Radio Evangélica

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

BANDIDOS CONTROLAM NOSSA SOBERANIA

Não se duvida de que o governo Dilma Rousseff tem sido uma lástima. Que o desemprego chegou em massa, os impostos aumentam sem chance para o contribuinte, direitos trabalhistas foram reduzidos, paramos de crescer e a alta do custo de vida atinge todo mundo. Uma situação para o Brasil exasperar-se.
No entanto… No entanto, por que dar voz e voto a uma série de empresas privadas estrangeiras, daquelas constituídas para ganhar dinheiro às custas dos trouxas que somos nós, rebaixando relações econômicas que nos dizem exclusivamente respeito?
Standart&Poor`s, Fitch, Moody`s e outras arapucas faturam de acordo com seus interesses. Quando em dificuldades, prestes a falir, essas empresas “de risco” incluem em seus relatórios para os investidores internacionais números capazes de perturbá-los, ainda que às custas da economia de Estados soberanos.
O quadro aqui no Brasíl é triste? Sem dúvida, mas qual a justificativa para ficar pior apenas porque meliantes pretendem sobreviver às nossas custas e às custas de quem tem recursos sobrando para investir onde maiores dividendos possam encontrar?
O grave nessa história é que estamos nos curvando à chantagem. O governo, as autoridades econômicas, os banqueiros e a mídia tomam como dogmas absolutos as conclusões duvidosas e mal-intencionadas dessas quadrilhas de classificação de performances. Não se viu um protesto ou mera ponderação frente a tais intervenções daqueles que não possuem mandato, autorização ou capacidade para nos julgar. Falaram , está falado, mesmo quando, por coincidência, acertam ao descrever nossas agruras. Quem lhes passou procuração para intervir na realidade econômica brasileira, tornando-a mais aguda em função da ânsia de aumentarem seu faturamento?
A fraqueza do governo Dilma fica exposta não só por conta de erros, falsas promessas e manobras eleitorais. Transparece também quando cedemos à ação de bandidos internacionais que infelizmente controlam nossa soberania.
SENADO NA BAIXA
A Câmara acaba de desfazer o que de mais importante o Senado votou, em termos de reforma política. Uma simples conta aritmética, de 513 contra 81, transforma os representantes da Federação em apêndices desimportantes dos que pretendem exprimir a população. Trata-se de um falso equilíbrio que a Constituição não consegue resolver. Nos limites do Poder Legislativo. Quem sabe tenha chegado a hora de o Judiciário intervir? Porque no caso do financiamento de campanhas eleitorais por empresas privadas, fica evidente ser a opinião pública contrária. O Supremo Tribunal Federal, também. Como os interesses de Eduardo Cunha e seus seguidores precisavam ser atendidos, eis o resultado: a bandalheira continuará a mesma, nas próximas eleições.

Por: Carlos Chagas no Diário do Comercio
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