereceu a atenção de dirigentes da Executiva
logo que a fala exorbitante começou a fazer barulho. Sem nenhuma
pretensão de punir internamente o corretor de imóveis, colegas da sigla
o procuraram para conversas quanto ao áudio, com alerta sobre eventuais
consequências da repercussão e ainda conselhos a respeito do maior
cuidado com plataformas de mídias sociais.
"Falei com ele, e outros do PCdoB também o procuraram, para um papo
amigo. Teve gente que confundiu esse áudio como sendo de uma reunião do
partido e, se fosse, naturalmente garanto que o Urias seria repreendido
de forma imediata. Não faz parte da nossa diretriz de política boa parte
das considerações que ele manifestou na declaração, porém trata-se de
uma opinião individual e ele é responsável pelos próprios atos. Da nossa
parte não houve nenhuma iniciativa de repreendê-lo institucionalmente,
porém, com esse episódio se tornando público ele corre o risco de ser
punido por outras esferas", comentou o presidente regional da sigla,
Mario Fonseca.
O dirigente faz parte do grupo de Whatsapp onde o áudio teve publicação
e também se diz preocupado com a condenação do chefe da organização
criminosa petista, Lula, por questões que, segundo ele, transcendem o
objeto do processo. Fonseca, entretanto destaca que se compadece pela
figura do ex-presidente e que o PCdoB, ou a esquerda brasileira, possuem
a força própria não dependendo do PT. "O Partido dos Trabalhadores, com
seus acertos e erros, foi responsável por um ciclo muito virtuoso do
Brasil, por 12 anos, que o PCdoB também fez parte. Todavia, o nosso
partido, pela sua independência responde pelas suas questões e, embora
muita gente confunda, a esquerda não se trata de um bloco", pontua."
(Vitor Vieira - Poncheverde blogspot)

"cão que ladra não morde", a gente logo percebe tratar-se de bravatas de
alguém que não faz porcaria nenhuma, de útil, na vida, a não ser as
bravatas para seus pares, e claro, quando está em grupo, ou armado, vira
uma fera.
Dia 24/01/18 acontecerá o julgamento do apedeuta, o "chefão", o "amigo",
no caso do Tríplex que não é dele. E por isso a caterva está em
polvorosa. Por esse motivo, esse caboclo, saiu com a faca nos dentes,
com sangue no zóio, como se diz por aí.
Com certeza, ele achou que estava falando com a mulher dele.

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